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Guerra Últimos filmes comentados

Dunkirk

A cidade de Dunkirk, ou Dunquerque em português, fica no norte da França e foi marcada na Segunda Guerra Mundial por uma evacuação de 300 mil soldados (300 mil!) em 1940. É esse fato que o filme de Christopher Nolan aborda. O diretor tem sido elogiadíssimo em Hollywood, especialmente pelo que fez com Batman, sendo comparado até a Stanley Kubrick. Por outro lado, também é criticado, por quem acha que há uma supervalorização de seu trabalho. Dunkirk dá oportunidades para

Guerra Últimos filmes comentados

Até o Último Homem

Quando se lê algo sobre Até o Último Homem há sempre um preâmbulo sobre a volta de Mel Gibson. É verdade, como diretor do longa, o astro hollywoodiano reaparece: está concorrendo ao Oscar. Mas o filme tem muito mais: Andrew Garfield está ótimo na pele do pacifista soldado que vai à guerra e se nega a pegar em arma. E as cenas de guerra são as mais realistas que já assisti no cinema. Baseado em um personagem real, o longa

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O Grande Herói

O forte de O Grande Herói são as cenas de batalha. Tiros, corpos feridos, rola para cá, pula para lá. Há uma sequência de ação que impressiona. Para por aí. O roteiro, mesmo baseado em fatos reais, peca e apresenta uns buracos que não dá para relevar. A história acompanha o oficial da marinha norte-americana Marcus Luttrell (Mark Wahlberg), que, no Afeganistão, é incumbido de matar um homem de confiança de Osama Bin Laden. Próximos de alcançar o objetivo, ele

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Círculo de Fogo (2001)

Jude Law, Rachel Weisz, Joseph Fiennes e Ed Harris, um elenco de peso para Círculo de Fogo (não confundir com o homônimo, de 2013, com Guillermo Del Toro na direção), filme que reconta um interessante caso da Segunda Guerra Mundial. Vasily Zaitsev (Jude Law) é um jovem atirador russo que, convencido por um companheiro um tanto marqueteiro (Joseph Fiennes, irmão de Ralph), Danilov, torna-se o ícone da propaganda russa em plena guerra. Vasily vira uma lenda viva para o exército russo

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Glória Feita de Sangue

Ao ouvir o nome de Stanley Kubrick, logo se pensa em Laranja Mecânica, 2001 – Uma Odisseia no Espaço, O Iluminado ou até Spartacus. São seus filmes mais famosos, históricos. O diretor deixou um legado de 13 longas, pouco diante de seus 70 anos de vida. Por isso, resolvi assistir a todos (o último foi O Grande Golpe). Desta vez vi Glória Feita de Sangue. Foi o título que chamou a atenção de Hollywood para Kubrick. Já se percebe que

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Coriolano

Adaptar uma peça de Shakespeare para o cinema não deve ser tarefa fácil. A época era outra, os diálogos eram descritos de maneira diferente – pomposa – e cai-se sempre na luta de espadas. Ralph Fiennes tentou em Coriolano. E não conseguiu. O filme tem um gravíssimo problema: não adapta as falas dos personagens. Os diálogos são os usados em 1500. Aí fica muuuuiiiiiittttttoooooooo chato. A confusão é enorme. Fiennes, fã confesso de Shakespeare, especialmente da peça Coriolano, não segue

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Órfãos da Guerra

Quando o filme é baseado em fatos reais já me conquista. A não ser que surja uma porcaria imensa, já simpatizo com a obra. Assim foi com Órfãos da Guerra. George Hogg, um jovem jornalista inglês, viaja à China para cobrir a invasão japonesa, que durou oficialmente de 1937 a 1945 (os conflitos começaram em 1931). Depois de testemunhar atrocidades cometidas pelas tropas do Japão e quase ser executado, encontra refúgio em uma antiga escola que abriga crianças órfãs. Com

Drama Guerra

Ventos da Liberdade (Cinema Irlandês)

O excelente ‘Ventos da Liberdade’ foi o grande campeão de Cannes em 2006. Com grande atuação de Cillian Murphy, o filme reproduz a motivação e o empenho da população dos condados irlandeses durante a revolução de 1920 que resultou no início do processo de democratização do país. É um filme épico, triste, duro. O diretor esquerdista inglês Ken Loach dá voz aos revolucionários e expõe visceralmente os seus dilemas, sacrifícios, pesadelos… até o final arrebatador… emudecedor. O filme conta a

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Patton – Rebelde ou Herói?

Sete Oscar vencidos. Mais três indicações, sem o troféu. Um dos maiores ganhadores de prêmios da história do cinema. Fui atrás e percebi que é obrigatório ser visto, não apenas pelo reconhecimento da crítica, mas também pela qualidade. “Patton – Rebelde ou Herói?” começa com chave de ouro a década de 1970 no cinema, a minha preferida. Focada nas peripécias do general norte-americano George Smith Patton Junior, o filme é uma obra de arte. Seu início inusitado é arrebatador, com

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O Barão Vermelho

Ele é uma lenda, daqueles personagens que já ouvimos falar mas desconhecemos quem realmente foram. O Barão Vermelho é um filme-homenagem da Alemanha a um de seus poucos heróis, Manfred von Richthofen, piloto da Primeira Guerra Mundial que ganhou o apelido por ser um barão da antiga Prússia e voar em um avião totalmente vermelho. Baseada no livro “O Barão Vermelho – A História Completa de Manfred von Richthofen”, de Joachim Castan, a produção alemã falada em inglês (todos conversam,