Últimos filmes comentados
A Visita
A cada tentativa, uma decepção maior. Já fui muito fã de M. Night Shyamalan, que estourou em Hollywood com O Sexto Sentido. Mas depois de uma sequência incrível de filmes ruins nos últimos 10 anos, ele se superou. A Visita é péssimo, um dos piores entre todos os seus (só não cravo que é o pior porque ele já fez muita coisa ruim). O último que havia assistido de Shyamalan foi Depois da Terra, com Will Smith e seu filho.
Goosebumps – Monstros e Arrepios
Gosto do Jack Black. Ok, não é um orgulho. O cara não é o melhor ator do mundo. Mas é algo sentimental… me parece um sujeito bacana. Goosebumps – Monstros e Arrepios é um filme com o estilo Jack Black. Se você não gosta dele, fuja. Se não gosta do estilo Disney, fuja também! A produção é bem infantil. O jovem Zach Cooper (Dylan Minnette) acompanha a mãe na mudança de Nova York para uma cidade pequena dos Estados Unidos.
Os Últimos Cavaleiros
Morgan Freeman é bom em todo papel. Os Últimos Cavaleiros é a prova disso. Mesmo com uma pequena, mas importante, participação, ele mostra o quão capaz é. Freeman é Bartok, um mestre na Idade Média, um homem que não trai suas convicções. Ao manter-se incorruptível, é assassinado de uma forma trágica. Raiden, vivido por Clive Owen (que vai bem no papel), é o líder de um grupo de guerreiros que tem sua vida alterada do dia para a noite com
Florence – Quem É Essa Mulher?
Florence Foster Jenkins é rica. Muito rica. Por conta disso, consegue ser aplaudida em tudo que faz. Entre suas façanhas está a interpretação. Ela é péssima, mas sai sempre ovacionada de casa sessão. Com o sucesso, e por adorar ópera, resolve apresentar suas habilidades locais. O problema é que dela “habilidades vocais” não existem. A história, que parece ficção, é verdadeira. Florence é personagem dos anos 1940 dos Estados Unidos. E virou tema de “Florence – Quem É Essa Mulher?”
La La Land – Cantando Estações
Por ANGELICA VILELA DE MORAIS, enviada especial ao cinema O musical La La Land é uma metalinguagem do mundo hollywoodiano. É um filme que fala sobre a indústria do cinema e também da música. De forma leve, mas sem deixar de ser crítico. Na história, Mia (Emma Stone) “esbarra” em Sebastian (Ryan Gosling). Ela, aspirante à atriz. Ele, pianista de Jazz tradicionalista que sonha em manter o gênero intacto em um pedestal. Da relação improvável surge um relacionamento amoroso que
A Garota Dinamarquesa
A Garota Dinamarquesa conta a história de Einar Wegener, um pintor dinamarquês casado, de relativo sucesso, que deseja assumir sua identidade feminina. Mas o título pode servir também para sua esposa, Gerda. É ela quem reina no longa, interpretada com maestria por Alicia Vikander (de Ex-Machina). Não à toa Alicia levou para casa a estatueta do Oscar de Atriz Coadjuvante. Não que Eddie Redmayne (vencedor do Oscar de Ator por A Teoria de Tudo), que vive o pintor Einer, esteja
Truman
Ricardo Darín todo mundo já conhece. Sou mais um entre seus tantos fãs. Javier Cámara é um nome desconhecido no Brasil, mas uma referência pode ajudar: no espanhol Fale Com Ela, ele interpreta o enfermeiro. Estes dois excepcionais atores são o que levam Truman a ser um espetacular filme. Eles e, é verdade, e o diretor Cesc Gay, que com Tomas Agaray assina o roteiro. Darín interpreta Julian, um ator argentino radicado em Madrid, que desiste de lutar contra o
Esquadrão Suicida
E não é que eu gostei? Sim, Esquadrão Suicida me cativou. E olha que praticamente todas as críticas são contra o filme. Mas, enfim, curti! A ideia original é interessante. Temendo uma virada de lado de Superman ou seu sumiço, o governo dos Estados Unidos decide colocar em prática um ambicioso plano de uma poderosa figura de seus quadros, Amanda Waller. Ela seleciona uma série de temidos criminosos para formar um time que combata forças sobre-humanas. Sim, os malvados serão
Sully – O Herói do Rio Hudson
Clint Eastwood, Tom Hanks e Aaron Eckhart. Este é o trio que Sully – O Herói do Rio Hudson se segura. E, claro, numa história real heroica. Aí não tem como errar. Em 15 de janeiro de 2009, um avião foi obrigado a pousar em pleno rio Hudson, que corta a cidade de Nova York. Obviamente, manobra arriscada. Resultado: zero morte. Para narrar esta jornada, o diretor Clint Eastwood optou por um filme sóbrio, que foca muito mais no pós-pouso
Caça-Fantasmas
Olha, sou fã de Os Caça-Fantasmas. Gosto do 1 e do 2, mesmo não sendo espetaculares. Marcaram uma geração dos anos 1980. Fui todo empolgado para assistir a Caça-Fantasmas. Pelo amor de Deus, que filme ruim! Pode-se até considerar que o longa original, de 1984, tem um toque machista, com 4 homens salvando a cidade de Nova York e a secretário como tonta. Mas aí é preciso também considerar que este Caça-Fantasmas é contra os homens, com um secretário (tão

