Posts From Danilo Vicente
Reflexões de Um Liquidificador
Dormi. Mas a culpa não é minha. É do liquidificador. O liquidificador é a estrela do filme, ele e seus pensamentos, em Reflexões de Um Liquidificador. Com voz de Selton Mello (ele gosta destas estranhezas, não?), o liquidificador assume o protagonismo do filme como se fosse uma pessoa. Pensa, fala, reflete. Ele só conversa com a dona de casa, interpretada por Ana Lúcia Torre. Ela é louca, está claro, afinal… ouve e responde a um liquidificador! Mas esse “dom” é
O Primeiro que Disse
Filme italiano é uma beleza. Raros são os casos de obras ruins. Ok, a maioria tem o mesmo formato, de comilança, alegria e ode ou crítica à família. Mas não só isso. Este O Primeiro que Disse é a prova de que há muito mais. Em resumo, o filme é sobre o “dia d” de Tomasso (Riccardo Scamarcio, galã em ascensão que já chegou a ser apelidado de novo Marcello Mastroianni, um sósia do Dhomini, aquele vencedor do Big Brother
Os Pilares da Terra – 2 – Redenção
Somente quem assistiu ao primeiro filme da saga pode entender este. É uma continuação, pura e simplesmente. Até há uma recapitulação antes do filme começar de vez, como em um seriado, mas é pouco. Isso já tira alguma pretensão de ser um filme inesquecível. Mas para quem viu o primeiro, Os Pilares da Terra – 2 – A Redenção é obrigatório. É melhor que o primeiro. Originalmente uma série televisiva, baseada nos livros homônimos de Ken Follet (quase 2.000 páginas
Os Pilares da Terra – 1 – Destruição do Templo
Originalmente uma série televisiva, baseada nos livros homônimos de Ken Follet (quase 2.000 páginas em dois volumes, que ainda não li), Os Pilares da Terra – 1 – Destruição do Templo é a primeira de quatro partes sobre romances, negociações e, claro, intrigas palacianas na Inglaterra do século 12, do rei Henrique I. Toda a trama gira em torno da construção de uma catedral. Esta primeira parte (a série original tem 8 episódios, que viraram 4 filmes), percebe-se pelo nome,
Megamente
Com tantas animações nas telas dos cinemas, é natural que as grandes produtoras comecem a procurar novos assuntos. A Disney já chegou, com Enrolados, à sua 50ª, incluindo as 12 produzidas em parceria com a Pixar. A DreamWorks tem 23. A Fox conseguiu a primeira quinzena com Rio. A Universal entrou no ramo em 2010. Isso sem contar as menores produtoras, que a toda hora aparecem com novidade. Aí entra a criatividade, a imaginação, para surpreender o espectador. Aí vale
Sin City – A Cidade do Pecado
O filme é de 2005, mas nunca havia me apetecido, mesmo eu sendo fã de histórias em quadrinhos e filmes baseados nesta arte. Motivo? Sei lá… falaram tão bem que fiquei com receio de, com a expectativa criada, não gostar. Agora assisti e percebi o quanto estava perdendo. Sin City – A Cidade do Pecado é uma obra de arte. Espero ansiosamente pelo segundo, que há anos parece que sairá do forno, mas não sai. Robert Rodriguez – que fez
Além da Vida
Clint Eastwood acertou em cheio. De novo! Já se pode considerar redundância falar que o diretor comandou mais um ótimo filme. Assim foi com Menina de Ouro, Invictus, Cartas de Iwo Jima, Gran Torino, A Troca… e por aí vai – e só estou citando os mais novos. E assim foi com Além da Vida, um filmaço. A trama do filme costura três histórias distintas, passadas em São Francisco, Londres e Paris. As três envolvem a morte. Depois de uma
Telê Santana – Meio Século de Futebol Arte
Em 21 de abril de 2006 o mundo perdeu Telê Santana, o maior técnico da história do futebol brasileiro (ok, é uma opinião minha… mas o texto também é meu). Telê morreu, mas deixou um legado, deixou saudade em amigos, familiares, boleiros… em admiradores de futebol. Saudade que o filme Telê Santana – Meio Século de Futebol Arte aborda com perspicácia. Qual treinador no mundo tem ou teve seu nome gritado por uma torcida mais de uma década depois de
O Pecado de Hadewijch
É por filmes como este que o nome do blog me agrada. Em todos os lugares os especialistas em cinema tentam explicar O Pecado de Hadewijch. Teorias e mais teorias estão pela internet e pelos jornais, sem mostrar a porcaria que é. Mas a explicação é uma só: o filme é ruim! Simples assim. Aqui a gente não entende, mas comenta. E comenta certo! Não dá para tentar entender O Pecado de Hadewijch e transformá-lo em algo bom. Não dá
Enrolados
Na 50ª animação de sua história, a Disney não poderia fazer diferente. A comemoração precisaria de todos os elementos para agradar ao público, infantil ou adulto. Temos a princesa que tanto está no imaginário das meninas, mas, claro, uma princesa forte, bonita e inteligente. Aos meninos temos o herói descolado, sedutor e bonito. Para os adultos, muita emoção, romantismo, ação, correria… agradando às mulheres e aos homens. E, claro, um animal esperto e bonitinho – neste caso, um camaleão -,

