Posts From Danilo Vicente
Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 2
Enfim o fim! Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 2 encerra de maneira melancólica a saga de Katniss Everdeen. É verdade que não se trata do pior episódio, mas é apenas melhor que o anterior. Em sequência aos eventos da Parte 1, este derradeiro Jogos Vorazes começa com Katniss ferida, cheia de hematomas no pescoço e dificuldade em falar. O choque pelo súbito ataque de Peeta é um elemento importante neste novo longa. E começa-se a guerra. Há bem
Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1
Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1 é fraco. Outro adjetivo: forçado. Nem Jennifer Lawrence vai bem. Primeiro ponto: não há mais os tais “Jogos Vorazes”, ou seja, a disputa pela vida. Aí a ação mingua. O tom é mais pausado, até contemplativo em certos momentos, e o foco mira o psicológico. É um erro especialmente criado pela separação do capítulo final em duas partes. Após ser resgatada do Massacre Quaternário pela resistência ao governo tirânico do presidente Snow
Missão Impossível – Nação Secreta
Já chegamos ao quinto Missão Impossível. Com o subtítulo Nação Secreta, a saga de Ethan Hunt, incrível, ainda tem fôlego. O personagem de Tom Cruise investiga uma agência de espionagem internacional chamada Sindicato. Enquanto isso, sua agência – IMF – sofre pressões do governo dos Estados Unidos, que não mais confia em Hunt. Contando com a ajuda de Benji (Simon Pegg), Ethan Hunt descobre planos para capturar/assassinar importantes políticos da Europa. Assim, sem o apoio de seu governo, ele tenta
O Exterminador do Futuro – Gênesis
Tenho preguiça de O Exterminador do Futuro. Ou melhor, tinha. Após assistir a O Exterminador do Futuro – Gênesis, deu vontade de retomar os antigos. A história não é simples. Se nos filmes originais havia volta no tempo para salvar a civilização, agora há uma volta da volta. O início do longa-metragem é idêntico ao do primeiro filme, até que surge um outro robozão T-800, também interpretado por Arnold Schwarzenegger, que elimina a versão enviada do futuro no filme original.
A Série Divergente – Convergente
Não sei você, mas eu confundo bastante o mundo de Divergente com o de Jogos Vorazes. Quando Jennifer Lawrence reinava na pegada da realidade distópica, veio Shailene Woodley estrelando uma história semelhante. Quatro episódios de Jogos Vorazes depois, o terceiro de Divergente se perde, e o que nunca foi bom vira péssimo. Agora com o subtítulo Convergente, o filme começa do momento em que terminou Insurgente, após a queda de Jeanine. Tris, Quatro e companhia (o pessoal do bem) estão
A Visita
A cada tentativa, uma decepção maior. Já fui muito fã de M. Night Shyamalan, que estourou em Hollywood com O Sexto Sentido. Mas depois de uma sequência incrível de filmes ruins nos últimos 10 anos, ele se superou. A Visita é péssimo, um dos piores entre todos os seus (só não cravo que é o pior porque ele já fez muita coisa ruim). O último que havia assistido de Shyamalan foi Depois da Terra, com Will Smith e seu filho.
Goosebumps – Monstros e Arrepios
Gosto do Jack Black. Ok, não é um orgulho. O cara não é o melhor ator do mundo. Mas é algo sentimental… me parece um sujeito bacana. Goosebumps – Monstros e Arrepios é um filme com o estilo Jack Black. Se você não gosta dele, fuja. Se não gosta do estilo Disney, fuja também! A produção é bem infantil. O jovem Zach Cooper (Dylan Minnette) acompanha a mãe na mudança de Nova York para uma cidade pequena dos Estados Unidos.
MI-5
Depois de 20 minutos, me perguntei: “cadê o Tom Cruise?”. E nada do homem. Aí, Google no filme, descobri que não era Missão Impossível 5! MI-5 é um genérico do famoso filme de espionagem. Genérico não. É um similar, pois tem pegada semelhante, não igual. A espionagem se passa em Londres. Kit Harington, da série Game of Thrones, é o protagonista, um agente que, relegado após uma falha em missão, é a última esperança do serviço secreto britânico chamado MI-5.
Os Últimos Cavaleiros
Morgan Freeman é bom em todo papel. Os Últimos Cavaleiros é a prova disso. Mesmo com uma pequena, mas importante, participação, ele mostra o quão capaz é. Freeman é Bartok, um mestre na Idade Média, um homem que não trai suas convicções. Ao manter-se incorruptível, é assassinado de uma forma trágica. Raiden, vivido por Clive Owen (que vai bem no papel), é o líder de um grupo de guerreiros que tem sua vida alterada do dia para a noite com
Florence – Quem É Essa Mulher?
Florence Foster Jenkins é rica. Muito rica. Por conta disso, consegue ser aplaudida em tudo que faz. Entre suas façanhas está a interpretação. Ela é péssima, mas sai sempre ovacionada de casa sessão. Com o sucesso, e por adorar ópera, resolve apresentar suas habilidades locais. O problema é que dela “habilidades vocais” não existem. A história, que parece ficção, é verdadeira. Florence é personagem dos anos 1940 dos Estados Unidos. E virou tema de “Florence – Quem É Essa Mulher?”

