Drama
Há Tanto Tempo que Te Amo
Contido, o francês “Há Tanto Tempo que Te Amo” acompanha o processo de reinserção social de Juliette Fontaine (Kristin Scott Thomas), uma ex-presidiária que acaba de cumprir 15 anos de prisão. E desde o minuto inicial o diretor assume a missão de transmitir ao espectador as exatas sensações, angústias, dúvidas e ansiedades experimentadas pela personagem. Esse objetivo, cumprido com maestria, fica claro a partir da fotografia, em tons acinzentados, dos longos silêncios contemplativos e dos closes na fisionomia da atriz
À Deriva
Assisti À Deriva no Festival do Cinema Nacional e ainda que eu exercite diariamente meu lado ranzinza, não dá pra falar tão mal assim de um filme que custou R$ 2 (bem menos que a pipoca e o estacionamento). Começo dando um alerta para as menininhas que têm posters do Cauã Reymond afixados na porta do armário: Ele mal aparece! Lamento, mas terão de esperar por uma eventual aparição Global. O fato é que o filme é carente daquele frio
Coco Antes de Chanel
Gabrielle. Sim, aqui já revelo um dos “segredos” de Coco Chanel. Uma das mais importantes, senão a mais, designers de moda da história tem sua pré-fama retratada neste ótimo filme. Uma garotinha é deixada junto com a irmã num orfanato no coração da França, e todos os domingos espera, em vão, que o pai volte para buscá-la. Ela, a ainda Grabrielle, só tem a companhia de sua irmã. É assim que o filme começa. E vai neste ritmo de amargura
Distante Nós Vamos
Adoro filmes. Adoro cinema. Mas sempre tive um pé atrás com mostras, festivais e afins. Na minha cabeça esse tipo de encontro só podia ter um fim: ver um filme iraniano em uma sala com cadeiras de madeira, gesso do teto despedaçando e um bando de pseudo-intelectuais vestindo camisetas “eu odeio pipoca em cinema”. Pior que isso só se alguém parasse o filme para discutí-lo com a platéia! Mas no último dia, a poucas horas de me livrar, lá vem

