Posts From Danilo Vicente
A Ilha
A Ilha é uma espécie de Matrix piorado. Não que eu seja fã da saga de Neo, mas certamente é melhor que este. No futuro existe uma entidade que pretende repovoar a Terra, tomada por um vírus mortal. As pessoas que sobraram ficam isoladas em um ambiente totalmente fechado, sem conexão com o mundo exterior. A única informação que os sobreviventes têm é que há uma ilha que “sobrou”, ou seja, que ainda pode receber humanos sem contaminá-los. Para chegar
O Solista
Gosto de filmes baseados em histórias reais. Já saem com um ponto de vantagem na minha avaliação. Mas este O Solista, apesar de ser assim, não me encantou. A obra é baseada na história real do prodígio musical Nathaniel Ayers, que desenvolveu esquizofrenia ao cursar o segundo ano na famosa faculdade de música Juilliard, de Nova York. Ayers vira um sem-teto nas ruas do centro de Los Angeles, onde toca violino e violoncelo. E certo dia conhece o jornalista Steve
Estômago
Não é que vi um bom filme brasileiro nesta semana? Uma raridade. Estômago é um filme simples e não escapa da “tradição” de xingamentos desnecessários e mulher pelada das produções nacionais. Mas é um filme que vale, com uma boa história, que utiliza a culinária como pano de fundo para contar a vida de um retirante de Pernambuco que tem um dom, mas sofre na vida. Mas não se engane: há muitas surpresas. Raimundo Nonato (muito bem interpretado por João
K-Pax – O Caminho da Luz
Fiquei contra este filme por meses. Sempre estava disponível na locadora, mas o nome me assustava. Pensava ser um filme de ficção científica (até gosto do gênero, mas não me empolga para alugar). Coragem tomada, levei para casa… e adorei. K-Pax – O Caminho da Luz em nada leva ao sobrenatural. É, sim, sobre relações humanas. A história é baseada em Prot, interpretado por Kevin Spacey (este homem já fez filme ruim?), um cara inofensivo, detido na Grand Central Station,
Última Parada 174
Dá pra contar nos dedos de uma mão os filmes brasileiros que aprecio. Última Parada 174 é um deles. Já assisti há um bom tempo, mas sempre que entra em cartaz um filme nacional eu logo lembro dele. Não é um dos mais badalados brasucas, mas me prendeu, mesmo já conhecendo a história. O drama é baseado em fatos reais da vida de Sandro do Nascimento, menino de rua que sobreviveu à chacina da Candelária e, anos depois (em 2000),
O Planeta dos Macacos
Esse é um dos meus preferidos. Quando era criança, assisti a toda a série, que me marcou. Vi o primeiro novamente neste sábado – o original, de 1968. E mais uma vez achei sensacional. O Planeta dos Macacos é um baita clássico, uma obrigação para quem gosta de filmes, ainda mais os de ficção científica. O filme, que nesta vez me pareceu muito um “pai” da série Lost, é baseado no livro de Pierre Boulle, roteirizado por Michael Wilson e
Coração Louco
O cara fez O Grande Lebowski. Só por isso já merece crédito. E foi assim que fui ver Coração Louco. Estava sedento por uma nova apresentação ao estilo do grande filme dos irmãos Joel e Ethan Coen. Começou bem: já na primeira cena apareceu um belo boliche, remetendo ao Jeffrey “The Dude” (O Cara) Lebowski, um fanático jogador de boliche. Ah, e também logo no início o protagonista tem um apelido: Bad (Mau). Ajeitei-me na cadeira e pensei: “que beleza!
Mad Max
Quem não viu, precisa ver. Esse é o filme que transformou Mel Gibson em astro mundial. Também é o maior sucesso de bilheteria do cinema australiano. Mad Max é diferente de tudo que havia sido produzido até então, em 1979. Um clássico de ação e de ficção científica. Em um futuro não muito distante (o filme começa com a frase “a few years from now”) e pós apocalíptico, o deserto australiano vive dias de caos, com gangues de motociclistas disputando
Jamaica Abaixo de Zero
Inspirado pelos Jogos Olímpicos de Inverno em Vancouver, resolvi escrever sobre Jamaica Abaixo de Zero. Tudo bem, o melhor seria abordar um filme com o inusitado curling (hhhhaaard….hhhhaaarrrdddd….hhhhaaarrrddd) como tema. Mas, até onde sei, não há. Jamaica Abaixo de Zero, de 1993, marcou minha memória com uma das cenas finais, quando o quarteto carrega seu bosbleigh, aquele carrinho que desce num tubo cheio de gelo… (se contar mais estrago o fim). A história é assim: Irwin Flitzer desgraçou sua carreira

