Drama
A Saga Crepúsculo: Lua Nova
Vi a continuação de Crepúsculo. Já digo de cara: gostei mais de Lua Nova do que do primeiro filme da saga. Está certo… continua sendo filme de adolescente. Mas que mal há nisso? Fui ver já com essa visão e até que gostei. As bobagens continuam as mesmas – é um filme de amor com muitos vampiros e, agora, lobisomens. Mas tudo bem. Perca a vergonha, tenha paciência pra comprar seu ingresso, entre na fila com adolescentes histéricas (algumas já
Caramelo
Li e ouvi maravilhas desse filme. E por isso resolvi arriscar. A história é simples. Em um salão de beleza em Beirute, no Líbano, mulheres se encontram para, além de cuidar dos cabelos e afins, jogar conversa fora. Três delas são as responsáveis pelo lugar e recebem clientes a cada dia. Mas o filme não engata. Talvez por esperar muito, achei Caramelo comum. Durante todo o tempo as conversas e situações aparecem sem surpresa e lá para o meio já
Jogada de Gênio
Há certos objetos que estão no nosso dia-a-dia e nem percebemos. Ou melhor, até percebemos, mas nem damos bola, a não se que pifem. Esse filme é sobre um deles, mas com uma história cativante. O tema aqui é o limpador de para-brisa de carro. Um tal de Robert Kearns teve uma jogada de gênio, que dá nome ao filme, e inventou o controle de velocidade para os limpadores de para-brisas. Lá nos anos 1960 este inventor, até então frustrado,
Inimigos Públicos
Jack Sparrow x Batman. Poderia ser mais emocionante. O filme trata da história de gângsters famosos nos anos 30, como John Dillinger (Johnny Depp), Baby Face Nelson e Pretty Boy Floyd que desafiavam a polícia, e, especialmente, o agente Melvin Purvis (Christian Bale), que queria mostrar serviço. A história é interessante, traz todos os elementos de filmes do gênero: carros antigos estilosos, capas e chapéus Panamá, metralhadoras, roubos a bancos, mas fica um pouco confuso porque
À Procura de Eric
Não se trata de um filme ruim. Ruim é ralar os joelhos andando de patins, abrir a caixa de bombons e ver que só sobrou o de banana, levar um fora, bater o dedinho no pé da cama. Essas são coisas bem ruins. Já o filme…o filme é péssimo. E assistir a um péssimo filme em casa dá o trabalho de estender o braço e apertar o eject, no cinema, a angústia de um tempo desperdiçado, mau humor absurdo e,
V de Vingança
Tenho um amigo que chama esse filme de B de Bobagem. Eu discordo. É o melhor filme de heróis nascidos em histórias em quadrinhos. Já vi repetidas vezes e sempre começa mal, mas, após os 20 ou 30 minutos iniciais, pega fogo. Na verdade, explode… quase que literalmente. Prepare-se para ver um filme diferente. V de Vingança (ainda bem que em português calhou de vingança começar com “v”) exalta um terrorista conhecido como Codinome V, especialista em bombas, cujo rosto
Almoço em Agosto
Almoço em Agosto é uma delícia de filme. Não tem como não se apaixonar pelas belezas da Itália e pelo personagem Gianni, homem de meia-idade, que mora com a mãe viúva em Roma. Ele tem dificuldade para pagar as contas, e quando é cobrado pelo proprietário do apartamento, próximo ao feriado “Ferragosto”, de 15 de agosto, acaba aceitando uma proposta indecente… Sabendo de sua dificuldade financeira, o proprietário do apartamento lhe faz uma proposta: se Gianni hospedar a mãe dele
Jean Charles
Filme ruim com bom argumento é só o que existe por aí. E isso é o cúmulo da incompetência. Tudo bem que “Jean Charles” é baseado em história real e que o rapaz foi assassinado sem nenhuma razão. Também fiquei triste. Mas vamos parar, por favor! Só se deve filmar uma história se houver um roteiro interessante. Em suma: o rapaz é o espertão, o meninão, o pândego. Se manda para “a gringa” e conhece tudo quanto é brazuca por
Há Tanto Tempo que Te Amo
Contido, o francês “Há Tanto Tempo que Te Amo” acompanha o processo de reinserção social de Juliette Fontaine (Kristin Scott Thomas), uma ex-presidiária que acaba de cumprir 15 anos de prisão. E desde o minuto inicial o diretor assume a missão de transmitir ao espectador as exatas sensações, angústias, dúvidas e ansiedades experimentadas pela personagem. Esse objetivo, cumprido com maestria, fica claro a partir da fotografia, em tons acinzentados, dos longos silêncios contemplativos e dos closes na fisionomia da atriz
À Deriva
Assisti À Deriva no Festival do Cinema Nacional e ainda que eu exercite diariamente meu lado ranzinza, não dá pra falar tão mal assim de um filme que custou R$ 2 (bem menos que a pipoca e o estacionamento). Começo dando um alerta para as menininhas que têm posters do Cauã Reymond afixados na porta do armário: Ele mal aparece! Lamento, mas terão de esperar por uma eventual aparição Global. O fato é que o filme é carente daquele frio

