Posts From Danilo Vicente
O Poder e a Lei
Muito bom O Poder e a Lei! Típico filme policial, com muito tribunal e suspense. Tem uma trama boa, com reviravoltas que se encaixam, sempre mantendo a chama da dúvida acesa, até o último momento. Dirigido pelo desconhecido Brad Furman, a adaptação do livro de Michael Connelly (roteirista do filme, com John Romano), traduzido no Brasil como “Advogado de Porta de Cadeia”, pode não apresentar qualquer novidade, masnão precisa. Não inventa, aposta no roteiro e funciona. Mick Haller é um
Aproximação
De agora em diante está decidido. Juliette Binoche é chata. Desculpem os fãs da estrela francesa, mas eu tentei. Assisti a Cachê, e adorei. Também vi Anti-Heróis, no qual participa pouco. É bom. Alice e Martin, fraco! Cópia Fiel, horroroso. E, agora, Aproximação. Muito ruim. Ok, não vi Morro dos Ventos Uivantes, A Insustentável Leveza do Ser, a trilogia azul, vermelha e branca, nem Chocolate e O Paciente Inglês. Posso, assim, ter perdido os melhores dela. Mas todos estes são
O Primeiro Amor
O nome é ruim. Dá impressão de ser como Meu Primeiro Amor, aquele com o Macaulay Culkin. Esqueça o nome. O filme tem outra pegada. Lembra o ótimo 500 Dias com Ela, mas só lembra, no estilo de edição. É uma grande pedida. Durante a segunda série, Bryce e Juli têm seu primeiro encontro. Juli, a menina, sabe que é amor. Bryce, o menino, tem certeza que não – ao contrário. Nos dias e anos seguintes, Bryce faz tudo para
Um Quarto em Roma
Duas mulheres saem de um bar e param em um quarto de hotel no coração de Roma. É o chamado Um Quarto em Roma. Lá passam 12 horas nuas, fazendo tudo o que de pode imaginar, já sabendo que terão de se separar pela manhã. Uma irá voltar à Espanha. A outra, para seu hotel perto dali. As 12 horas vão mudar suas vidas. Filmado totalmente em um ambiente – o dito quarto -, o longa espanhol tem suas qualidades,
O Gato
Ele é pouco conhecido no Brasil. Mas nos Estados Unidos é sucesso há décadas. Se você já ouviu falar em The Cat in the Hat, vale muito assistir. Se não, esqueça. Aportuguesado para O Gato, o filme é de 2003. Foi extremamente criticado ao ser lançado, pois, com público-alvo em crianças, tem piadas de duplo sentido, humor negro e conteúdo bastante adulto. Eu, que já deixei a infância faz tempo, gostei! Não é desenho. É live-action, com pessoas interpretando o
Trabalho Sujo
Amy Adams e Emily Blunt interpretam duas irmãs que estão mal na vida. Rose Lorkowski (Amy) é trabalhadora, mas não consegue mais sustentar o filho como faxineira. Norah não gosta de pegar no batente e ainda mora com o pai. As duas decidem entrar em um novo negócio: limpar locais onde pessoas morreram. O filme é bom, mas peca pela atuação de Amy Adams (A Jovem Rainha Vitória e O Lobisomem). Ela faz as mesmas caras que fez em Encantada,
Os Pinguins do Papai
Filme com o Jim Carrey. Sempre fui defensor dele, mas realmente as caretas não param. Os Pinguins do Papai é mais do mesmo. Pulos, quedas, gafes… e caretas. Típico filme do cara. Trata-se de uma adaptação do livro Mr. Popper’s Penguins, de 1938, escrito pelo casal Richard e Florence Atwater. Na obra, Senhor Popper é um modesto pintor de casas que sonha em ser pesquisador no Ártico e começa a trocar cartas com exploradores. Um deles envia de presente um
Atraídos pelo Crime
Três policiais com o diabinho sussurrando no ouvido: “vai, haja errado”. Richard Gere, Don Cheadle e Ethan Hawke interpretam o trio. São três atores de peso, que valorizam o filme e o deixam bacana. Gere é Eddir Dugan, que está a sete dias da aposentadoria. Seu histórico profissional não é dos melhores. Não tem amigos, não tem família. Precisa todo dia encontrar um motivo para não se suicidar. Garantir a segurança das pessoas? Não é com ele. Cheadle (Hotel Ruanda
Melancolia
Agora, sim. Este, sim, é um filmaço. Melancolia, creio, é do primeiro time da história do cinema. Acaba de entrar para a lista dos melhores que já vi. Pelo menos entre os cinco está, fácil fácil. Lars von Trier, diretor do longa, correu o risco em 2011 de ficar marcado pela declaração que deu em pleno Festival de Cannes (disse “entender” Adolf Hitler). Virou “persona non grata” e foi expulso do evento. Pois bem… o que vai marcá-lo mesmo é
A Árvore da Vida
Já vou direto ao ponto: odiei A Árvore da Vida. Quem não viu o filme, acredite – e confira os argumentos. Quem já viu, e ameaça agora parar de ler este texto pensando que nada entendi da obra, insista um pouco, e tenha certeza: percebi todos os sinais religiosos, compreendi as metáforas, achei as imagens lindas e até gostei das atuações. Mas, peneirando toda a pretensão do diretor Terrence Malick, sobra nada de bom. Trata-se de um filme grandioso, em

