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Tempo de Crescer

Tempo de Crescer é um típico filme que não se pode avaliar pelo nome ou pelo cartaz. Também não vale ir pela sinopse. Não é comédia, como está na apresentação. É, sim, um drama, diferente e original. Richard Dunn (Jeff Daniels) é um escritor de meia-idade e mal sucedido, que simplesmente não consegue escrever. Ele tem um problema psicológico: tem um amigo imaginário, o herói Super Excelente (Ryan Reynolds), que influi diretamente em sua vida. A pedido de sua esposa,

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Inverno da Alma

Pronto. Assisti a todos que concorreram a Melhor Filme no Oscar 2011. Terminei com Inverno da Alma. É um ótimo filme, mas não merecia vencer. Já digo de cara: 127 Horas e A Rede Social são os meus prediletos entre os 10 indicados, pendendo pouco mais para o primeiro. O ganhador O Discurso do Rei também é ótimo, mas não me cativou tanto quanto os dois preferidos. O Cisne Negro e O Vencedor estão na mesma qualificação. Toy Story 3

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72 Horas

Paul Haggis assinou os roteiros dos ótimos Crash – No Limite e Menina de Ouro, em 2004 e 2005, respectivamente. São logo no início de sua carreira cinematográfica, após a estreia em Red Hot. Depois ele caiu, mas manteve boa categoria. Escreveu dois 007 – Quantum of Solace e Cassino Royale -, Cartas de Iwo Jima e A Conquista da Honra. Seu penúltimo roteiro foi de O Exterminador do Futuro: A Salvação, que não vi. E agora roteirizou e dirigiu

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Burlesque

Um filme com Cristina Aguilera, produzido por ela, para que ela apareça. Burlesque é, em resumo, uma tacada da cantora para que volte à cena. Com Cher nos créditos como protagonista, a obra é um musical em ritmo acelerado, que sonha em ser um Chicago ou Nine, todo para Aguilera. Mas fica longe do pretendido. Cher até aparece, mas cantar mesmo só em duas músicas. As outras todas são da colega, que deveria ser creditada como protagonista, e de mais

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O Discurso do Rei

O Discurso do Rei foi o maior filme de 2010. Pelo menos saiu com este troféu do Oscar 2011, ganhando os prêmios de Filme, Ator, Roteiro Original e Direção, depois de indicações para 12 categorias. É realmente um filmaço. O melhor do ano? Sim, pode ser (ainda tenho de assistir alguns), especialmente pelas interpretações de Colin Firth e Geoffrey Rush. Mas briga cabeça a cabeça com A Rede Social, que levou para casa Roteiro Adaptado, Trilha Original e Edição, e

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Saudações / Quem Está Cantando Nossas Mulheres

É o primeiro filme de Brian de Palma (sem contar os curtas-metragens e os documentários amadores). Também é a largada de Roberto de Niro como protagonista (nem tanto protagonista, pois tem outro ator que aparece mais). Saudações me chamou atenção por estes dois começos. Acreditei, e me dei mal. De 1968, o filme é sobre… sobre… sobre… não sei. Eis a sinopse: “sátira sobre um jovem realizador de filmes amadores, sobre amor livre, o assassinato de Kennedy e a Guerra

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Com Mérito

Clichê. Com Mérito é um filme clichê. Pode até ter uma lição por trás das cenas, mas é aquela típica história em que tudo coincide e a lição de moral é certa. Monty Kessler é um estudante de Harvard prestes a se formar. Quando seu computador quebra, ele fica apenas com uma cópia impressa de seu trabalho de graduação e, na madrugada, corre pra tirar outra cópia (clichê 1). Mas tropeça e o calhamaço cai no porão de um prédio

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Matemática do Amor

Um filme ideal para tardes ou noites frias. Se estiver chovendo, melhor. Matemática do Amor é bacana para estes momentos. O longa conta a história de Mona Gray, que desde menina é apaixonada por seu pai, um matemático. Ele a ensina como os números podem ser fascinantes. Quando o pai tem um derrame, Mona faz um troca com Deus: se o pai melhorar, ela abandona tudo o que gosta de fazer – amigos, música, filmes… O pai melhora. E ela

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Blue Valentine (Namorados para Sempre)

Blue Valetine (Namorados para Sempre) é o anti-romance definitivo. Esqueçam os contos de fadas, os ‘viveram felizes para sempre’, os eternamente felizes. Esqueçam as promessas, os planos, os compromissos, os sonhos. Esse filme vai passar por cima de tudo isso e acabar com qualquer esperança de felicidade a dois. Por isso a sua contra capa deveria vir com um aviso: ‘proibido para casais recém formados e pessoas apaixonadas’. O filme de Derek Cianfrance mergulha sem nenhum pudor no relacionamento em

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Alexandria

Alexandria ficou aqui em casa um tempão. Não me apetecia, apesar de eu gostar bastante de filmes históricos. Estava enganado. Mesmo um tanto longo, vale o ingresso. Espanhol, mas falado em inglês, o filme relata a história de Hipátia (Rachel Weisz), filósofa e professora em Alexandria, no Egito, entre os anos 355 e 415. Aliás, o nome em português (no original é Ágora) deveria ser outro, pois não se trata da história da cidade. Única personagem feminina do filme, Hipátia