Últimos filmes comentados
O Príncipe do Natal
Esta é a época: o Natal chega e com ele aparecem os filmes temáticos da celebração. O Príncipe do Natal é novinho em folha. Acaba de chegar à Netflix. E é terrível. Imagine todos os clichês juntos em uma só obra. Aí está O Príncipe do Natal. Uma jovem jornalista – vivida pela neozelandesa Rose McIver (mais conhecida por protagonizar a série iZombie), recebe é enviada para cobrir a história de um príncipe prestes a se tornar rei na fictícia Aldovia.
Como Nossos Pais
Filmes sobre famílias têm ganho cada vez mais espaço no Brasil. Pudera, assim tem sido também no mundo, com os mais diversos gêneros. Os Meyerowitz, A Família Bélier e Os Tenenbaums têm uma pegada mais ao estilo deste Como Nossos Pais, que chega para competir cabeça a cabeça com os melhores europeus e de Hollywood. Não existem grandes reviravoltas nem metáforas mirabolantes na obra de Laís Bodanzky. Há, sim, um espaço aberto para o elenco, que com diálogos sempre a
Os Meyerowitz – Família Não se Escolhe
Para assistir a Os Meyerowitz – Família Não se Escolhe pode-se atentar a três fatos: o primeiro é a confusão que causou no Festival de Cannes 2017, quando protagonizou o debate sobre presença ou não de filmes da Netflix no prêmio de cinema; o segundo, o elenco afeito a comédia: Adam Sandler e Ben Stiller no comando; o terceiro, o diretor Noah Baumbach, conhecido pelos ótimos A Lula e a Baleia e Frances Ha. Melhor apostar no terceiro, pois o
Planeta dos Macacos – A Guerra
Está aqui um enorme fã de “O Planeta dos Macacos”, com o artigo à frente. Assim, com “O” antes de “Planeta”, nasceu em 1968 uma das mais bem sucedidas sagas do cinema. Tenho orgulho em dizer que já assisti a todos os filmes, mais de uma vez (abaixo vai a lista de links com o que achei de cada um), e, inclusive, li o livro que deu origem à série, do francês Pierre Boulé (que merece a compra). Por isso,
Em Ritmo de Fuga
Prepara-se para assistir a um filme com um formato peculiar, no melhor dos sentidos. Em Ritmo de Fuga – Baby Driver, no original – tem uma montagem espetacular, única, diferente, mesmo que com uma história comum, a do bandido apaixonado que deseja deixar o crime mas não consegue. O início impressiona. Ao som de “Bellbottoms”, do The Jon Spencer Blues Explosion, Baby aparece com um fone de ouvido ligado a um IPod, no comando de um Subaru WRX. Ele é
Liga da Justiça
Está faltando imaginação na casa de Batman, Mulher-Maravilha e Super-Homem, a Warner/DC Comics. Liga da Justiça, primeiro filme do estúdio a reunir o trio a outros nomes de peso – Ciborg, Flash e Aquaman – é uma bela cópia do que Os Vingadores já apresentou, de maneira avassaladora. O tom dramático e sombrio estabelecido em Homem de Aço, filme que retratou Super-Homem para dar origem agora ao grupo que salvará o mundo, ficou para trás. O clima de aventura com
O Patriarca
Mahana, o título original deste filme, aponta melhor para sua origem, a Nova Zelândia. Nem sempre chega ao Brasil um filme da terra do povo Maori, que vivia por lá antes da chegada dos europeus. Eu assisti a O Patriarca, nome abrasileirado, em terras neozelandesas, mas ele está disponível em terras tupiniquins. Diretamente ao ponto: não é um espetáculo, mas vale o ingresso. Dirigido por Lee Tamahori, que tem filmes hollywoodianos no currículo (007 – Um Novo Dia para Morrer,
Blade Runner – O Caçador de Androides
Assistir recentemente a Blade Runner 2049 me acendeu a vontade de rever o original, Blade Runner. E não é que a HBO disponibilizou neste fim de semana? De 1982, o filme é cultuado até hoje, apesar de em seu lançamento não ter sido sucesso. E lá fui eu. No começo, devo confessar, achei um tanto enfadonho. Mas aí vem o final… ah, que desfecho. Compensa o restante, e dá liga para a continuação recentemente lançada. O longa se passa em
Avenida
Avenida – ou Boulevard no original – é o último filme de Robin Williams. E não é que o ator – morto em 2014 – encerrou a carreira repetindo o padrão que quase sempre o acompanhou. Sua interpretação é brilhante. Este é um filme difícil de descrever. Não que seja complicado. O problema é, com qualquer ponto aqui escrito, estragar a experiência. Uma frase do personagem de Bob Odenkirk pode ajudar: “Talvez nunca seja tarde demais para viver a vida

