Drama
Cantando na Chuva
Cantando na Chuva se passa na mais importante fase para o cinema: a transição dos filmes mudos para os falados. Época de instabilidade e grandes mudanças, provocou reviravoltas em Holywood. Carreiras suncumbiram e novos astros surgiram com a simples introdução do som nos filmes. Nesse cenário conhecemos a história de Don Lockwood (Gene Kelly), o mais famoso galã dos filmes mudos, e sua dificuldade na transição para os filmes falados. Don se apaixona por Kathy Selden (Debbie Reynolds), aspirante a
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain
Hoje vou falar sobre o meu filme preferido. Nunca imaginei que seria um francês, já que sou toda adepta à cultura americana dos enlatados. Mas eis que assisti a esse filme e me apaixonei. A história é sobre uma garçonete que mora sozinha no subúrbio de Paris, Amélie, que encontra uma caixa em seu apartamento, acredita que é do antigo morador e o procura para devolver. Ele fica tão feliz que ela resolve começar a fazer o bem sem olhar
Jogos do Poder
Em Jogos do Poder o aclamadíssimo diretor Mike Nichols (A primeira noite de um homem, Closer, A gaiola das loucas) conta a história da intervenção americana, no auge da Guerra Fria, na guerra entre a União Soviética e o Afeganistão. O filme mostra a atuação do Congressista Charlie Wilson angariando recursos e armamentos, e toda a negociação política que envolve EUA, Israel, Paquistão, Arábia Saudita e Afeganistão, para munir os afegãos de condições de expulsar o exército soviético e dar
Na Natureza Selvagem
Fascinante. Essa é uma palavra que resume este belo filme. Mas posso citar outras: inovador, revelador, instigante, sensacional… Exagero? Não. Na Natureza Selvagem é sem dúvida um dos cinco melhores que já assisti. É daqueles que não se aposta e já pelo nome parecem ser uma chatice. (lembra até um documentário da TV Cultura, com muitos bichos). Esqueça isso. Invista nesse filme! A recompensa virá. Quando decidi assisti-lo não estava convencido em ser a melhor opção. Não sabia que foi
As Virgens Suicídas
Sofia Coppola ficou famosa por produzir o roteiro de Encontros e Desencontros, filme com Bill Murrey e Scarlett Johansson. Por ele, venceu o Oscar e o Globo de Ouro em 2004 de melhor roteiro (o filme ainda foi indicado em outras categorias). Por isso resolvi ver sua primeira obra, adaptação de livro homônimo de Jeffrey Eugenides: As Virgens Suicídas. Quem gostou de Encontros e Desencontros vai gostar do filme anterior de Sofia. Segue no mesmo ritmo, com estilo semelhante, em
O Abraço Partido
Apesar do nome ser parecido com o novo filme do Almodovar (Abraços Partidos) esse filme não tem nada a ver. Primeiro é argentino. E filmes argentinos sempre surpreendem positivamente. Eles são melhores que a gente, não adianta discutir. Eu aluguei esse filme porque vi que tinha ganho dois Ursos de Prata, e achei que seria um filme bom. Quando liguei, fiquei surpresa porque apesar de “perdido” eu ja tinha visto o filme. E adorei rever. Ariel (Daniel Hendler) é um
Divã e Simplesmente Feliz
Assisti a Divã depois de ouvir falarem super bem. Eu até não tenho muito preconceito com filme brasileiro, e ainda tinham me dito que rolava uma cena engraçada “a bridget jones” sobre a mulher ir ao banheiro tirar a “cinta” antes de transar com o gatinho, que achei que eu tinha que alugar… Minha avaliação final é que os produtores brasileiros perderam uma ótima oportunidade de fazer um filme com mensagem, que deixe o espectador esperançoso sobre a vida, assim
Sete Vidas
Sabe aqueles filmes que te deixam embasbacado? Aqueles que você sai do cinema pensando como pode ter tido tal fim? Aqueles que marcam, que deixam você pensando em toda a trama, que confundem, que são inesquecíveis? Esse é um deles. Assisti Sete Vidas e fiquei profundamente impressionado. E BEM impressionado. Estrelado por Will Smith (mesmo quem não gosta, leia até o fim), o filme começa com a seguinte cena: o personagem dele, Ben Thomas, está ao telefone, brigando com o
O Leitor
Ralph Phiennes é Michael Berg, um advogado inglês que vive na Alemanha e faz um passeio pelas suas memórias de adolescente. Aos 15 anos, passou mal durante a volta para casa e foi ajudado por Hanna Schmitz, uma alemã, cobradora de passagens de bonde. Nasce a paixão platônica de Michael por Hanna, que vê no garoto a possibilidade de conseguir aquilo que deseja: que leiam para ela. O adolescente também tem aquilo que deseja: experiências sexuais. O começo do filme

