Posts From Danilo Vicente
Os Vigaristas
Gostei de Os Vigaristas. A história é boa, com duas atuações bem engendradas de Nicolas Cage e Sam Rockwell. Ia tudo bem… até que percebi que faltava uma surpresa ao filme, daquelas que normalmente aparecem no fim. Quando descobri, veio uma certa decepção. Roy (Nicolas Cage) é um vigarista que tem Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). É um caso extremado. Ao lado de Frank (Sam Rockwell), ele planeja um novo golpe, que, caso dê certo, será bastante lucrativo. Porém, inesperadamente ele
De Pernas pro Ar 2
De Pernas pro Ar já não foi grande coisa. Agora, De Pernas pro Ar 2 consegue ser pior! Som ruim, cenas cheias de clichês, risadas poucas. O filme em nada evolui na comparação com o início da saga. Na verdade, piora. Troca-se o Brasil pelos Estados Unidos, especificamente Nova York. E acaba aí. Fica a nítida impressão de que, com o sucesso do primeiro filme (3,3 milhões de espectadores só em 2011), os produtores resolveram repetir a fórmula. Mas, claro,
Plano de Fuga
Sou fã do Mel Gibson. Ele é o Mad Max, o Martin Riggs de Máquina Mortífera, o William Wallace de Coração Valente… Está certo que já fez porcarias, mas sempre dou um voto de confiança. Em Plano de Fuga ele exagera. Que filme ruim! Com muita ação e certa dose de humor, Plano de Fuga tenta seguir a fórmula de Máquina Mortífera. Mas não chega nem aos pés! O roteiro é sem qualquer noção e exagera na fantasia. O filme
O Grande Golpe
Stanley Kubrick hoje é grife de cinema. Laranja Mecânica, Barry Lyndon, 2001 – Uma Odisseia no Espaço e Dr. Fantástico são algumas de suas obras-primas. Mas seu talento foi revelado ao mundo neste O Grande Golpe. Não está no mesmo nível dos famosos, mas é bom. De 1956, baseado no livro Clean Break, de Lionel White, o filme inova ao mostrar uma história não linear. Não chega a ser um Pulp Fiction, com o fim no começo, o meio no
Os Acompanhantes
Os Acompanhantes é um filme diferente. Não tem um objetivo, o que geralmente é uma má característica, mas mesmo assim é bom. Traz situações e personagens interessantes e entretém com o passar das cenas. No final, nenhuma mensagem. Mas e daí? Talvez essa seja a mensagem: nem sempre é preciso haver uma meta, uma intenção. Paul Dano, que estourou em Pequena Miss Sunshine e já fez os muito bons Ruby Sparks – A Namorada Perfeita e Looper – Assassinos do Futuro, é
Entre o Amor e a Paixão
De vez em quando – muito de vez em quando – aparece um título nacional decente para filme estrangeiro. Entre o Amor e a Paixão é um ótimo exemplo disso. O original Take This Waltz nada quer dizer. Mas a versão para português resume bem o que o filme passa. Margot visita a pequena cidade de Louisbourg, no Canadá, para escrever um folheto turístico sobre o local. Ao assistir a uma reencenação histórica que mostrava um adúltero sendo humilhado publicamente,
A Última Casa da Rua
Jennifer Lawrence. Só por causa dela coloquei A Última Casa da Rua na lista de filmes que gostaria de ver. Vi. E quase me arrependi. Na verdade, só não me arrependi porque não me arrependo de ver filmes. Mas é beeeeeemmmm fraquinho. A trama conta sobre mãe e filha que se mudam para um casarão em um nova cidadezinha para, como sempre, começar uma nova vida. Esse é só o primeiro de tantos clichês. Há o rapaz injustiçado pela cidade
Meu Malvado Favorito 2
Não tinha muita expectativa ao assistir a Meu Malvado Favorito. Talvez por isso, fiquei bem impressionado. A história do vilão que, lá no fundo, tem bom coração, apesar de não ser inovadora, conquista. Mais do que Gru, o malvado do título, há três meninas que arrebatam o espectador, além de uns bichinhos amarelos – os chamados Minions – que não param quietos e são engraçados. Agora fui ao cinema assistir à continuação, Meu Malvado Favorito 2. A fórmula não muda.
Na Mira do Chefe
Após assistir a 7 Psicopatas e 1 Shih Tzu, segundo filme do diretor e roteirista Martin McDonagh, resolvi investir em sua primeira obra, Na Mira do Chefe. Ambos comprovam que o cara é bom. 7 Psicopatas é melhor, mas Na Mira é bacana. O filme nasceu da ideia de McDonagh sobre o que acontece com as balas perdidas nos filmes de ação. São sempre perdidas, claro… mas atingem algum desconhecido que fora de cena? Ele criou a história de Ray
Diário de Um Banana 2 – Rodrick É o Cara!
Sem querer, caí na série Diário de Um Banana. Não nos livros, mas, sim, nos filmes. Depois de assistir ao primeiro dos três longas até agora filmados, gostei e decidi encarar a sequência, “Diário de Um Banana 2 – Rodrick É o Cara!”. Surpresa: é melhor que o anterior! Tanto o 1 quanto o 2 são filmes para crianças e adolescentes, mas têm a vantagem de abordar questões de meninos e meninas de maneira ingênua. Este é o charme da

