O Discreto Charme da Burguesia

O Discreto Charme da Burguesia

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Luis Buñuel é aclamado pela crítica especializada. Espanhol naturalizado mexicano, trabalhou com Salvador Dalí, sofrendo forte influência do pintor surrealista. Seus filmes são sempre… surreais. É dele O Discreto Charme da Burguesia.

Vencedor do Oscar de Filme Estrangeiro em 1973 – e indicado por Roteiro Original -, a obra francesa começa muito bem. Empolga. Um grupo de amigos da classe alta francesa pretende se juntar para um jantar, mas tudo dá errado, pois os convidados chegam um dia antes do combinado. Para remediar a situação vão a um restaurante, mas ao se sentar percebem que há um corpo estendido em uma sala anexa.

“Caramba, começo promissor. Virá surpresa por aí”, pensei eu. E um outro jantar surge. Depois outro. E mais um. Aí os personagens revelam “certo” problema com a lei (não dá pra contar, para não estragar a surpresa). E dá-lhe jantar novo. Até que o filme acaba.

É clara a crítica à burguesia. O grupo é inteiro de bobos. Mas o filme não avança. Dou um prêmio a quem contar o motivo do sexteto de burgueses caminharem, em várias cenas, por uma estrada. Enfim, o filme é um truque.

O Discreto Charme da Burguesia / Le Charme Discret de la Bourgeoisie

CLASSIFICAÇÃO: ESPERE A SESSÃO DA TARDE

Ficha técnica:

Direção: Luis Buñuel
Produção: Serge Silberman
Roteiro Luis Buñuel e Jean-Claude Carrière
Elenco: Fernando Rey, Delphine Seyrig, Stéphane Audran, Jean-Pierre Cassel e Michel Piccoli
Gênero: Comédia
Ano: 1972
Duração: 102 min.

Categorias: Comédia

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