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Starsky & Hutch – Justiça em Dobro
Sempre tive um pé atrás com Starsky & Hutch – Justiça em Dobro. De 2004, me passava a imagem de mais um filme de escracho, cheio de baboseiras. Mas “de graça” na HBO… assisti. E até é bacanudo. É o sexto de nove filmes de Ben Stiller e Owen Wilson juntos. David Starsky (Stiller) e Ken Hutchinson (Wilson) são dois policiais que, em plena década de 1970, trabalham na cidade de Bay City. Starsky e Hutch sempre são designados para
Poesia
Melhor roteiro no Festival de Cannes de 2010. Prêmio que o diretor Lee Chang-dong não esperava, segundo suas entrevistas. Ele disse que aguardava o de Melhor Atriz, para Yoon Hee-jeong, protagonista de Poesia. O homem estava certo. Sul-coreano, Poesia tem um bom roteiro, que cativa. Mas está longe de ser ótimo, como se espera de um vencedor em Cannes. É um tanto longo e cansativo, com muitos dos 139 minutos arrastados. Tem cenas desnecessárias. Filme oriental tem outro ritmo? Até
Missão Madrinha de Casamento
Daí que eu li aqui que este filme era a versão feminina de “Se Beber Não Case”. Que legal, pensei, deve ser engraçadíssimo. Só que não. O filme é divertidinho. Lillian (Maya Rudolph) é pedida em casamento e escolhe sua melhor amiga, Annie (Kristen Wiig), como uma de suas madrinhas. Só que, além de Annie, ainda existem outras 4: Helen (Rose Byrne), Megan (Melissa McCarthy), Rita (Wendi McLendon-Covey) e Becca (Ellie Kemper). Annie começa logo a se desentender com Helen
A Missão do Gerente de Recursos Humanos
A história tem um toque de realismo fantástico. Em A Missão do Gerente de Recursos Humanos, o tal responsável pelo setor na maior padaria de Jerusalém precisa acompanhar o enterro de uma funcionária. A tarefa não é fácil. O corpo dela vai a outro país, a Romênia. A missão surge porque a imprensa acusa a panificadora de omissão, de falta de compaixão. E lá vai o homem com o caixão, em uma viagem que até lembra as peripécias familiares em
Pronta para Amar
Sempre insisto nos filmes. Por piores que sejam, vou até o fim. Há vezes que não adianta… não melhoram. Mas há vezes, como em Pronta para Amar, que vale a persistência. Se não fosse a metade inicial, este filme seria muito acima da média. Mas seu começo é pura comédia romântica, cheia de chichês e atuações fracas. Do meio para frente vira drama, e aí cresce. Alegre, bem-sucedida e solteira por opção, Marley, interpretada por Kate Hudson, conhece o médico
Precisamos Falar Sobre o Kevin
Um filme para pensar, debater, propor teorias, raciocinar… Precisamos Falar Sobre o Kevin é um baita filme. Na tela, surge a maldade pura, e discute-se se ela realmente existe, se é possível haver o mal desde o sopro inicial de vida. Na primeira cena, impactante, percebe-se que algo dará errado. Eva (Tilda Swinton, em atuação digna de Oscar) está na Tomatina, aquela festa espanhola, em Valência, regada a tomates. O vermelho, cor do sangue, toma a tela. É a cor
Lanterna Verde
Regular. Lanterna Verde é um filme médio. E poderia ser bem melhor! O filme sobre o herói Hal Jordan (um dos que encarnou o Lanterna nas histórias em quadrinhos) tem diálogos óbvios, cenas de fácil assimilação e enredo contínuo. Talvez a DC Comics tenha apoiado este formato devido à dificuldade que a história original traz, com muita gente no papel do herói, inimigos confusos e viagens através de galáxias surgidas no pensamento dos autores (se quer saber mais sobre o
The Artist / O Artista
The Artist é o melhor filme do ano, não importa o que a Academia decida no Oscar. Um filme que já nasce clássico. Há muitos anos não me divertia tanto no cinema. Ao final na sessão fiquei torcendo internamente para que as pessoas começassem a aplaudir. Porque a minha vontade era de bater palmas, gritar, assobiar… É sem sombra de dúvidas o melhor filme que eu vi nos últimos tempos. E a homenagem definitiva aos primórdios do cinema. O filme
Onde o Amor Está!
Não estou em uma fase de bons filmes. “Onde o Amor Está!” tem Gwyneth Paltrow como protagonista. Ok, ela é bacana, tem talento. Mas entre atuar e cantar, devia escolher a primeira opção. E não misturá-las de jeito algum! Em “Onde o Amor Está!”, combinando com minha atual época cinematográfica, fica claro que ela decidiu aparecer para o mundo da música (de novo, depois de Duets – Vem Cantar Comigo). Não consegui contar, mas há umas 20 músicas em todo
Cilada.com
Direto ao assunto: Cilada.com é ruim paca! Grosseiro, clichê ao extremo, sem graça. De verdade, só assista se não houver mais opção na locadora. De tão ruim, minha cara metade, Angelica, pediu para escrever a resenha do filme. Ficou revoltada. Por ela, a resenha seria “é tão ruim que não vale nem escrever sobre ele”. E por isso estamos aqui os dois, escrevendo em conjunto. Bruno Mazzeo é um comediante de sucesso. Filho de Chico Anysio, conseguiu aparecer com um

