A Voz do Coração

A Voz do Coração

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4 out of 5
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Ontem vi pela segunda vez A Voz do Coração. Trata-se de um filme simples. Explico: não tem efeitos visuais, baseia-se, no geral, apenas em um cenário e tem enredo daqueles velhos conhecidos e até certo ponto previsível. Mas são essas características que cativam, especialmente pela atuação do protagonista, o professor Clémente Mathieu, interpretado por Gérard Jugnot.

Dirigido pelo francês Christophe Barratier, em seu primeiro trabalho no comando de um filme, A Voz do Coração é inspirado nas vivências de infância do diretor, quando sua amizade com um professor de música mudou sua vida. Uma pequena adaptação (na realidade o professor era espanhol e dava aulas na década de 1970 – e no filme o mestre é francês, logo após a Segunda Guerra Mundial) e voilá: tudo se encaixa.

Produzido por US$ 6,8 milhões, o filme se transformou no maior sucesso de 2006 na França. Sua trilha sonora, gravada pelas crianças do filme, sem experiência musical, também se situou nas listas dos discos mais vendidos.

Teve duas indicações ao Oscar – Canção e Filme em Língua Estrangeira, esta última desbancando os pesos pesados Como uma Imagem (Melhor Roteiro em Cannes) e Eterno Amor para concorrer pela França. Vale bem o ingresso.


A Voz do Coração / Les Choristes

CLASSIFICAÇÃO: DUCA
Ficha técnica:

Direção: Christophe Barratier
Roteiro: Christophe Barratier e Philippe Lopes-Curval
Elenco: Gérard Jugnot, François Berléand, Jean-Baptiste Maunier, Jacques Perrin, Marie Bunel, Maxence Perrin e Didier Flamand
Duração: 95 min.
Gênero: Drama

Categorias: Drama

Sobre o Autor

Comentários

  1. Angélica Vilela
    Angélica Vilela 26 outubro, 2010, 17:11

    Quando o filme começou, achei que era uma cópia de Cinema Paradiso (o ator/diretor do início é igualzinho ao ator/diretor do filme italiano). "A voz do coração" está para a música o que o cinema está para "Cinema paradiso". Mas páram por aí as coincidências. O filme é lindo e mostra que, como dizem no filme: ação e reação. Ou seja, se plantamos o amor, colhemos amor. Se plantamos ódio, recebemos ódio. Mas tudo isso de uma forma poética, ou seria, musical?

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