Skinheads – A Força Branca

Skinheads – A Força Branca

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3.5 out of 5
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O ano é 1992. O gladiador Russell Crowe, desconhecido do mundo. Ao lado de atores iniciantes, ele participa de um filme polêmico, sobre neonazistas: Skinheads – A Força Branca. Interessante, não? Sim!

Crowe é Hando, o líder dos Nazi-Skins, uma gangue racista que declara guerra contra os imigrantes asiáticos. Seu ódio explode em ataques violentos contra a comunidade vietnamita do local. Mas quando suas vítimas contra-atacam, sua gangue se dissolve e ele foge, com Davey (Daniel Pollock), seu melhor amigo, e Gabe (Jacqueline McKenzie), uma garota rica e fugitiva que transforma a dupla em um perigoso triângulo amoroso.

O interessante é ver Crowe no começo de carreira, magricela, todo (falsamente) tatuado. É competente no filme. Mas a história também chama atenção. Dos colegas de elenco, Jacqueline McKenzie, sua namoradinha na história, era estreante no cinema. Vai mais ou menos. Daniel Pollock, o terceiro do trio principal, vai bem.

Aliás, sobre Pollock fica uma história interessante e trágica. Viciado em heroína, se matou antes da estreia do filme, jogando-se na frente de um trem. Em homenagem a ele, Crowe compôs a música “The Night That Davey Hit the Train”, sobre, claro, a morte do colega.

Em uma Austrália que tem movimentos que novos adoradores do nazismo, o filme polemizou. Vai contra os nazistas. É forte, tem porrada para todos os lados. Parece os oito anos mais velho Gladiador, mas sem as saias e com facas no lugar de espadas. Até hoje pode ser considerado, no mínimo, um filme corajoso. Vale assistir, apesar do nome em português ser um tanto equivocado (A Força Branca? Qual força?).

Skinheads – A Força Branca / Romper Stomper

CLASSIFICAÇÃO: VALE O INGRESSO

Ficha técnica:

Ano: 1992
Duração: 94 min.
Direção: Geoffrey Wright
Elenco: Russell Crowe, Daniel Pollock, Jacqueline McKenzie, Samantha Bladon e Josephine Keen
Roteiro: Geoffrey Wright

Categorias: Drama

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