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15h17 – Trem para Paris
Clint Eastwood perdeu a mão! O que houve com o diretor de Menina de Ouro, Gran Torino, Os Imperdoáveis, Além da Vida, Invictus, Sully – O Herói do Rio Hudson, Sniper Americano, Sobre Meninos e Lobos, Cartas de Iwo Jima, As Pontes de Madison, Os Imperdoáveis? Os exemplos não param por aí, sempre bons ou ótimos. Mas definitivamente 15h17 – Trem para Paris é de seus piores filmes, senão o pior (ele já errou, como em Curvas da Vida, mas
Marte Ataca!
Este é antigo. Vinte e dois anos atrás, Tim Burton lançava “Marte Ataca!”. Nunca me interessou, mas, como o excêntrico diretor tem ótimos filmes, lá fui eu. Os filmes de Tim Burton não respeitam a lógica. Vide Edward Mãos de Tesoura e Beetlejuice – Os Fantasmas Se Divertem. Porém, como os exemplos da frase anterior indicam, têm qualidade. “Marte Ataca!” não. A história é assim: alienígenas de Marte invadem o planeta Terra, matando e destruindo tudo no caminho, pois querem
Com Amor, Van Gogh
Com Amor, Van Gogh é um deslumbre. A começar pela forma como foi conceituado: pela primeira vez uma animação tem como base pinturas a óleo, e neste caso é o estilo de Vincent Van Gogh que vem à tona. Mas quem é fã do holandês ainda vai se deliciar ao reconhecer muitos dos quadros e personagens pintados por ele. Inspirada nas cerca de 400 pinturas que Van Gogh deixou ao longo de oito anos, a animação conta a história do pintor
Eu, Tonya
Visão 1: Tonya Harding era a melhor patinadora no gelo dos Estados Unidos no início dos anos 1990. Talvez do mundo. Era a heroína improvável de um esporte elitista e que se apóia na imagem da perfeição. Remava contra a maré. Visão 2: uma louca atormentada desde a infância pela mãe mais maluca ainda, vítima de violência desde os três anos de idade, que se juntou a dois bandidos em potencial, o marido e seu melhor amigo, formando um trio

