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Donnie Darko
Da água para o vinho. Meu amigo me recomendou este filme, dizendo que eu “tinha” que assistir, que era um filme cult e todo mundo sempre fazia referências. Não dei muita bola e fiquei ainda com medo do coelho do mal que tem na capa, mas fui testar. O filme é interessante, no mínimo. Para começar, Donnie é o papel que lançou Jake Gylenhall. A irmã dele na vida real, Maggie, também faz a irmã no filme. Tem participações de
O Amor Não Tira Férias
Ainda no clima comédias românticas, aqui vai mais uma. Mas esta é uma das minhas favoritas, confesso. É tão bonitinha, uma história divertida e diferente das tradicionais. Claro que tem seus clichês, mas sem isso não seria uma comédia romântica. Amanda (Cameron Diaz) e Iris (Kate Winslet), uma americana e uma inglesa estão infelizes e querem férias de suas vidas. Elas entram em um site de intercâmbio de casas e uma acaba indo para a casa da outra durante
A Verdade Nua e Crua
Gerard Butler. Essa é a melhor coisa do filme. Porque o resto é clichê atrás de clichê. É bonitinho, fofinho, romantiquinho e só. Final previsível e algumas cenas divertidas ao longo do tempo. Gerard Butler é Mike Chadway, um machista, conquistador que tem um programa na tv sobre relacionamentos. Katherine Heigl vira sua produtora quando ele é contratado para a tv local. Ela tem problemas com homens e ele se dispõe a ajudá-la. As dicas batidas: não demonstrar interesse, usar
Se Beber, Não Case
Achei que seria mais um filme de meninos, mas tive uma boa surpresa. A comédia acaba de ganhar o Globo de Ouro e foi merecido. É uma sequência de risadas, sendo que o melhor, para variar do que tradicionalmente acontece, fica para a última cena. A história é aquela coisa americanóide de despedida de solteiro. Quatro amigos decidem ir até Las Vegas para a curtir a última noite de solteiro de um deles. Dos outros três, um está noivo de
Curtindo a Vida Adoidado
Ferris Bueler é rei! Não… não me venham com o papo de que há maior ícone dos anos 80. Ele é o cara. É o símbolo das comédias das crianças e adolescentes oitentistas. É o mestre da diversão. Tá bom… os concorrentes são de peso. Lembro agora de Slot Chocolate, a garota de rosa shocking, Marty McFly, Daniel San, Geléia, Axel Foley, Gizmo e Chucky. Mas Ferris é o melhor. Se nenhum destes nomes te lembrou algo, das duas uma:
O Poder de Um Jovem
De tudo que já vi de filmes, esse é o que há de melhor. Junto a Apocalipse Now, é a obra que mais gostei. O Poder de Um Jovem é um filme forte, com um tema tocante e com atuações vigorosas. Foi extremamente marcante na primeira vez que o vi. Tanto que tive de assisti-lo de novo, uma, duas, três vezes. E anos depois, já adulto, voltei ao DVD. E não é que gostei do mesmo jeito? Baseado no livro
Meninos do Brasil
Está aqui um filme que é obrigatório ver, mas não é bom. Estranho, não? Explico. É um daqueles filmes que já pelo título chama atenção: Meninos do Brasil. A expectativa aumenta quando sabemos ser adaptação de um livro homônimo (de Ira Levin, que também escreveu O Bebê de Rosemary), produção norte-americana e inglesa e com direção do mesmo cara que fez Papilon e O Planeta dos Macacos (o original), Franklin J. Schaffner. “Que diabo é esse filme? Um filme com
A Cor Púrpura
Para quem está acostumado a ver Whoopi Goldberg em papéis cômicos, vai estranhar um pouco este filme. Porque olha, a mulher sofre. A história se passa na Georgia e começa em 1909. Whoopi é Celie, uma garota que aos 14 anos foi violentada pelo pai e teve 2 filhos dele. Ela e a irmã Nettie são super unidas, mas aparece um “Sinhô” (Danny Glover) querendo casar com Nettie, só que o pai delas oferece Celie no lugar. Ele aceita
Hairspray – Em Busca da Fama
No último Natal, alguém comentou comigo: “após ver o filme, o fulano me perguntou: mas o John Travolta não era um dos principais? Cadê ele?”. Agora explico: nesse filme, pela primeira vez o astro dos anos 80 e 90 se transforma em uma mulher. É em Hairspray – Em Busca da Fama, um musical leve e simpático. E está bem diferente. Duvido que alguém o reconhecesse sem saber que participa do filme. Mas sabendo que ele está no filme, fica
Cantando na Chuva
Cantando na Chuva se passa na mais importante fase para o cinema: a transição dos filmes mudos para os falados. Época de instabilidade e grandes mudanças, provocou reviravoltas em Holywood. Carreiras suncumbiram e novos astros surgiram com a simples introdução do som nos filmes. Nesse cenário conhecemos a história de Don Lockwood (Gene Kelly), o mais famoso galã dos filmes mudos, e sua dificuldade na transição para os filmes falados. Don se apaixona por Kathy Selden (Debbie Reynolds), aspirante a

