Posts From Danilo Vicente
Era Uma Vez…
É a primeira vez que entra um filme curta-metragem aqui no blog. Poderia ser uma estreia que valesse a indicação. Não é. “Era Uma Vez…” tem apenas sete minutos… ainda bem. Assisti porque a ideia me pareceu boa. Personagens de contos de fadas estão decadentes e se reúnem na Associação de Personagens Deixados de Lado (Apedela). Em uma reunião estilo Alcoólicos Anônimos, em roda e um por vez, Pinóquio, Branca de Neve e Rapunzel são alguns dos que enfrentam seus
Zé Colmeia – O Filme
É ruim. Zé Colmeia – O Filme é ruim. Mas tudo bem, não dava para esperar algo melhor. Na verdade, até dava, pelo menos um pouquinho melhor. Baseado no célebre desenho da dupla Hanna-Barbera, a adaptação para os cinemas tem um foco claro, as crianças. Ou melhor, os pós-bebês, já que quem passou dos 7 anos de idade não vai gostar. Vamos à história: no ano do centenário do parque Jellystone, o prefeito decide vendê-lo. Com o dinheiro arrecadado ele
Medos Privados em Lugares Públicos
No drama francês Medos Privados em Lugares Públicos há seis personagens. São seis pessoas solitárias, mesmo que vivendo em conjunto com outras. Suas histórias se cruzam direta ou indiretamente, mas há sempre uma sensação de vazio. Eles buscam contato humano, calor, em contraste à neve e ao frio que pairam sobre a história. É um filme triste. Em uma Paris que de Cidade Luz tem pouco, o filme é todo dividido em pequenas interações entre dois personagens, sempre carregadas de
Amor e Ódio
É difícil alguém parar para pensar e pesquisar sobre o período da Segunda Guerra Mundial em diferentes pontos do planeta. No cinema, Alemanha, Japão e Polônia, centro da disputa, têm os anos de 1939 a 1945 retratados em muitos momentos. Mas já se vão 66 anos do fim da embate e o interesse é cada vez menor. O que houve nesta época em países como a França, vizinha e opositora da Alemanha? Este Amor e Ódio tem o mérito de
X-Men – Primeira Classe
Freqüentemente é aquela história: o filme elogiado fica abaixo do esperado. Vi X-Men – Primeira Classe nesta tarde e sai da sala de cinema com essa sensação. É bom, mas não achei o melhor da série (como o já postado X-Men – O Filme), bem abaixo do que a maioria das pessoas está falando. Longe, então, de ser o melhor filme nascido de histórias em quadrinhos. Ponto positivo para a descoberta da origem de muitos dos personagens, o começo do
Incrontrolável
Você sabe a história, como será todo o sobe e desce do protagonista e até como vai terminar. Mas filme com Denzel Washington é praticamente garantia de entretenimento dos bons. Ok, o cara fez algumas besteiras ultimamente, como Déjà vu e O Livro de Eli, mas tem crédito de sobra (Dia de Treinamento e O Grande Desafio são só dois exemplos, para não alongar o texto). E neste Incontrolável, com a direção de Tony Scott – de Top Gun, Dias
A Fúria
Christian Slater tem sua melhor atuação neste A Fúria (não confunfir com Fúria, com Mel Gibson). Ele é Bob Maconel, um louco. Sim, um piradão cansado do emprego, dos colegas e do insuportável chefe. Trabalha com uma arma guardada e planeja matar seis colegas. Conversa com um peixe imaginário, que o apoia. No dia que decide concretizar o massacre, um colega chega antes e mata cinco pessoas. Maconel, então, para se proteger, mata o outro maníaco, evitando mais vítimas, especialmente
Montanha Cega
A revista Veja cravou: “Um filme claustrofóbico, angustiante, que não dá ao espectador um minuto de alívio – até o final brusco e violento”. Errou. Montanha Cega é um bom filme, mas nada de claustrofóbico tem. Angustiante? Em algumas cenas, mas não no todo. Ah, e o fim… que raiva! Com os adjetivos que a Veja deu ao filme chinês (ponto para o país, que mostra saber fazer filme), logo o DVD estava aqui em casa. A história é sobre
Uma Mulher Contra Hitler
Rosa Branca. Guarde este nome, dado pelo alemão Hans Scholl a um grupo de amigos durante a 2ª Guerra Mundial. Quando criança, Scholl tinha um ídolo incomum para crianças de sua idade. Não se tratava do pai, da mãe, de um jogador de futebol ou de um personagem de desenho animado. Era Adolf Hitler. Scholl cresceu em meio a promessas de retomada da grandeza da Alemanha, dilacerada na 1ª Guerra Mundial, e não teve dúvida ao tornar-se sócio da Juventude
Moscou
Moscou conseguiu entrar para a lista dos piores filmes que assisti. E Eduardo Coutinho, o cineasta que já fez Cabra Marcado para Morrer (não vi), o ótimo Edifício Master, o fraco Peões e o estupendo Jogo de Cena, caiu drasticamente no meu conceito. Não que isso valha algo, a não ser para mim, mas é um fato. “Depois de Jogo de Cena, você leva a um certo limite o tipo de cena que você faz. Eu não tinha mais… O

