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As Coisas Simples da Vida

Taiwan, 173 minutos. Duas características que dão medo a muita gente que gosta de filmes, incluindo eu. Mas fui firme e vi As Coisas Simples da Vida. E não é que me dei bem? Verdade, o filme taiwanês é longo demais. Mas é também bom. Característica do cinema asiático, conta um drama do cotidiano, faz refletir. NJ Jian mora com a esposa, os dois filhos e a sogra já idosa, formando uma típica família de classe média. Mas de uma

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A Minha Versão do Amor

Pare tudo e vá ver! A Minha Versão do Amor é daqueles filmes para guardar na prateleira e assistir de tempos em tempos. Li um monte de críticas, quase todas negativas. Mas fazer o que? Eu adorei! É o ápice da carreira de Paul Giamatti, que encontra em Dustin Hoffman o parceiro ideal. Juntos, levam este drama para o nível mais elevado do cinema mundial. Adaptação para a telona do livro Barney’s Version (1997), do canadense Mordechai Richler (dizem que

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Brilho de Uma Paixão

Em 1819 o poeta John Keats inicia um romance com Fanny Brawne. Mas ele não tem dinheiro para bancar o casamento. O amor é recíproco, mas a dificuldade, enorme. Brilho de Uma Paixão é mais um filme sobre o amor impossível ambientado no passado britânico. É baseado na real história dos dois, pelo ponto de vista de Fanny, e tinha tudo para render uma boa obra. Mas é fraco. Muito atrás de outros do mesmo estilo, por exemplo, Orgulho e

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VIPs

Como o capitão Wagner Moura (ou coronel, em Tropa de Elite 2) é ótimo ator! É impressionante! Acabo de assistir a VIPs, que conta a história daquele mentiroso que fingiu ser até filho do dono da empresa aérea Gol, famoso por enganar o apresentador de televisão Amaury Junior e aparecer na Ilha de Caras (e na revista). Moura engrandece o filme de tal maneira que o torna muito bom. Ok, o mérito não é só dele. A direção, o roteiro

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Biutiful

Está aí um grande filme. Biutiful tem a marca de seu diretor, Alejandro Iñárritu: denso, sofrido, com uma ótimo história, daquelas que podem estar no cotidiano mas raramente querem sequer ser pensadas, daquelas que não desejamos a uma pessoa. Como em Babel e 21 Gramas (e, dizem, Amores Brutos, que não vi), Iñárritu enxerga a morte de uma maneira peculiar. Desta vez, apresenta Uxbal – Javier Bardem, em excepcional atuação –, um homem que ajuda os mortos a passar à

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Capote

O meu problema com filmes biográficos é que eu fico meio obcecada pela pessoa e começo a googlar sua vida inteira. Não foi diferente com Truman Capote, a personalidade retratada neste filme. A obra mostra como o escritor americano interpretado aqui por Philip Seymour Hoffman decidiu transformar um caso de assassinato de 4 pessoas de uma mesma família no Kansas, em 1959, no seu best seller “A Sangue Frio”. Dando início ao gênero chamado de jornalismo literário, Capote vai além

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Comer Rezar Amar

Mais uma adaptação morna de um best seller. Não consegui enxergar no longa a emoção que senti na história escrita de Liz Gilbert. O aventura de Liz ficou famosa no mundo. Infeliz em sua vida de casada, a jornalista sai de um casamento e envolve-se com um rapaz mais novo, o que também não traz felicidade. Decidida a mudar de vida, resolve passar um ano vivendo aventuras. Quatro meses na Itália, quatro na Índia e outros quatro na Indonésia. Cada

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Reencontrando a Felicidade

É bom quando um filme surpreende, não? Fui para este Reencontrando a Felicidade com um pé atrás. Não sou dos mais fãs de Nicole Kidman, a não ser por sua atuação em Os Outros. Mas ela, junto a Aaron Eckhart e Miles Teller (estupendo), fazem do filme uma das melhores pedidas dos últimos anos. Se você ainda não viu, pare tudo e vá ver a história de Becca e Howie Corbett (Kidman e Eckhart), um casal que perdeu o filho

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Minha Terra, África

Sou assinante da revista Veja. Gosto dela. Aprendo com ela. E apostei, mais uma vez, em uma de suas críticas cinematográficas. “Mais uma vez” por que já é o segundo voto de confiança que dou – o primeiro foi com Montanha Cega. Agora resolvi assistir a Minha Terra, África. E mais uma vez aprendi… que a seção “Veja recomenda” erra feio. Claramente escrevendo: horroroso! Ok, há quem tenha gostado e, por isso, pode ficar chateada comigo. Mas é sério: repito,

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Barry Lyndon

Decidi assistir a Barry Lyndon por causa de seu diretor-roteirista, Stanley Kubrick. O mestre de Laranja Mecânica, Dr. Fantástico e 2001 – Uma Odisséia no Espaço mais uma vez vai bem. Não choca como nestes três, mas faz um filme bacana. Baseado no romance de William Makepeace Thackeray, o longa, obra de Kubrick seguinte a Laranja, é basicamente um conto sobre a ascensão e o declínio social da personagem-título, do meio ao fim do século 18, dividido literalmente em duas