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De Volta ao Planeta dos Macacos
Sou muito fã de O Planeta dos Macacos, aquele antigão, de 1968. Na verdade, gosto de todos os filmes da série, até mesmo de O Planeta dos Macacos – A Origem (2011) ou o do Tim Burton (2001). Neste domingo resolvi re-assistir ao segundo, De Volta ao Planeta dos Macacos, com a ideia de ver as quatro sequências originais em uma levada só. Pena, me decepcionei. Com o primeiro na cabeça, o segundo, hoje, perde muito. A história começa bem,
O Açougueiro
Filme da década de 1970 me fascina. Ainda mais suspense. O Açougueiro tem as duas características. É um bom filme. Médio. O açougueiro Popaul conhece a professora e diretora da escola Helene em um casamento. Ambos tem ums vida pacata, em uma pequena cidade rural na França, e se tornam amigos. Até que mulheres são assassinadas na região e Helene descobre na cena do crime o isqueiro que havia dado a Popaul. O Acougueiro é considerado pela crítica o melhor
Orgulho e Preconceito – 1995
O clássico da literatura inglesa Orgulho e Preconceito, escrito por Jane Austen e publicado em 1813, foi votado o número um entre os livros indispensáveis para os britânicos, à frente de O Senhor dos Anéis, de J.R.R. Tolkien, e Jane Eyre, de Charlotte Bronte. A votação pela internet teve a participação de cerca de 2.000 leitores. O resultado está lá no site da emissora de televisão BBC. Esta mesma BBC que adaptou Orgulho e Preconceito para uma minissérie com cerca
Hitchcock
Adorei Hitchcock, o filme. Não sou fã do diretor Alfred Hitchcock – simplesmente por que conheço pouco de sua obra. E talvez por isso não tenha me prendido à fidedignidade do filme. Essa é a grande crítica que os especialistas fizeram, alegando que o longa tem partes inventadas em meio a cenas baseadas em fatos reais. Não tinha como identificar isso. Mas gostei bastante do que o diretor Sacha Gervasi (roteirista de O Terminal e do péssimo A Ocasião Faz
A Datilógrafa
Resolvi assistir ao filme A Datilógrafa por causa das críticas positivas. Todo mundo escrevendo maravilhas sobre o longa francês. Mas aqui neste blog a gente pode não entender, mas comenta. E achei uma “bomba”. A personagem central chama-se Rose Pamphyle. Ela é o Rocky Balboa das máquinas de escrever. Como o boxeador, tem até um talento nato, mas se supera por causa do esforço e do treino. Também como o Garanhão Italiano, sempre começa perdendo, mas na hora da decisão
A Delicadeza do Amor
Audrey Tautou jamais deixará de ser lembrada por O Fabuloso Destino de Amelie Poulain. Os grandes olhos pretos, uma certa timidez e até o jeito sonhador fazem parte de sua imagem. Ela bem que tentou mudar isso, com O Código da Vinci. E recentemente anunciou que não faz questão de Holywood. Faz muito bem! Tem feito ótimos filmes, como Coco Antes de Chanel e, agora, A Delicadeza do Amor. É, como o nome indica, um filme sobre o amor, mas,
Bem Vindo à Vida
Após a morte do pai, Sam recebe a incumbência de entregar parte da herança para Frankie, uma meio-irmã que ele não conhecia. Ao iniciar o contato com ela, sem revelar o parentesco, ele acaba aprendendo que precisa mudar de vida, incluindo as relações com a mãe e com a namorada. Esta é a sinopse de Bem Vindo à Vida. Mas por que diabos este cara não conta pra moça que ela é sua irmã?!?!?! O erro do roteiro já começa
A Chave de Sarah
Entre sete mil e treze mil pessoas – judeus franceses – arrancados de suas residências e jogados no velódromo de Paris. Segunda Guerra Mundial. A França colabora com a Alemanha nazista. O episódio já resultou em um filme muito bom, Amor e Ódio, com Jean Reno. Agora volta com A Chave de Sarah. É um bom filme, mas peca por criar uma história que confunde passado e presente. Norte-americana radicada em Paris, a jornalista Julia Jarmond (Kristin Scott Thomas) começa
Somos Tão Jovens
Não sou fã da Legião Urbana. Nem nunca cultuei Renato Russo. Mas também não sou bobo de pensar que ambos não tenham marcado a música brasileira. Somos Tão Jovens conta a história de Renato, da formação do Aborto Elétrico, sua banda inicial, e chega ao sucesso da Legião. É um filme bem legal, seja ou não fã. A produção aborda os primeiros contatos de Renato com o punk e a construção do Aborto Elétrico. Ainda adolescente, ele passa a crescer
Festa de Família
Festa de Família é do mesmo diretor e roteirista do estupendo A Caça, o dinamarquês Thomas Vinterberg. O segundo é o motivo de eu assistir ao primeiro. Não há dúvida de que o cara é fora de série! De início, uma família feliz. Pai comemorando 60 anos de idade com uma festona, ao lado da esposa e dos três filhos vivos (uma filha morreu há pouco tempo). Um deles é meio tresloucado, mas toda a família o atura. Dezenas –

