Malévola – Dona do Mal
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Em 2014 a Disney apostou em trazer para o protagonismo a vilã Malévola. A partir de uma hábil recriação, o foco migrou da princesa adormecida para a grande vilã. O acerto já demonstrado cinco anos atrás agora se repete com a continuação Malévola – Dona do Mal. Mas há uma diferença: a personagem de Angelina Jolie se distancia ainda mais em interesse do público, pois a Bela Adormecida (de Elle Fanning) é uma tonta de marca maior.
Cinco anos após Aurora (a Bela Adormecida) despertar do sono profundo, a agora rainha dos Moors é pedida em casamento pelo príncipe Phillip (Harris Dickinson). Ela aceita o pedido e, com isso, parte rumo ao reino vizinho de Ulstead ao lado de Malévola, sua madrasta, no intuito de conhecer seus futuros sogros, John (Robert Lindsay) e Ingrith (Michelle Pfeiffer). Aí começa o conflito entre Malévola e Ingrith.
Recheado de ótimos efeitos visuais, o filme ganha relevância depois de um péssimo início, cheio de cores, mas com cara de filme da Disney de 1930 – todos super felizes, com fadas e seres cantando e sorrindo.
É bem interessante a opção de demonstrar a origem de Malévola, até então deixada de lado.
Obviamente, é filme Disney e, assim, sabemos que no fim tudo dará certo. Mas Angelina Jolie mais uma vez entrega uma Malévola marcante, que a traz aos holofotes de Hollywood novamente.
Uma observação final: é engraçado o esforço da versão brasileira para trocar o nome do personagem originalmente chamado Pinto. Ele vira Pingo em português.
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Malévola – Dona do Mal / Maleficent – Mistress of Evil
CLASSIFICAÇÃO: VALE O INGRESSO
Ficha técnica:
Ano: 2019
Duração: 119 min.
Direção: Joachim Rønning
Elenco: Angelina Jolie, Elle Fanning, Harris Dickinson
Gênero: Fantasia

