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12 Horas
Não é possível que Heitor Dhalia – o homem do ótimo O Cheiro do Ralo – tenha feito um filme horrendo como este. 12 Horas é ruim… muito ruim. Ok, é a primeira incursão do diretor em Holywwood. E ele mesmo reclamou da falta de liberdade, de não ter o controle criativo da obra. Mas seu nome está lá, em destaque, como diretor. Aí não tem desculpa. Não há uma cena de 12 Horas que não seja previsível. E tudo
Jane Eyre – 2011
A história de Jane Eyre, romance da inglesa Charlotte Brontë publicado em 1847, já rendeu dois filmes. O de 1944, com Joan Fontaine e Orson Welles nos papéis principais, é o mais famoso (o outro é de 1996, para a televisão). Ou era, pois em 2011 saiu uma versão do diretor Cary Fukunaga, agora mais sombria, tentando mesclar romance e horror. O problema é que de horror nada há; fica-se apenas no amor. Mia Wasikowska (de Albert Nobbs) e Michael
Noite de Ano Novo
Hilary Swank, Robert De Niro, Ashton Kutcher, Zac Efron, Katherine Heigl, Michelle Pfeiffer, Sarah Jessica Parker, Jessica Biel, Halle Berry, Alyssa Milano, Lea Michele (da série Glee), Josh Duhamel, Abigail Breslin (a Pequena Miss Sunshine, agora crescida) e até Jon Bon Jovi. Estes são ALGUNS dos famosos que estrelam Noite de Ano Novo, um bom filme, especialmente se for assistido perto de uma data que reúne amigos, família etc. Estes são só ALGUNS dos famosos porque há mais personagens, com
Eu Queria Ter a Sua Vida
Troca de corpos deve ser um dos mais recorrentes temas do cinema. Pai que entra no corpo do filho, adolescente que vira idoso, homem que vira mulher. E, sempre, vice-versa. Só não há humano que incorpora cachorro (olha aí uma ideia, roteiristas!). Em todos os casos a dupla protagonista odeia a mudança no início, mas sempre acaba tirando alguma vantagem. Este Eu Queria Ter a Sua Vida é mais um. Big – Quero Ser Grande, com o Tom Hanks, é
Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge
Muitos adjetivos podem descrever Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge. Pode-se dizer que é um filme empolgante. Também cabe “eletrizante”… ou “épico”. Escolho um, que acredito ser o melhor. É, acima de tudo, tenso (ainda mais em um cinema de qualidade). São 164 minutos se segurando na cadeira, esperando que o horror passe, especialmente nos 60 minutos finais. O espectador sabe que no fim o bem vai vencer. Mas, em uma história de superação, como é difícil! Capítulo final
Morte no Bunker – A Queda de Hitler
Documentários me fascinam. Vejo sempre que posso. Os melhores são, claro, aqueles que trazem fatos inéditos, que ensinam algo, que captam o espectador. Morte no Bunker – A Queda de Hitler é assim. Produzido pela televisão alemã – Spiegel TV -, o filme retrata os dias finais de Adolf Hitler. Traz uma série de depoimentos de gente próxima ao nazista, com imagens do fim da Segunda Guerra Mundial. As entrevistas de sua secretária Traudl Junge e de seu guarda-costas Rochus
Aurora
Dez anos atrás, Jurandir Muller e Kiko Goifman receberam R$ 20 mil da Petrobrás e produziram o filme Aurora. Curta-metragem, foi selecionado, com outros quatro filmes, entre 304 concorrentes. Vale assistir. Trata-se do aprimoramento de um trabalho iniciado em uma videoinstalação, no Paço das Artes, como evento paralelo à Bienal dos 50 anos, em 2001, em São Paulo. Naquele momento o trabalho era mais ambicioso, querendo construir um paralelo entre as velhas prostitutas que ainda resistem no centro de São
Sexo e a Metrópole
Filme em curta-metragem não falta no Brasil. Com uma câmera na mão e um computador pode-se fazer o que quiser. Mas Sexo e a Metrópole me chamou atenção por causa das atrizes famosas. Celebridade em curta é mais difícil. Acreditei que viria, pelo menos, algo diferente. E aprendi. Bárbara Paz e Patrícia Coelho – as duas Casa dos Artistas – estrelam o filme de 8 minutos. Deverian ter escolhido qualquer outro afazer em vez de participar do filme. A história
O Abrigo
Um homem começa a ter pesadelos sobre uma tempestade apocalíptica. Acordado, vê sinais de que os sonhos podem prever um futuro próximo. Para proteger sua família, decide construir um abrigo no quintal de casa, gastando todas as economias, gerando a imagem de louco na cidade. A pergunta de O Abrigo – vencedor da Semana da Crítica do Festival de Cannes em 2011 – é: este homem está louco ou realmente algo acontecerá? Se você pensa que o fim é óbvio,
As Aventuras de Tintim
Gosto de Tintim, ou “Tantan” na pronúncia do original idioma francês. Gosto mais de seu nascimento, com o belga Hergé, dos casos, dos segredos, enfim, da história por trás da fama do que das tirinhas. Não que sejam ruins – pelo contrário. Mas a mim interessa mais, neste caso, a realidade. É como homenagem a um dos mais queridos personagens do mundo, especialmente na Europa, e a um desenhista do primeiro time que o filme As Aventuras de Tintim vale.

