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Restrepo
Adoro documentários. Na verdade, adoro filmes em geral. Mas ultimamente tenho me dedicado a assistir a grandes documentários. Vi Restrepo, que concorreu ao Oscar 2011. Não tenho dúvida que, apesar de ter uma temática totalmente pró-Estados Unidos (neste caso isto é ruim), é inovador e ótimo, muito melhor que o vencedor da premiação, Trabalho Interno. Além do ganhador, Restrepo concorreu ao Oscar com Lixo Extraordinário, Exit Through the Gift Shop e GasLand, este último o único que ainda não vi.
Um Novo Despertar
Sou fã do Mel Gibson. Mad Max (todos!), Coração Valente e Máquina Mortífera (todos!). Filmaços! Sempre que o vejo atuando lembro de Martin Riggs… dele e de seu companheiro policial, Roger Murtaugh (Danny Glover), a dupla de Máquina. Está certo que o homem tem altos e baixos, mas continuo seu fã. Por isso resolvi assistir a Um Novo Despertar. Bom nome para um filme com ele, depois de entraves com a polícia, processo por agressão e problemas com álcool, não?
Se Enlouquecer, Não Se Apaixone
Se Enlouquecer, Não Se Apaixone. Este é o pior título que podiam ter dado aqui no Brasil para este filme. Para vender a presença de Zach Galifianakis, a distribuidora brasileira resolveu transformar o original “It’s Kind of a Funny Story” nesta baboseira, como se fosse uma continuação de Se Beber, Não Case. Pior para o filme, que é até bacana, mas nada tem de comédia. Aliás, qual o gênero deste filme? É daquelas obras leves, simplres, diretas, como 500 Dias
Flores de Marcela
Assisti a alguns filmes neste feriado. Mas começo por um diferente. Um documentário, curto. Flores de Marcela expõe a história real da pequena Marcela de Jesus de Jesus Galante, a bebê brasileira que nasceu sem parte do córtex cerebral e que, contrariando prognósticos da ciência, permaneceu viva durante 20 meses. É uma lição. Geralmente, casos assim sobrevivem no máximo uma semana, um mês estourando. O filme é sobre esta sobrevida… mas, no fundo, é uma abertura para discussão sobre aborto
Os Sonhadores
‘Os Sonhadores’ é um filme sensual, cheio de referências cinematográficas e culturais que explora as entranhas de uma relação incestuosa tendo como pano de fundo o cenário político parisiense no ano de 1968. Cansou? Não é nada disso! Bernado Bertolucci construiu um enredo delicioso e sutil que prende e intriga o espectador até o seu desfecho. Mattew (Michael Pitt) é um estudante americano apaixonado por cinema e radicado em Paris para fugir das obrigações da Guerra do Vietnã. Na cidade
Uma Manhã Gloriosa
Imagine um monte de clichês juntos. Imaginou? Pois este filme é a personificação de muitos deles. Olha que eu sou uma entusiasta da cultura americana, mas este filme me irritou. Primeiro, aquela coisa de produtora de tv que usa terninhos e coque no cabelo e bebe litros e litros de café (alô 30 Rock). Segundo, um canal de televisão quase falindo e de repente surge uma mocinha meiga (Rachel McAdams) para salvar a pátria. Ela aposta em um jornalista (zzzzzzzzzz)
Os Três Mosqueteiros
Não me lembro de ter visto nenhuma das outras adaptações de Os Três Mosqueteiros para o cinema. Soube que já são mais de 20. Pesquisando um pouco, descobri que até Charlie Sheen já foi mosqueteiro, em 1993, uma das versões mais recentes do livro de Alexandre Dumas para as telas. Enfim, a história deve ser parecida: O time composto por Athos (Matthew Macfadyen), Porthos (Ray Stevenson) e Aramis (Luke Evans) defende o Rei e a França de tudo e de
Contágio
A primeira coisa que me chamou atenção em Contágio foi o elenco repleto de nomes que eu, particularmente, adoro: Kate Winslet, Marion Cotillard, Matt Damon. Outros, que eu já não gosto tanto, completam a lista de peso, entre eles Jude Law, Lawrence Fishburne e Gwyneth Paltrow. O filme narra a história de um vírus desconhecido que se espalha rapidamente, matando milhões de pessoas pelo mundo e gerando o caos na população em pânico. O pânico, aliás, é na verdade questão
Incêndios
Indicado ao Oscar de Filme Estrangeiro neste 2011, o canadense Incêndios narra a virada no dia a dia de dois irmãos gêmeos, que de repente se pegam com a obrigação de realizar o último pedido da mãe, recentemente morta. Simon e Jeanne têm de encontrar o pai e um irmão. O problema: para eles, o pai havia morrido há anos e o tal irmão jamais tinha nascido. O enredo tem seu ponto de partida no Canadá, onde um tabelião, Jean
Amor por Contrato
Este filme me surpreendeu. Pelo título, achei que seria mais uma comediazinha romântica que alguém tinha contratado alguém para se passar por marido/esposa, mas não. Achei o enredo interessante: Steve (David Duchovny), Kate (Demi Moore), Jenn (Amber Heard) e Mike (Ben Hollingsworth) parecem ser a família perfeita. Ao se mudarem para uma nova cidade, causam um reboliço por ostentarem o estilo de vida que todo mundo gostaria de ter. Só que na verdade eles não são uma família, mas, sim,

