Drama
A Vida no Paraíso
Já escrevo logo de cara: adorei A Vida no Paraíso. Filmaço! Emocionante, com música de primeira, atuações estupendas, história cativante. Só li críticas negativas sobre o filme. Azar dos pseudo-especialistas. Sorte minha, que não tirei os olhos da tela. A história indica o que vem pela frente. Fica fácil adivinhar. Mas e daí? A forma como as cenas vão aparecendo emocionam e deixam o espectador extasiado. Um maestro em crise volta à pequena cidade onde viveu até os sete anos
Ricky
Estou totalmente no clima de bebês e essas fofurices todas, mas, gente, este filme é ruim para mais de metro. Katie (Alexandra Lamy) mora sozinha com a filha e trabalha em uma fábrica. Ela conhece Paco (Sergi) e começam a ter um caso. O caso se transforma em gravidez. Até esta parte, eu acreditava que a obra era um drama. Aí o bebê nasce e surgem hematomas em suas costas. Comecei a desconfiar que fosse um thriller, com um pai
Um Sonho de Amor
Tilda Swinton é aquela ruiva/loira/algumas vezes morena que só de aparecer na tela já causa silêncio, já pede atenção do espectador. É ótima, em papeis quase sempre difíceis. É mais lembrada por As Crônicas de Nárnia. Também atuou em Conduta de Risco, com indicação ao Oscar por Atriz Coadjuvante. Mas seu mais recente filme é o estupendo Precisamos Falar Sobre o Kevin. Neste Um Sonho de Amor, lançado em 2010, novamente dá um show, agora falando em italiano e, pouco,
2 Filhos de Francisco
Chegou o meu momento de ser piegas neste espaço. Podem falar o que quiserem, mas este filme é bem bonito. Talvez por ter origens caipiras eu tenha gostado mais do que o público em geral, no entanto acredito que seja uma oportunidade bacana para conhecer a história de uma das duplas mais famosas do Brasil. O filme retrata desde a infância sofrida em Goiás, a insistência de Seu Francisco em tornar seus filhos grandes cantores (fazendo-os tomar -isso mesmo, tomar-
O Exótico Hotel Marigold
LÍGIA SANCHES, enviada especial ao cinema Ideal para o domingão meio frio, meio cinzento, meio chuvoso, “O Exótico Hotel Marigold” (belo roteiro baseado no romance “These Foolish Things”, de Deborah Mogach) é daqueles filmes que ao se ler a sinopse e checar o elenco dá para saber que vem coisa boa. Ninguém sai do cinema decepcionado depois de rir um bocado e quem sabe derramar algumas lágrimas. A história é simples – um grupo de idosos britânicos decide largar a
A Onda
Um professor assume as aulas de autocracia, contra sua vontade. Ele queria lecionar sobre anarquia, sua especialidade. Preocupado em ensinar, decide proporcionar aos alunos uma experiência prática de como se constrói um governo autocrático, absolutista. Ele é o líder e os alunos, seus seguidores A vivência dura uma semana. Tempo suficiente para a Alemanha nazista de Hitler surgir na experiência escolar. O filme é muuuiittto bom. Com o perdão do trocadilho, dá uma aula de como surgem movimentos autoritários. Logo
Cavalo de Guerra
Belas imagens e cenas grandiosas. A esses dois pontos resume-se o mérito de Cavalo de Guerra. De resto, um cavalo que só falta falar deixa a história totalmente inverossímil. Ted Narracot (Peter Mullan) é um camponês destemido e ex-herói de guerra. Com problemas de saúde e bebedeiras, batalha junto com a esposa Rose (Emily Watson) e o filho Albert (Jeremy Irvine) para sobreviver em uma fazenda alugada, propriedade de um milionário sem escrúpulos (David Tewlis). Cansado da arrogância do senhorio,
A Dama de Ferro
Meryl Streep é um show. Não à toa é a maior atriz contemporânea, já há anos, e muito provavelmente a maior da história. Em A Dama de Ferro, que lhe rendeu o terceiro Oscar, está impecável. Mas o filme é só ela. Ela e a incrível maquiagem, que também abocanhou o prêmio máximo do cinema. Para contar a história de Margareth Thatcher, o roteiro de Abi Morgan opta por focar em uma senhora já idosa, com lembranças de seu tempo
O Palhaço
Sou fã do Selton Mello. E todo mundo falou maravilhas de O Palhaço. Fui seco para assistir. É bem bom. Mas… Mas… apesar do nome, O Palhaço é um drama. “Quem é você?” e “qual o seu lugar?” são as duas perguntas que resumem o momento vivido pelo palhaço da trama, o Benjamim. Ele e seu pai Valdemar (Paulo José) formam a dupla de palhaços Pangaré e Puro Sangue, do Circo Esperança. São os donos da trupe, que viaja pelo
Sete Dias com Marilyn
Em 1956, a sex symbol Marilyn Monroe desembarcou em Londres para participar de O Príncipe Encantado, com o premiado ator e diretor Laurence Olivier. Seria sua primeira e única filmagem fora dos Estados Unidos. Essa aventura (sim, para ela foi uma aventura) viraria tema do agora Sete Dias com Marilyn. A convivência entre os dois astros foi péssima e a filmagem, caótica. O episódio renderia dois livros escritos por Colin Clark, que na época, aos 23 anos, desempenhava a função

