Romance
Amizade Colorida
Já viu Sexo Sem Compromisso? A história é bem parecida. Mas este Amizade Colorida é melhor! Uma caça-talentos – Mila Kunis – convence um jovem criativo – Justin Timberlake – a aceitar uma proposta de trabalho em Nova York. Eles ficam amigos, logo depois de decepções amorosas. Decidem fechar um acordo: farão sexo deixando qualquer sentimento amoroso de lado. Isso vai dar certo? Claro que não. E aqui não antecipo qualquer final inesperado! O enredo é batido, mas no meio
Como Você Sabe
Reese Whiterspoon, Paul Rudd, Owen Wilson e Jack Nicholson comandam esta comédia romântica – Como Você Sabe – sobre uma homem e uma mulher que passam por épocas difíceis na vida. Eles se encontram em meio às más fases… e aí dá para imaginar. O filme peca por piadas sem graça, falta de explicações, situações pouco críveis. Enfim, o roteiro é ruim. Reese Witherspoon e Paul Rudd são os dois protagonistas. Owen Wilnson mais uma vez faz o papel de
Juntos pelo Acaso
Aí vai o clichê. O moço bonito odeia a moça bonita. Tentam sair para um jantar por causa de amigos em comum, mas ele é um babaca e mulherengo e ela é toda certinha. Não chegam nem ao restaurante. Brigam ao entrar no carro. Passa o tempo e eles são obrigados a conviver, pois os amigos em comum se casaram. Agora acaba o clichê. Um fato diferente acontece e eles são obrigados a morar juntos, sob o mesmo teto. Surge
Pronta para Amar
Sempre insisto nos filmes. Por piores que sejam, vou até o fim. Há vezes que não adianta… não melhoram. Mas há vezes, como em Pronta para Amar, que vale a persistência. Se não fosse a metade inicial, este filme seria muito acima da média. Mas seu começo é pura comédia romântica, cheia de chichês e atuações fracas. Do meio para frente vira drama, e aí cresce. Alegre, bem-sucedida e solteira por opção, Marley, interpretada por Kate Hudson, conhece o médico
The Artist / O Artista
The Artist é o melhor filme do ano, não importa o que a Academia decida no Oscar. Um filme que já nasce clássico. Há muitos anos não me divertia tanto no cinema. Ao final na sessão fiquei torcendo internamente para que as pessoas começassem a aplaudir. Porque a minha vontade era de bater palmas, gritar, assobiar… É sem sombra de dúvidas o melhor filme que eu vi nos últimos tempos. E a homenagem definitiva aos primórdios do cinema. O filme
Larry Crowne – O Amor Está de Volta
Já viu filme ruim com o Tom Hanks? Eu não lembro. Mesmo na fase “alegrinho”, só atuando em comédias no começo da carreira, seus filmes são sempre bons. Larry Crowne – O Amor Está de Volta é mais um exemplo. Quando é demitido do trabalho, Larry Crowne (Hanks, claro) percebe que já é hora mudar a vida. Com dívidas, ele retorna à universidade, a um curso rápido. Logo fica amigo de uma figuraça, que está sempre bem com a vida.
O Primeiro Amor
O nome é ruim. Dá impressão de ser como Meu Primeiro Amor, aquele com o Macaulay Culkin. Esqueça o nome. O filme tem outra pegada. Lembra o ótimo 500 Dias com Ela, mas só lembra, no estilo de edição. É uma grande pedida. Durante a segunda série, Bryce e Juli têm seu primeiro encontro. Juli, a menina, sabe que é amor. Bryce, o menino, tem certeza que não – ao contrário. Nos dias e anos seguintes, Bryce faz tudo para
Um Quarto em Roma
Duas mulheres saem de um bar e param em um quarto de hotel no coração de Roma. É o chamado Um Quarto em Roma. Lá passam 12 horas nuas, fazendo tudo o que de pode imaginar, já sabendo que terão de se separar pela manhã. Uma irá voltar à Espanha. A outra, para seu hotel perto dali. As 12 horas vão mudar suas vidas. Filmado totalmente em um ambiente – o dito quarto -, o longa espanhol tem suas qualidades,
A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1
Assisti ontem a Amanhecer – Parte 1, o quarto filme da série Crepúsculo. Vou ser direto: os primeiros 75% do filme são chaaaatooooossss. Mas no último quarto a história até dá uma reviravolta, das boas, e cativa o espectador. Neste pedaço da saga, Bella se casa com o vampiro Edward. E só na cerimônia se vai meia hora de filme. Os dois decidem passar a Lua de Mel no (adivinha!) Brasil. Todo mundo na rua, sambando, dançando, papagaio, periquito, pegação…
Sem Reservas / Simplesmente Martha
Lígia Sanches, enviada especial à cozinha de Martha O que motiva o remake de um filme? Ou uma refilmagem? Na maioria dos casos, a indústria de cinema aposta num ótimo retorno financeiro. Outros nascem a partir da ideia de homenagear um gênio da sétima arte. Também surgem aqueles que parecem fruto do desejo do produtor ou do diretor de “dar a sua cara” a algo feito por outro. Este parece ser o caso de “Sem Reservas”(Austrália/EUA), de 2007, comédia romântica

