Posts From Danilo Vicente
Janela Indiscreta
Fase Alfred Hitchcock. Depois de assistir a Os Pássaros, engatei Janela Indiscreta, que já havia visto, mas muito tempo atrás – e, por isso, pouco lembrava. Mais um bom filme – não tanto quanto o que estreou minha noite de domingo, mas bacana. Janela Indiscreta é um filme a ser estudado. Com somente um cenário, utiliza, no padrão Hitchcock, ângulos inusitados para prender a atenção do espectador. São poucos personagens: basicamente, um fotógrafo profissional, sua namorada, sua enfermeira, um amigo
Os Pássaros
Sou fã de filmes de suspense, mas (podem apedrejar) não de Alfred Hitchcock. Ou pelo menos não era. Os Pássaros é demais! Ok, não sou especialista no cineasta. Já assisti a alguns de seus principais filmes: Psicose, Janela Indiscreta, Pacto Sinistro… e sempre achei que ele estava datado (mais pedras). Porém, este Os Pássaros me desmente. De 1963, o longa é baseado em um conto homônimo da escritora britânica Daphne Du Maurier. Na história, Melanie Daniels (Tippi Hedren), uma jovem
Uma Família em Apuros
Uma Família em Apuros nada mais é do que um típico filme de Sessão da Tarde. Já pelo título se percebe o que virá. O conflito de gerações coloca pais e filha no foco da disputa para verificar quem oferece melhor criação a três crianças, filhas dela. Um garoto gago, uma menina pressionada para ser o que não deseja e um outro menino que conversa com um amigo imaginário criam toda a base para situações cômicas e de superação. O
Noé
Noé é um blockbuster. E neste quesito manda muito bem, com cenas de cair o queixo (apesar de oscilar muito, com algumas bem fracas em efeitos especiais). É ainda um filme religioso, também acertando neste ponto, pois apresenta a passagem bíblica do Dilúvio de maneira bem interessante. Mas nos dois pontos falta algo… algo para empolgar. São 138 minutos que passam rápido. No princípio, nada havia, já avisa o longa. A história começa no Gênesis. É no furto da maçã proibida que
Zelig
Zelig é um filme norte-americano de 1983, escrito e dirigido por Woody Allen. A comédia apresenta um estilo propositadamente semelhante a um documentário. Todo em preto e branco, mas com algumas cenas coloridas. Está longe de ser o melhor filme de Allen. Mas também não é pior. Até vale o ingresso. O filme, que se passa nas décadas de 1920 e 1930, fala sobre Leonard Zelig (Allen), um homem desinteressante, mas com somente uma característica interessante: ele consegue instantaneamente ficar
A Vida Secreta de Walter Mitty
Como gostei de A Vida Secreta de Walter Mitty! Até chegar este momento, de escrever sobre o filme, não passou pela minha cabeça que alguém classificasse a obra como “ruim”. Mas em minha pesquisa antes de juntar as letrinhas descobri que poucos críticos a aprovaram. Pior: muitos odiaram. Azar deles! Eu credito como um filmaço! Convencionou-se dizer que Ben Stiller é um ator fraco. “Ele faz caretas”, “ele só interpreta um tipo de personagem”, “ele é um comediante limitado ao
Dose Dupla
Uma dupla de policiais, um negro e um branco, contra toda a bandidagem e até contra a polícia. Assim é Máquina Mortífer… ops, não! Assim é Dose Dupla. Ok, a premissa de ambos é a mesma. Mas Dose Dupla não tem o “carisma” do filme com Mel Gibson e Danny Glover. Isso pesa, mas nem por isso o transforma em algo ruim. Inspirado em uma história em quadrinhos homônima, escrita por Steven Grant e desenhada pelo brasileiro Mateus Santolouco, o
Ela
Spike Jonze dirigiu Quero Ser John Malkowich e Onde Vivem os Monstros. O primeiro é ótimo. O segundo, meia-boca. Agora ele acerta de novo com Ela, um belo filme. Ela recebeu cinco indicações ao Oscar 2014 – Filme, Roteiro Original, Trilha Sonora, Canção Original (The Moon Song, de Karen O) e Design de Produção. Levou Roteiro Original. Mas deveria ter Joaquin Phoenix, com seu bigode e óculos com armações fortes, pelo menos indicado. O filme é todo ele… e a
Diana
Diana é um filme sobre a princesa, ex-mulher de Charles, o herdeiro do trono inglês. Mas não espere um apanhado sobre sua vida. É muito mais uma homenagem à mulher que no fim da vida optou por ser feliz do que um histórico sobre ela. Um romance com pitadas de drama, o longa-metragem foca na paixão de Lady Di por Hasnat, um cirurgião cardíaco. Ainda princesa, mas sem morar junto com Charles, ela o encontra ao visitar o marido de
Como Não Perder Essa Mulher
Como Não Perder Essa Mulher é o primeiro longa-metragem de Joseph Gordon-Levitt na direção. O roteiro também é dele, que ainda atua como protagonista. Ou seja, é o cara de cabo a rabo. Sempre competente como ator, o agora cineasta manda bem e consegue cativar. Gordon-Levitt cercou-se de talentos para sua estreia na direção. Julianne Moore e Scarlett Johansson dividem as principais cenas com ele. Ainda há Tony Danza e Glenne Headly, seus pais na história. Gordon-Levitt é Johnny, um

