Marty Supreme

Marty Supreme

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3 out of 5
VALE O INGRESSO

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Marty Supreme traz à tela um protagonista diferente. Marty Mauser, interpretado por Timothée Chalamet, é arrojado, acredita em si, se vira como poucos. Porém, é também egoísta, egocêntrico, só quer saber do seu sucesso, e os outros que se danem.

É nessa dicotomia entre torcer para Marty ou não que o espectador se pega ao assistir a vida do mesa-tenista que deseja a glória. Na Nova York da década de 1950, ele corre atrás da vida dia a dia. Trabalha como vendedor de sapatos na loja de um tio, mas resolve roubar o dinheiro que esse tio havia prometido. Faz tudo isso pela possibilidade de consagração no campeonato mundial de tênis de mesa.

Timothée Chalamet é o grande nome cotado a vencedor do Oscar por sua interpretação de Marty. E realmente merece. O filme dirigido por Josh Safdie coloca suas câmeras o tempo todo no protagonista. Não há história paralela – e até quando aparece uma gravidez é nele que a história centra atenção.

Marty é judeu. E não tem receio de ser um idiota piadista do sofrimento em campos de concentração. É um dos exemplos de raiva que dá ao espectador. Aliás, há uma cena que relaciona mel e um judeu sofrendo no campo de concentração que passa do ponto. É ruim.

No fim, Marty Supreme deve dar o Oscar a Chalamet, mas deixa algo pelo caminho. É acima da média, mas falta algo – ou, na verdade, sobra raiva.
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Marty Supreme
CLASSIFICAÇÃO
: VALE O INGRESSO
Ficha técnica:
Direção: Josh Safdie
Roteiro: Josh Safdie
Elenco: Timothée Chalamet, Fran Drescher, Timothee Chalamet, Odessa A’zion e Gwyneth Paltrow
Ano: 2025
Gênero: Drama

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