O Diário de Bridget Jones
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Um dos filmes mais mulherzinha de todos os tempos. Foi lançado em 2001, mas continua atemporal. A história da trintona-solteirona-atrapalhada pode ser vista e revista, pois inúmeras mulheres se identificam com ela.
A saga começa quando Bridget (Reneé Zellweger) decide comprar um diário para anotar tudo o que se passa em sua vida, desde o seu peso, a quantidade de cigarros e, claro, as trapalhadas afetivas.
Ela trabalha em uma editora de livros e tem uma queda enorme pelo seu colega, Daniel Cleaver (Hugh Grant). Mas a mãe de Bridget torce para que ela fique com o filho dos vizinhos, Mark Darcy (Colin Firth). Bridget descobre que Mark e Daniel se conhecem e se detestam por algum motivo do passado e cada um tem uma versão sobre o fato.
Claro que este triângulo rende o filme todo e a graça é perceber como Hugh realmente se encaixou no papel de sedutor/canalha e como a maioria das mulherzinhas que assistem ao filme também cairiam na conversa dele…(eu inclusa).
A obra é baseada no livro de Helen Fielding e conta até com uma sequência, “Bridget Jones no Limite da Razão”, que não achei tão engraçada quanto o primeiro.
Todo mundo sabe que Reneé teve que engordar zilhões de quilos para o papel e, particularmente, acho que ela fica melhor gordinha do que esquelética. Ela foi indicada para o Oscar de melhor atriz de 2002, mas não levou para casa a estatueta.
CLASSIFICAÇÃO: VALE O INGRESSO
Ficha técnica
Lançamento: 2001
Duração: 94 min.
Direção: Sharon Maguire
Elenco: Renée Zellweger, Hugh Grant e Colin Firth
Gênero: Comédia Romântica


Também achei que a Renée Zellweger ficou muito mais bonita gordinha.
Gosto muito do Hugh Grant, sempre com o jeito de canalha. Fora o Colin Firth. E a Renée Zellweger tb manda bem. Belo filme.