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Documentário

O Mestre e o Divino

Sem meias palavras: documentário sobre índios costuma ser chato. Já me dá um frio na espinha quando aparece uma oportunidade de ver algo com tribos, danças e costumes. É aquela mesmice, nada de novo, algo que só agrada antropólogos. Mas não é que me pegaram de surpresa? Ontem fui ao lançamento de quatro documentários, dentro do projeto Histórias que Ficam, idealizado pela Fundação CSN. A organização definiu que um deles seria exibido à plateia: O Mestre e o Divino. Mudei

Suspense

Identidade Paranormal

Cara Harding é uma psiquiatra que ajuda a justiça a definir quem vai para a cadeia ou para tratamento médico. Opina quem tem consciência de seus atos ou não. Envolvida no caso de um paciente com transtorno de múltipla personalidade, ela não sabe qual é a original e quais são as personalidades inventadas por ele. Até que descobre que uma das personalidades é homônima de um cara morto tragicamente. Depois vem outra descoberta, ligando a personalidade a um assassinado com

Drama

Gritos e Sussurros

Silêncio e solidão são duas características sempre presentes nos filmes de Ingmar Bergman. Mesmo que em grupo, há sempre pessoas solitárias, que estão infelizes, insatisfeitas. E os silêncios dão espaço a reflexões. Gritos e Sussurros narra um curto período da vida de 4 mulheres – três irmãs e uma empregada, uma delas à beira da morte. Mas volta no tempo para mostrar o que as transformou em pessoas que, mesmo acompanhadas, estão sempre solitárias. Não é o melhor de Bergman,

Animação

Paranorman

O que dizer de uma animação sobre um menino que vê, interage e é afetado por almas? Ele fala com os mortos. No mínimo, já é um filme diferente, não muito indicado para crianças. Mas Paranorman é mais: é uma baita animação com a técnica stop-motion, aquela da “massinhas”. Na trama, escrita por Chris Butler, o menino Norman enfrenta todos os dias o desprezo de sua família (com exceção, claro, da mãe) e dos colegas de escola. Ele cometeu a

Faroeste

Django

Gosto bastante dos filmes de Quentin Tarantino. E todo mundo tem falado bem de seu mais recente, Django Livre. Mas li que ele fez o filme inspirado em Django, um western spaghetti clássico, de 1966. Resolvi, então, assistir primeiro ao mais antigo. Esqueça a qualidade na produção, as atuações e até o roteiro. É um faroeste cheio de tiros e sangue, até com uma orelha cortada e mastigada pela vítima, que muito lembra o estilo Taranta. E que, por isso,

Terror

O Enigma de Outro Mundo

John Carpenter é o “pai” de algumas pérolas do cinema de terror com um pé no trash. Halloween é dele, assim como Christine – O Carro Assassino. Em 1982 fez um clássico, O Enigma de Outro Mundo, que caminha na mesma estrada. Mas realmente é um clássico. Assisti ao filme logo depois de ver A Coisa, o prólogo lançado em 2011. Ambos são bacanas. O Enigma se passa dias depois de A Coisa. Antártica, inverno de 1982. Na remota Estação

Terror

A Coisa

Resolvi repetir a experiência que havia tido com Alien – O Oitavo Passageiro e Prometheus. Assisti ao filme A Coisa e logo em seguida passei para O Enigma de Outro Mundo. O primeiro, mais novo, é um prelúdio do segundo, clássico de 1982. E mais uma vez me dei bem! Ok, Alien e Prometheus são bem melhores que A Coisa (não confundir com o filme homônimo do iogurte assassino, de 1985) e O Enigma de Outro Mundo. Mas, depois de ler a

Comédia

O Sócio

Gosto da Whoopi Goldberg. Talvez sejam resquícios de Ghost – Do Outro Lado da Vida ou de Mudança de Hábito. Mas assisto a filmes com ela esperando por, pelo menos, algo alegre. Este O Sócio é assim. É o típico filme de Sessão da Tarde. Mas tem saldo positivo. Em Nova York, Whoopi vive Laurel Ayres, uma especialista em mercado financeiro, que por ser mulher é ignorada na ascensão da carreira. Depois de ser menosprezada e ver um colega golpista