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Star Wars – Guerra nas Estrelas – Episódio VIII – Os Últimos Jedi
Star Wars – Os Últimos Jedi é muito bom. Mas não é o melhor. E, acredito, é pior que o anterior O Despertar da Força. O filme é muito bom porque é difícil um Star Wars ser ruim. A história continua boa, a base da luta do bem contra o mal também. E os personagens, ah, são cativantes. Há ainda muita, muita mesmo!, ação. A todo momento há um tiro aqui, uma briga acolá, uma nave destruída ali. Porém, o
Don Diego – Carne, Osso e Coração
Don Diego – Carne, Osso e Coração é um documentário bem restrito. É apenas para torcedores do São Paulo Futebol Clube. Mais: agrada somente a fãs de Diego Lugano, idolo são-paulino. Eu, como tenho ambas características, gostei. O zagueiro Diego Lugano se despediu como jogador do São Paulo em 3 de dezembro. A homenagem do time traz imagens inéditas do uruguaio em sua passagem em 2017. Aí está a grande falha do filme. Nada da primeira – e melhor –
Walt Antes do Mickey
Quem não conhece Walt Disney? Muita gente, apesar do pensamento imediato ser “ninguém”. O homem que inventou Mickey Mouse e seus companheiros de animação, além de um conglomerado de diversão ao redor do mundo, é sem dúvida um nome famoso. Mas poucos conhecem sua fisionomia, sou capaz de apostar. E menos ainda sabem sua história de vida. Walt Antes do Mickey pega o início de carreira de Walter Disney. Ainda criança, ele tinha o hábito de desenhar os animais da
A Ceia dos Acusados
A Ceia dos Acusados tem como base o livro O Homem Magro, de Dashiell Hammett, o criador do estilo noir. É a típica história do detetive esperto na área urbana, em meio a tipos que são anti-heróis. Algum crime é cometido e ele passa a investigar com seus instintos e experiências. Hammett é mestre na escrita. Mas os filmes baseados em seus livros não conseguem captar a qualidade do autor. A Ceia dos Acusados, de 1934, é assim. Nick é
Chatô – O Rei do Brasil
Só pode ser brincadeira o que li por aí sobre Chatô – O Rei do Brasil. A crítica especializada gostou! Impossível. Para mim, o título já diz tudo, desde que retire-se o acento circunflexo. EIta filme chato. Baseado no livro homônimo de Fernando Morais (mil vezes melhor, por sinal), retrata vida e obra do magnata das comunicações Assis Chateaubriand (Marco Ricca). Cínico, debochado, mulherengo e extrovertido, Chatô fez fortuna e fama achincalhando quem não investisse em rua rede de comunicação,
Alien – Covenant
Alien – Covenant é a sequência de Prometheus, que, por sua vez, é o prólogo de Alien – O Oitavo Passageiro e todas as suas continuações. Ridley Scott, do primeiro e incrível Alien, está à frente deste novo. Mas nem ele consegue ofuscar que se trata de um caça-níquel. Estrelado por Michael Fassbender, o longa tem uma rocambolesca história. Estamos em 2104. A nave Covenant transporta duas mil pessoas para colonização de um novo planeta. No caminho, a tripulação descobre
Voyeur
Gay Talese é um dos maiores jornalistas da história americana. Do jornal The New York Times e da revista Esquire, passou para os livros, no estilo de Jornalismo Romântico, movimento que incorpora ao jornalismo características da literatura. Voyeur é um filme sobre o seu mais polêmico livro, The Voyeur’s Hotel, e mostra a relação entre o escritor e o personagem-tema. Sim, Voyeur se refere a uma pessoa. Ou duas. Gerald Foos foi o dono de um hotel no Colorado por
Assassinato no Expresso Oriente
Agatha Christie lançou Assassinato no Expresso Oriente em 1934. Em meio a seus 80 livros, é o mais famoso. Conhecida pela alcunha de Dama do Crime, a inglesa é uma das escritoras mais bem-sucedida em todos os tempos, com cerca de quatro bilhões de cópias vendidas. Isso garante sucesso no cinema? Não. A nova versão cinematográfica de Assassinato no Expresso Oriente – em 1974 houve a primeira – é comandada por Kenneth Branagh, à frente e atrás das câmeras. O
Happy Burnout
A premissa instiga: para não perder o seguro-desemprego, um bon-vivant golpista é obrigado a passar um tempo fechado em uma clínica de recuperação de pacientes que sofrem de burnout, a doença que, com esgotamento físico e mental, provoca reação explosiva, geralmente no trabalho. Ótimo, lá fui assistir a Happy Burnout. É comédia, na pegada de Crazy People – Muito Loucos, reunindo personagens peculiares em um só ambiente, mas com estilo europeu, já que a produção é alemã. E aí está
O Príncipe do Natal
Esta é a época: o Natal chega e com ele aparecem os filmes temáticos da celebração. O Príncipe do Natal é novinho em folha. Acaba de chegar à Netflix. E é terrível. Imagine todos os clichês juntos em uma só obra. Aí está O Príncipe do Natal. Uma jovem jornalista – vivida pela neozelandesa Rose McIver (mais conhecida por protagonizar a série iZombie), recebe é enviada para cobrir a história de um príncipe prestes a se tornar rei na fictícia Aldovia.

