Blog
Medianeras – Buenos Aires na Era do Amor Virtual
“Isso, sim, é roteiro. Não há elemento… que não vá ter bom uso – e deliciar o espectador”. “Taretto (Gustavo, o diretor e roteirista) e sua equipe premiam o espectador com momentos de doce simplicidade e encantamento”. Exemplos de crítica especializada sobre Medianeras – Buenos Aires na Era do Amor Virtual. A primeira é da revista Veja. A segunda, do site Adoro Cinema (www.adorocinema.com.br). Exemplos de exagero sobre este filme argentino. Logo depois de ler a maior revista do País,
50%
Este moço chamado Joseph Gordon-Levitt é muito bom ator. Para quem lembra da série 3rd Rock From the Sun, ele é o alienígena mais novo, Tommy Solomon. Mas isso foi láááá atrás, quando ainda estava restrito à televisão. De lá para cá já teve destaque em A Origem, ao lado de Leonardo Di Caprio, em Dez Coisas Que Eu Odeio em Você, em Matadores de Aluguel e em G.I. Joe – A Origem de Cobra, entre tantos outros. Se você
Ed Wood
Tim Burton e Johnny Depp revivendo o pior diretor de todos os tempos. Só pode resultar em filme bom. Bom, não. O ótimo Ed Wood. Toda em preto e branco (como os filmes da primeira metade do século passado), a obra conta a trajetória de, claro, Ed Wood, diretor, produtor e ator de filmes de terror, ficção científica e erotismo nas décadas de 1940, 50, 60 e 70. O homem fazia tudo em suas produções, hoje consideradas filmes “b” ou
Skinheads – A Força Branca
O ano é 1992. O gladiador Russell Crowe, desconhecido do mundo. Ao lado de atores iniciantes, ele participa de um filme polêmico, sobre neonazistas: Skinheads – A Força Branca. Interessante, não? Sim! Crowe é Hando, o líder dos Nazi-Skins, uma gangue racista que declara guerra contra os imigrantes asiáticos. Seu ódio explode em ataques violentos contra a comunidade vietnamita do local. Mas quando suas vítimas contra-atacam, sua gangue se dissolve e ele foge, com Davey (Daniel Pollock), seu melhor amigo,
Juntos pelo Acaso
Aí vai o clichê. O moço bonito odeia a moça bonita. Tentam sair para um jantar por causa de amigos em comum, mas ele é um babaca e mulherengo e ela é toda certinha. Não chegam nem ao restaurante. Brigam ao entrar no carro. Passa o tempo e eles são obrigados a conviver, pois os amigos em comum se casaram. Agora acaba o clichê. Um fato diferente acontece e eles são obrigados a morar juntos, sob o mesmo teto. Surge
Starsky & Hutch – Justiça em Dobro
Sempre tive um pé atrás com Starsky & Hutch – Justiça em Dobro. De 2004, me passava a imagem de mais um filme de escracho, cheio de baboseiras. Mas “de graça” na HBO… assisti. E até é bacanudo. É o sexto de nove filmes de Ben Stiller e Owen Wilson juntos. David Starsky (Stiller) e Ken Hutchinson (Wilson) são dois policiais que, em plena década de 1970, trabalham na cidade de Bay City. Starsky e Hutch sempre são designados para
Poesia
Melhor roteiro no Festival de Cannes de 2010. Prêmio que o diretor Lee Chang-dong não esperava, segundo suas entrevistas. Ele disse que aguardava o de Melhor Atriz, para Yoon Hee-jeong, protagonista de Poesia. O homem estava certo. Sul-coreano, Poesia tem um bom roteiro, que cativa. Mas está longe de ser ótimo, como se espera de um vencedor em Cannes. É um tanto longo e cansativo, com muitos dos 139 minutos arrastados. Tem cenas desnecessárias. Filme oriental tem outro ritmo? Até
Missão Madrinha de Casamento
Daí que eu li aqui que este filme era a versão feminina de “Se Beber Não Case”. Que legal, pensei, deve ser engraçadíssimo. Só que não. O filme é divertidinho. Lillian (Maya Rudolph) é pedida em casamento e escolhe sua melhor amiga, Annie (Kristen Wiig), como uma de suas madrinhas. Só que, além de Annie, ainda existem outras 4: Helen (Rose Byrne), Megan (Melissa McCarthy), Rita (Wendi McLendon-Covey) e Becca (Ellie Kemper). Annie começa logo a se desentender com Helen
A Missão do Gerente de Recursos Humanos
A história tem um toque de realismo fantástico. Em A Missão do Gerente de Recursos Humanos, o tal responsável pelo setor na maior padaria de Jerusalém precisa acompanhar o enterro de uma funcionária. A tarefa não é fácil. O corpo dela vai a outro país, a Romênia. A missão surge porque a imprensa acusa a panificadora de omissão, de falta de compaixão. E lá vai o homem com o caixão, em uma viagem que até lembra as peripécias familiares em
Pronta para Amar
Sempre insisto nos filmes. Por piores que sejam, vou até o fim. Há vezes que não adianta… não melhoram. Mas há vezes, como em Pronta para Amar, que vale a persistência. Se não fosse a metade inicial, este filme seria muito acima da média. Mas seu começo é pura comédia romântica, cheia de chichês e atuações fracas. Do meio para frente vira drama, e aí cresce. Alegre, bem-sucedida e solteira por opção, Marley, interpretada por Kate Hudson, conhece o médico

