Drama
A Cor Púrpura
Para quem está acostumado a ver Whoopi Goldberg em papéis cômicos, vai estranhar um pouco este filme. Porque olha, a mulher sofre. A história se passa na Georgia e começa em 1909. Whoopi é Celie, uma garota que aos 14 anos foi violentada pelo pai e teve 2 filhos dele. Ela e a irmã Nettie são super unidas, mas aparece um “Sinhô” (Danny Glover) querendo casar com Nettie, só que o pai delas oferece Celie no lugar. Ele aceita
Hairspray – Em Busca da Fama
No último Natal, alguém comentou comigo: “após ver o filme, o fulano me perguntou: mas o John Travolta não era um dos principais? Cadê ele?”. Agora explico: nesse filme, pela primeira vez o astro dos anos 80 e 90 se transforma em uma mulher. É em Hairspray – Em Busca da Fama, um musical leve e simpático. E está bem diferente. Duvido que alguém o reconhecesse sem saber que participa do filme. Mas sabendo que ele está no filme, fica
Cantando na Chuva
Cantando na Chuva se passa na mais importante fase para o cinema: a transição dos filmes mudos para os falados. Época de instabilidade e grandes mudanças, provocou reviravoltas em Holywood. Carreiras suncumbiram e novos astros surgiram com a simples introdução do som nos filmes. Nesse cenário conhecemos a história de Don Lockwood (Gene Kelly), o mais famoso galã dos filmes mudos, e sua dificuldade na transição para os filmes falados. Don se apaixona por Kathy Selden (Debbie Reynolds), aspirante a
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain
Hoje vou falar sobre o meu filme preferido. Nunca imaginei que seria um francês, já que sou toda adepta à cultura americana dos enlatados. Mas eis que assisti a esse filme e me apaixonei. A história é sobre uma garçonete que mora sozinha no subúrbio de Paris, Amélie, que encontra uma caixa em seu apartamento, acredita que é do antigo morador e o procura para devolver. Ele fica tão feliz que ela resolve começar a fazer o bem sem olhar
Jogos do Poder
Em Jogos do Poder o aclamadíssimo diretor Mike Nichols (A primeira noite de um homem, Closer, A gaiola das loucas) conta a história da intervenção americana, no auge da Guerra Fria, na guerra entre a União Soviética e o Afeganistão. O filme mostra a atuação do Congressista Charlie Wilson angariando recursos e armamentos, e toda a negociação política que envolve EUA, Israel, Paquistão, Arábia Saudita e Afeganistão, para munir os afegãos de condições de expulsar o exército soviético e dar
Na Natureza Selvagem
Fascinante. Essa é uma palavra que resume este belo filme. Mas posso citar outras: inovador, revelador, instigante, sensacional… Exagero? Não. Na Natureza Selvagem é sem dúvida um dos cinco melhores que já assisti. É daqueles que não se aposta e já pelo nome parecem ser uma chatice. (lembra até um documentário da TV Cultura, com muitos bichos). Esqueça isso. Invista nesse filme! A recompensa virá. Quando decidi assisti-lo não estava convencido em ser a melhor opção. Não sabia que foi
As Virgens Suicídas
Sofia Coppola ficou famosa por produzir o roteiro de Encontros e Desencontros, filme com Bill Murrey e Scarlett Johansson. Por ele, venceu o Oscar e o Globo de Ouro em 2004 de melhor roteiro (o filme ainda foi indicado em outras categorias). Por isso resolvi ver sua primeira obra, adaptação de livro homônimo de Jeffrey Eugenides: As Virgens Suicídas. Quem gostou de Encontros e Desencontros vai gostar do filme anterior de Sofia. Segue no mesmo ritmo, com estilo semelhante, em
O Abraço Partido
Apesar do nome ser parecido com o novo filme do Almodovar (Abraços Partidos) esse filme não tem nada a ver. Primeiro é argentino. E filmes argentinos sempre surpreendem positivamente. Eles são melhores que a gente, não adianta discutir. Eu aluguei esse filme porque vi que tinha ganho dois Ursos de Prata, e achei que seria um filme bom. Quando liguei, fiquei surpresa porque apesar de “perdido” eu ja tinha visto o filme. E adorei rever. Ariel (Daniel Hendler) é um
Divã e Simplesmente Feliz
Assisti a Divã depois de ouvir falarem super bem. Eu até não tenho muito preconceito com filme brasileiro, e ainda tinham me dito que rolava uma cena engraçada “a bridget jones” sobre a mulher ir ao banheiro tirar a “cinta” antes de transar com o gatinho, que achei que eu tinha que alugar… Minha avaliação final é que os produtores brasileiros perderam uma ótima oportunidade de fazer um filme com mensagem, que deixe o espectador esperançoso sobre a vida, assim

