Grand Central

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3 out of 5
Até vale o ingresso

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3 out of 5

Grand Central une romance e crítica social. Seus personagens são pobres e, assim, sofrem para sobreviver. Trabalham em uma usina nuclear, sujeitos a todo tipo de preocupação que um serviço desse impõe. Formam um grupo de amizade coeso, com pessoas que se respeitam, mas têm um pé atrás. E essa desconfiança mostra-se acertada quando uma paixão começa a roer os relacionamentos.

Léa Seydoux (Azul É a Cor Mais Quente) é o nome mais famoso. Mas o protagonista é de Tahar Rahim (o ótimo O Profeta). Ele é Gary, um desempregado que chega ao interior da França sem perspectiva. Agarra-se a uma posição mais baixa na usina que sustenta a cidade. Mas não se segura ao conhecer Karole (Seydoux – o nome dela só surge depois da metade da obra).

Os outros personagens são secundários, uns até mesmo sem qualquer importância à trama. Estes, em alguns momentos, deixam o filme sem rumo.

Francês, o longa é seco, sem contornos para mostrar a história. Pena que essa história seja comum – a não ser pela usina. Aliás, o mais bacana do filme é ver o dia a dia dos funcionários de um trabalho pouco conhecido.


Grand Central 

CLASSIFICAÇÃO: ATÉ VALE O INGRESSO 

Ficha técnica: 
Ano: 2014 
Duração: 94 min.
Direção: Rebecca Zlotowski
Elenco: Tahar Rahim, Léa Seydoux, Olivier Gourmet, Denis Ménochet, Nahuel Perez Biscayart e Camille Lellouche 
Gênero: Romance
Categorias: Romance

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