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O Vingador do Futuro – 2012

Já adianto: não tenho ideia se este é melhor ou pior que o filme homônimo da década de 1990, protagonizado por Arnold Schwarzenegger. Simplesmente porque lembro muito pouco do primeiro O Vingador do Futuro. Tirando a cena da cabeça se “abrindo” e a ida a Marte, nada mais. Pois, então, faço uma avaliação do filme de 2012 sem compará-lo ao original. E ele vai bem! O novo Total Recall (no original) conta com ótimos efeitos visuais e com muitas sequências

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Detetive D e o Império Celestial

Que nome estranho para um filme chinês, pensei. Mas como parecia policial, resolvi assistir a Detetive D e o Império Celestial. É daqueles longas que vale insistir, não se prendendo ao início. Continue, mesmo depois de um cervo falante aparecer em cena. A recompensa vem. O que vale neste filme é conhecer a história da única mulher a ocupar o trono imperial da China. Embora outras mulheres tenham exercido influência sobre o poder, com posição de imperatrizes consortes ou regentes,

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Roubo nas Alturas

Ben Stiller, Eddie Murphy, Gabourey (protagonista de Preciosa), Casey Affleck (irmão do Ben, protagonista de Medo da Verdade e O Assassino em Mim) Michael Peña (O Poder e a Lei e Atirador), Matthew Broderick e Téa Leoni (muitas séries e Um Homem de Família). Elenco de primeira, Roubo nas Alturas tem um toque de Onde Homens e Um Segredo, com seu elenco estrelar e o assunto semelhante. É pior que o filme de Brad Pitt, George Clooney e companhia, mas,

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Edwin Boyd – A Lenda do Crime

A história é baseada em fatos reais. Edwin Boyd – A Lenda do Crime relata a entrada de, claro, Edwin Boyd na marginalidade. Depois de uma sequência de assaltos a bancos, o cara ganhou fama por sua sedução às mulheres roubadas. Mesmo cheio da grana, com esposa e filhos, não conseguiu largar o osso. Edwin – ou Eddie, seu apelido – não era um ladrão qualquer, se isso é possível. Charmoso, ganhou fama por ser educado e cordial nos assaltos.

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Kill Bill – Volume 2

Este post precisa ser lido como assisti à saga de Beatrix Kiddo: primeiro o número 1 (clique no link ou veja abaixo), depois o número 2 (este). Aqui escrevo sobre Kill Bill – Volume 2, a ótima continuação da vingança de Beatrix contra Bill e seu time de assassinos. Não tem o brilho da primeira parte, mas é duca. Se em Kill Bill 1 Beatrix começa a matar quem acabou com sua vida (ela levou um tiro na cabeça de Bill

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Kill Bill – Volume 1

“Paula Schultz – 1823 – 1893”. É o que está escrito na lápide da cova que Beatriz Kiddo é enterrada viva em Kill Bill – Volume 2 (quem assiste à novela Avenida Brasil agora já sabe de onde veio a cena com a protagonista Nina). Beatrix é também chamada de A Noiva e de Mamba Negra. Mas o nome não importa. Ela é, enfim, a vingativa que deseja matar Bill em Kill Bill. Fiquei louco para saber “quem, diabos, é

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Segurança Nacional

Estou abismado. Há 5 minutos terminei de assistir ao filme Segurança Nacional. E corri para o teclado porque preciso registrar: é o pior filme brasileiro de todos os tempos! Pelo menos dos que eu vi, com certeza! Mais: está entre os piores de qualquer país. Simplesmente uma bomba! Uma não, duas! Propaganda descarada das Forças Armadas e da Agência Brasileira de Investigação Inteligência (Abin), Segurança Nacional tenta imitar o cinema de ação dos Estados Unidos. O roteiro – péssimo – é sobre

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Protegendo o Inimigo

Denzel Washington é “o cara” dos filmes de ação. Não só dos de ação, claro. Mas é neste gênero que ele é, já há alguns anos, incomparável. Muitas vezes o olhar de Denzel “diz” tudo em cena. Em Protegendo o Inimigo, o mais novo dele, isso acontece muito.  Ok, Denzel não acerta em todas as escolhas de filmes, como Déjà vu e O Livro de Eli, mas tem crédito de sobra (Dia de Treinamento, O Grande Desafio e Incontrolável são

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Um Tira Acima da Lei

Quero saber como nasceu o termo “tira” no cinema. Não o pedaço de pano, nem o retângulo da história em quadrinhos, muito menos o indicativo do verbo “tirar”. Refiro-me à gíria que substitui “policial”. No dicionário simplesmente não existe. E nunca ouvi qualquer pessoa usar a palavra no dia a dia. É uma incógnita! Mas as distribuidoras de filmes e empresas de tradução do Brasil tratam “tira” como se fosse a mais normal das palavras, como se estivesse na boca

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Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge

Muitos adjetivos podem descrever Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge. Pode-se dizer que é um filme empolgante. Também cabe “eletrizante”… ou “épico”. Escolho um, que acredito ser o melhor. É, acima de tudo, tenso (ainda mais em um cinema de qualidade). São 164 minutos se segurando na cadeira, esperando que o horror passe, especialmente nos 60 minutos finais. O espectador sabe que no fim o bem vai vencer. Mas, em uma história de superação, como é difícil! Capítulo final