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Glória Feita de Sangue
Ao ouvir o nome de Stanley Kubrick, logo se pensa em Laranja Mecânica, 2001 – Uma Odisseia no Espaço, O Iluminado ou até Spartacus. São seus filmes mais famosos, históricos. O diretor deixou um legado de 13 longas, pouco diante de seus 70 anos de vida. Por isso, resolvi assistir a todos (o último foi O Grande Golpe). Desta vez vi Glória Feita de Sangue. Foi o título que chamou a atenção de Hollywood para Kubrick. Já se percebe que
Speed Racer
Criadores da trilogia Matrix, os roteiristas, diretores e produtores Larry e Andy Wachowski são os responsáveis por levar a clássica série de animação Speed Racer para o cinema. Até que começa bem, especialmente pela mistura de animação e gente de carne e osso, em alta velocidade, mas demoooooorrra. Como demora! O elenco é de peso. Emile Hirsch, Christina Ricci, John Goodman, Susan Sarandon e Matthew Fox estão entre as dezenas de personagens. A história é simples. Speed é um menino
Universidade Monstros
Monstros S. A. é a melhor animação de todos os tempos, até agora, na minha opinião. Por isso, estava louco para assistir a Universidade Monstros, a prequel de James Sullivan e Michael Wazowski, os dois monstros-estrelas. Normalmente seria uma decepção, já que é difícil uma continuação (mesmo que prequel – a primeira da Pixar) superar o original. Não supera, realmente. Mas é muito, muito bom! Wazowski agora é o protagonista. Criança, seu sonho é virar um monstro que trabalha na
Fuga para a Vitória
O americano Sylvester Stalone é o goleiro. O zagueiro inglês Bob Moore joga de meia, um tanto para a ponta direita. O argentino Osvaldo Ardiles ajuda na armação do time. Kazimierz Deyna, polonês, tenta fazer gol como centroavante. Um brasileiro chamado Pelé joga em todas as posições. Eles são comandados por um treinador que também joga, Michael Cane. Fuga para a Vitória mistura atores e jogadores de futebol, travestidos de atores, em uma trama sobre um time de prisioneiros aliados
Toast – A História de Uma Criança com Fome
Toast – A História de Uma Criança com Fome é um filme britânico feito para a televisão, para a BBC. Narra a vida do escritor de gastronomia Nigel Slater. Bem… na verdade, é inspirado em sua história, pois há muitas situações deixadas de lado, a começar pela existência de duas meio-irmãs que conviveram com ele. Mas, até aí, ok. O longa é a prova de que qualquer história, com um bom roteiro, pode ser contada em um filme. Aficionado por
Polissia
Conheci este filme por causa do blog 50 Anos de Filmes, que o Sérgio Vaz mantém (se você não conhece, corre lá – precisa ser acompanhado por quem gosta de cinema). Sua dica sobre Polissia traz adjetivos como “extraordinariamente bem realizado… duro, pesado, amargo, desconcertante, apavorante”. Obrigatório assistir, pensei eu. E é mesmo. O longa traz um tema que não é novo no cinema, e sempre provoca aflição (além de ótimos filmes): pedofilia. Mas desta vez não se foca no
Os Vigaristas
Gostei de Os Vigaristas. A história é boa, com duas atuações bem engendradas de Nicolas Cage e Sam Rockwell. Ia tudo bem… até que percebi que faltava uma surpresa ao filme, daquelas que normalmente aparecem no fim. Quando descobri, veio uma certa decepção. Roy (Nicolas Cage) é um vigarista que tem Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). É um caso extremado. Ao lado de Frank (Sam Rockwell), ele planeja um novo golpe, que, caso dê certo, será bastante lucrativo. Porém, inesperadamente ele
De Pernas pro Ar 2
De Pernas pro Ar já não foi grande coisa. Agora, De Pernas pro Ar 2 consegue ser pior! Som ruim, cenas cheias de clichês, risadas poucas. O filme em nada evolui na comparação com o início da saga. Na verdade, piora. Troca-se o Brasil pelos Estados Unidos, especificamente Nova York. E acaba aí. Fica a nítida impressão de que, com o sucesso do primeiro filme (3,3 milhões de espectadores só em 2011), os produtores resolveram repetir a fórmula. Mas, claro,
Plano de Fuga
Sou fã do Mel Gibson. Ele é o Mad Max, o Martin Riggs de Máquina Mortífera, o William Wallace de Coração Valente… Está certo que já fez porcarias, mas sempre dou um voto de confiança. Em Plano de Fuga ele exagera. Que filme ruim! Com muita ação e certa dose de humor, Plano de Fuga tenta seguir a fórmula de Máquina Mortífera. Mas não chega nem aos pés! O roteiro é sem qualquer noção e exagera na fantasia. O filme

