Aventura
Eternos
Poucos filmes da Marvel dividiram tanto o público quanto Eternos. A proposta de apresentar um grupo completamente novo de heróis, com milhares de anos de história, era ambiciosa. O problema é que a execução transforma essa ambição em um filme excessivamente lento. Durante aproximadamente a primeira hora, o longa preocupa-se apenas em apresentar seus dez protagonistas, suas personalidades e suas relações. Como são muitos personagens e pouco tempo para desenvolver todos de forma equilibrada, a narrativa avança de maneira arrastada.
As Marvels
As Marvels consegue um feito raro: começar de maneira tão ruim que faz o espectador se perguntar se entrou na sessão certa. As primeiras cenas, especialmente no planeta dos Kree, têm uma estética que lembra produções televisivas dos anos 1970, com cenários artificiais e efeitos que, em vez de transmitirem grandiosidade, acabam evocando algo próximo de Chapolin Colorado. Mas se fosse apenas o começo… estaria bom. Continua ruim com o passar o tempo. O ponto mais difícil de defender é
O Mandaloriano e Grogu
O Mandaloriano e Grogu é um longa feito para os fãs da série. E aí reside seu maior problema: quem espera uma aventura cinematográfica capaz de se sustentar sozinha pode sair do cinema com a sensação de ter assistido a um episódio esticado, repleto de referências e dependente do que veio antes. Há ação, efeitos especiais e o carisma já conhecido de Grogu. Mas o filme aposta excessivamente em uma fórmula previsível. A trama avança por caminhos bastante clichês, alternando
Mestres do Universo
Que roteiro bem construído o de Mestres do Universo! Pelo menos para um homem de 47 anos, é incrível. Nostalgia pura, mas além. O escrito por Chris Butler, Aaron Nee e Adam Nee é uma alegria para quem assistiu a He-Man nos anos 1980, encaixando até o que sempre foi, digamos, ridículo. Aí está o principal ponto. O novo filme da Sony é um deleite que não se furta a tirar sarro de pontos como o herói aparecer de tanga
Gladiador 2
A saída encontrada por Ridley Scott para a continuação de Gladiador é boa: 24 anos após o filme original – que venceu 5 Oscars e arrecadou mais de US$ 460 milhões em bilheterias –, o formato é praticamente igual. Gladiador 2 aposta na máxima de “time que está ganhando não se mexe”, mas em relação à história, não ao elenco. Russell Crowe é deixado de lado em busca de uma nova glória. Pudera, para quem não lembra (e o spoiler é válido
Operação Natal
Época de Natal e sempre aparecem filmes temáticos. De vez em quando vem algum que não é romance… muito de vez em quando. Este Operação Natal até que vale o ingresso, exatamente por mostrar algo diferente em tela. É um dos exemplares que deixa o amor de lado, e aposta na ação. Dirigido por Jake Kasdan (responsável pelo reboot de Jumanji), o filme aposta na Adrenalina de Dwayne Johnson, o The Rock (como em Jumanji), um ajudando do Papai Noel super-herói vivido por J.
Planeta dos Macacos – O Reinado
Fui assistir a Planeta dos Macacos – O Reinado com um pé atrás. Muito fã da saga, pensei que seria mais uma história desconectada da mais recente trilogia, uma criação de novos protagonistas. É isso, mas, sim, conecta com os anteriores. Lançado em 1968, O Planeta dos Macacos é um dos maiores clássicos da ficção científica no cinema. O filme marcou história como poucas obras conseguiram – afinal, como esquecer aquele final surpreendente do original (bem diferente do livro que
Duna – Parte 2
Gostei demais da parte inicial de Duna, filme de Denis Villeneuve que agora ganha uma continuação. Nesta Parte 2, o diretor opta pelo gigantismo e parte sem medo para o que seria o maior filme de todos os tempos. E erra a mão. Duna – Parte 2 tem a todo instante um som de trombeta. Muitas vezes! Em vez de se contentar com o efeito sonoro em grandes momentos, emulando a aparição de um vilão ao estilo Darth Vader, a
Aquaman 2 – O Reino Perdido
Houve muita crítica negativa ao recente The Flash. Quem criticou precisa assistir a Aquaman 2: O Reino Perdido. Raramente encontra-se um filme tão ruim quanto este. The Flash é Shakespeare perto do rei dos mares em sua segunda saga. A fórmula é a mesma de muitos outros filmes de heróis. O protagonista passa por um conflito e logo se vê frustrado, mostra que tem uma força inesperada e, ao fim, vence tudo e se torna uma uma versão melhor de
Indiana Jones e a Relíquia do Destino
Quarenta e dois anos depois de sua estreia no cinema, Indiana Jones chega novamente à telona. A Relíquia do Destino mostra um herói velho, cansado, talvez ultrapassado. Porém, Indy jamais está derrotado! Pela primeira vez sem Steven Spielberg na direção, o quinto filme da série faz bonito. Aposta na segurança do que se tornou o clássico de filmes de aventura. Já no início, o herói rouba o cavalo de um policial e sai em disparada em uma avenida tomada por

