Posts From Danilo Vicente
Sim, o blog mudou… para melhor
O Não Entende Mas Comenta está de cara nova. Neste 1º de abril de 2011… ops, na verdade já estamos em 2 de abril (não dava para mudar no Dia da Mentira!)… o blog ganha logomarca bacana e fica muito mais fácil de ler. Sai aquele fundo preto e entra o branco, com a temática de cinema (afinal, é disso que tratamos). O mérito é da Má Sampaio, que, em parceria com nossa amiga Fe Anhaia Melo, bolou toda a
Como Eu Festejei o Fim do Mundo
Como Eu Festejei o Fim do Filme… ops, não… do Mundo! O ato falho (nem tão falho assim) é para ilustrar como classifico este filme. Que devagar! Durante o regime do ditador Nicolae Ceausescu, em 1989, na Romênia, Eva e o namorado acidentalmente quebram um busto do ditador. Ela acaba expulsa do colégio e mandada para outro, mais rígido. Enquanto isso, seu irmão Lalalilu (que nome é esse?!?!?!?), de apenas 7 anos, planeja um atentado contra Ceausescu. Produção romeno-francesa, o
A Partida
Ei, leitor deste blog, atenção. A partir desta linha você irá ler sobre um dos melhores filmes que eu já assisti. Talvez nossos gostos não combinem, mas com esta obra é difícil ter opinião diferente. A Partida é uma obra-prima, com total mérito vencedora do Oscar de Filme Estrangeiro em 2009. Direção forte, ótimas interpretações (com poucas exceções), roteiro bem amarrado e a estupenda utilização do tema “morte” fazem deste filme uma belíssima experiência cinematográfica. Respeito: esta é a palavra-chave
Coco Chanel e Igor Stravinsky
Coco Chanel é uma personagem pitoresca. As roupas, a música, os chapéus, o cabelo… a mulher que virou a moda de cabeça para baixo é cinema puro. Mais do que seu legado, sua história é fértil em acontecimentos que podem preencher filmes e mais filmes. Coco Chanel e Igor Stravinsky, de 2009, conta um pedaço desta vida, o relacionamento entre ela e o compositor russo, período em que surge o perfume Chanel Nº 5. É a obra que complementa, sem
Alpha Dog
Depois de assistir a Justin Timberlake em A Rede Social, fiquei pensando qual outro filme ele havia feito. O ex-‘N Sync foi bem como o inventor do Napster no filme sobre o Facebook, o que me não me surpreendeu, pois tinha lá no fundo da mente uma lembrança de ter gostado de sua atuação em outro filme. Fui atrás e encontrei: Alpha Dog. Ah, um belo filme! Baseada na vida Jesse James Holywood, que na década de 1990 tornou-se a
Minhas Mães e Meu Pai
O problema de Minhas Mães e Meu Pai é não decidir se é comédia ou se é drama. Na primeira parte é comédia, e convida para um enredo mela cueca. Da metade para frente, é drama, já com um sério olhar sobre homessexualismo e responsabilidade. Aí o espectador acaba se perdendo, uma parte não encaixa na outra. Casadas há quase 20 anos, Nic (Annette Bening) e Jules (Julianne Moore) conceberam os seus dois filhos, Laser (Josh Hutcherson) e Joni (Mia
Capitalismo: Uma História de Amor
Michael Moore diz umas verdades que incomodam. Mas infelizmente se perde a devaneios e teorias da conspiração. Mais uma vez essas características estão em um filme seu, agora em Capitalismo: Uma História de Amor. Socialista, Moore fez este filme logo após o colapso econômico mundial em 2009. Para o diretor de Tiros em Columbine e Fahrenheit 11/9, “o capitalismo é ruim e não pode ser reformado” e o livre mercado é um sistema para roubar os trabalhadores e garantir que
Baarìa – A Porta do Vento
Há artistas que ficam marcados por uma obra. São aquelas obras-primas, que deixam todos embasbacados. De início, isso é ótimo. Mas depois, por toda a carreira, eles têm de aguentar a comparação. E claro que esta comparação é cruel, pois não é todo dia que nasce uma pintura como Juízo Final, de Michelângelo, um livro como A Sangue Frio, de Truman Capote, uma música como Rock And Roll All Night, o hino composto pelo Kiss. Assim também é no cinema:
O Marido da Cabeleireira
Um filme rápido, com roteiro simples e uma mensagem legal. O francês O Marido da Cabeleireira é uma boa opção por isso. Mas cresce por ser também surpreendente. Vi na internet um questionamento ótimo baseado neste filme: por que todos os filmes não têm 80 minutos? É neste tempo que é contada a história de Antoine (Jean Rochefort), um senhor com alma de criança e obsessão, desde a infância, por cabeleireiras. Ele simplesmente é apaixonado por cabeleireiras, vidrado mesmo. Certo

