Blog
Amor e Outras Drogas
Resistir ao amor é tão eficiente quanto tentar segurar um espirro. Ou seja, mais cedo ou mais tarde ele vence e você acaba espirrando. Amor e Outras Drogas prova com simplicidade, leveza e certa superficialidade que a gente não escolhe por quem ou quando se apaixonar. Argumento clichê que conta com boas atuações, o água com açúcar diverte e entretém na medida a que se propõe. Ainda que permeie questões sérias e até tabus e preconceitos, o filme não se
Zé Colmeia – O Filme
É ruim. Zé Colmeia – O Filme é ruim. Mas tudo bem, não dava para esperar algo melhor. Na verdade, até dava, pelo menos um pouquinho melhor. Baseado no célebre desenho da dupla Hanna-Barbera, a adaptação para os cinemas tem um foco claro, as crianças. Ou melhor, os pós-bebês, já que quem passou dos 7 anos de idade não vai gostar. Vamos à história: no ano do centenário do parque Jellystone, o prefeito decide vendê-lo. Com o dinheiro arrecadado ele
Medos Privados em Lugares Públicos
No drama francês Medos Privados em Lugares Públicos há seis personagens. São seis pessoas solitárias, mesmo que vivendo em conjunto com outras. Suas histórias se cruzam direta ou indiretamente, mas há sempre uma sensação de vazio. Eles buscam contato humano, calor, em contraste à neve e ao frio que pairam sobre a história. É um filme triste. Em uma Paris que de Cidade Luz tem pouco, o filme é todo dividido em pequenas interações entre dois personagens, sempre carregadas de
Amor e Ódio
É difícil alguém parar para pensar e pesquisar sobre o período da Segunda Guerra Mundial em diferentes pontos do planeta. No cinema, Alemanha, Japão e Polônia, centro da disputa, têm os anos de 1939 a 1945 retratados em muitos momentos. Mas já se vão 66 anos do fim da embate e o interesse é cada vez menor. O que houve nesta época em países como a França, vizinha e opositora da Alemanha? Este Amor e Ódio tem o mérito de
X-Men – Primeira Classe
Freqüentemente é aquela história: o filme elogiado fica abaixo do esperado. Vi X-Men – Primeira Classe nesta tarde e sai da sala de cinema com essa sensação. É bom, mas não achei o melhor da série (como o já postado X-Men – O Filme), bem abaixo do que a maioria das pessoas está falando. Longe, então, de ser o melhor filme nascido de histórias em quadrinhos. Ponto positivo para a descoberta da origem de muitos dos personagens, o começo do
Qualquer Gato Vira-Lata
Qualquer Gato Vira-Lata é uma comédia romântica engraçadinha, boa pra quem gosta do gênero, baseada na peça de Juca de Oliveira “Qualquer Gato Vira-Lata Tem Uma Vida Sexual Mais Sadia que a Nossa”. O filme me lembrou o enredo de A Verdade Nua e Crua: Tati (Cleo Pires) surta depois de levar um pé na bunda do namorado e conta com a ajuda de Conrado (Malvino Salvador), um professor com teorias pra lá de machistas, para reconquistar Marcelo (Dudu Azevedo).
Amor Sob Medida
Olly (Stuart Townsend) achou que iria virar um escritor de sucesso, pois os dois primeiros capítulos de seu livro foram muito bem recebidos pela editora. Recebeu um belo adiantamento e gastou tudo. Mas aí teve um bloqueio. Não conseguia escrever, não conseguia se relacionar, e, consequentemente, perdeu o emprego e teve que devolver o dinheiro. Foi morar de favor com seu amigo Murray (Seth Green, de Buffy). Um dia, um colega que não via havia muito tempo, James, o convida
Se Beber, Não Case – Parte II
Se Beber, Não Case – Parte II mantém a mesma fórmula do primeiro filme da série, mas com um pouco menos de noção, se é que isso é possível! Dessa vez, quem vai casar é Stu (Ed Helms) e, no lugar de Las Vegas, tudo acontece em Bangcoc, na Tailândia. Apesar de evitar a despedida de solteiro, Stu não consegue impedir que as coisas fujam do controle na véspera do casamento. Novamente, ele, Phil (Bradley Cooper) e Alan (Zach Galfianiakis),
Pagando Bem, Que Mal Tem?
Os diálogos de “Pagando Bem, Que Mal Tem?” estão impregnados de cultura POP. O filme faz diversas referências a histórias em quadrinhos, seriados de TV e filmes de ficção científica. É um filme nerd. E ultimamente tudo o que é nerd tem se provado bem divertido. Mas não é um bom filme. É bobo, e você não vai perder nada em vê-lo. Mas também não precisa figurar na sua lista de “preciso alugar”. Para um filme sobre um filme de
Incrontrolável
Você sabe a história, como será todo o sobe e desce do protagonista e até como vai terminar. Mas filme com Denzel Washington é praticamente garantia de entretenimento dos bons. Ok, o cara fez algumas besteiras ultimamente, como Déjà vu e O Livro de Eli, mas tem crédito de sobra (Dia de Treinamento e O Grande Desafio são só dois exemplos, para não alongar o texto). E neste Incontrolável, com a direção de Tony Scott – de Top Gun, Dias

