Drama
As Virgens Suicídas
Sofia Coppola ficou famosa por produzir o roteiro de Encontros e Desencontros, filme com Bill Murrey e Scarlett Johansson. Por ele, venceu o Oscar e o Globo de Ouro em 2004 de melhor roteiro (o filme ainda foi indicado em outras categorias). Por isso resolvi ver sua primeira obra, adaptação de livro homônimo de Jeffrey Eugenides: As Virgens Suicídas. Quem gostou de Encontros e Desencontros vai gostar do filme anterior de Sofia. Segue no mesmo ritmo, com estilo semelhante, em
O Abraço Partido
Apesar do nome ser parecido com o novo filme do Almodovar (Abraços Partidos) esse filme não tem nada a ver. Primeiro é argentino. E filmes argentinos sempre surpreendem positivamente. Eles são melhores que a gente, não adianta discutir. Eu aluguei esse filme porque vi que tinha ganho dois Ursos de Prata, e achei que seria um filme bom. Quando liguei, fiquei surpresa porque apesar de “perdido” eu ja tinha visto o filme. E adorei rever. Ariel (Daniel Hendler) é um
Divã e Simplesmente Feliz
Assisti a Divã depois de ouvir falarem super bem. Eu até não tenho muito preconceito com filme brasileiro, e ainda tinham me dito que rolava uma cena engraçada “a bridget jones” sobre a mulher ir ao banheiro tirar a “cinta” antes de transar com o gatinho, que achei que eu tinha que alugar… Minha avaliação final é que os produtores brasileiros perderam uma ótima oportunidade de fazer um filme com mensagem, que deixe o espectador esperançoso sobre a vida, assim
Sete Vidas
Sabe aqueles filmes que te deixam embasbacado? Aqueles que você sai do cinema pensando como pode ter tido tal fim? Aqueles que marcam, que deixam você pensando em toda a trama, que confundem, que são inesquecíveis? Esse é um deles. Assisti Sete Vidas e fiquei profundamente impressionado. E BEM impressionado. Estrelado por Will Smith (mesmo quem não gosta, leia até o fim), o filme começa com a seguinte cena: o personagem dele, Ben Thomas, está ao telefone, brigando com o
O Leitor
Ralph Phiennes é Michael Berg, um advogado inglês que vive na Alemanha e faz um passeio pelas suas memórias de adolescente. Aos 15 anos, passou mal durante a volta para casa e foi ajudado por Hanna Schmitz, uma alemã, cobradora de passagens de bonde. Nasce a paixão platônica de Michael por Hanna, que vê no garoto a possibilidade de conseguir aquilo que deseja: que leiam para ela. O adolescente também tem aquilo que deseja: experiências sexuais. O começo do filme
Sinédoque Nova York
Notaram que estou sem TV à cabo? A NET até agora não me quer como cliente. Aí resolvi ver mais um filme. Sinédoque Nova York é a estréia na direção do roteirista Charlie Kaufman, que bolou Quero Ser John Malkovith e Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças, os dois na minha lista de bons filmes – e na lista dos melhores de muita gente. Ele ainda foi roteirista de outros que ainda não assisti: Adaptação e Confissões de Uma
Tony Manero
Tinha tudo para ser um bom filme. A sinopse é bem bolada: “em meio á ditadura de Pinochet. Raúl Peralta, um homem de 50 anos de idade, é obcecado pela idéia de personificar Tony Manero”. Quem agora está tentanto lembrar de onde conhece este nome, aí vai: é o personagem de John Travolta em Os Embalos de Sábado à Noite. Mas a boa idéia fica só na idéia. O filme, de origem chilena, é chato, daqueles de buscar um refrigerante
Julie & Julia
Vi Julie & Julia no ar. Na volta de Nova York a São Paulo a Japan Air Lines só tinha essa opção com legenda em português, além dos filmes japoneses sem legenda ou tradução. Bom…aí não teve jeito. E não é que o filme vai muito bem? Meryl Streep, como sempre, manda bem. Amy Adams também, assim comos os dois atores que interpretam os maridos. Pena que decepciona no fim (mais um!!!). A história, baseada em duas personagens reais, conta

