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Românticos Anônimos
Românticos Anônimos é um típico filme francês. Também é um típico filme com comida – chocolate – de fundo. Mas… é diferente. É, ao mesmo tempo, sobre uma doença que de início parece uma brincadeira, mas que claramente angustia o diretor Jean-Pierre Améris: a hiperemotividade. Estão nos 80 minutos do longa a leveza do cinema francês, com um romance entre o dono de uma fábrica de chocolate e sua nova contratada. Romance que fica açucarado com as cenas na fábrica,
O Garoto da Bicicleta
Vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes em 2011, indicado ao Globo de Ouro em Filme Estrangeiro em 2012. Duas honrosas credenciais de O Garoto da Bicicleta. Não é o melhor filme de 2011. Mas em 87 minutos consegue contar bem uma história. E isso é um baita mérito. Já cansei de ver filme que tem uma boa ideia mas se perde no tamanho. Depois de um certo tempo fica chato, incômodo… um desperdício. Com 87 minutos
Almas à Venda
Paul Giamatti já fez Ganhar ou Ganhar – A Vida É Um Jogo, A Minha Versão do Amor e A Luta pela Esperança, três filmaços. Isso sem contar Sideways, que gosto, mas não acho tudo isso. Agora vem com mais um filme típico dele, Almas à Venda. O “típico dele” é porque Giamatti tem se especializado em filmes humanos, centrados em uma história ou passagem de vida específica, sempre com leveza. São longas inteligentes e curiosos. Tudo bem, o homem
O Código Tarantino
Está aqui um ótimo exemplo de curta-metragem. Excelente. O Código Tarantino (dica da Angelica Vilela aqui no blog) consegue, em pouco menos de 11 minutos, mexer com a mente de quem gosta do trabalho do diretor e roteirista Quentin Tarantino. Com Selton Mello e Seu Jorge, o filme tem o tempo todo dois amigos conversando em um bar. O personagem de Selton solta uma teoria de ligações entre personagens dos diversos filmes de Tarantino, criando a concepção de um “mundo
Kill Bill – Volume 2
Este post precisa ser lido como assisti à saga de Beatrix Kiddo: primeiro o número 1 (clique no link ou veja abaixo), depois o número 2 (este). Aqui escrevo sobre Kill Bill – Volume 2, a ótima continuação da vingança de Beatrix contra Bill e seu time de assassinos. Não tem o brilho da primeira parte, mas é duca. Se em Kill Bill 1 Beatrix começa a matar quem acabou com sua vida (ela levou um tiro na cabeça de Bill
Kill Bill – Volume 1
“Paula Schultz – 1823 – 1893”. É o que está escrito na lápide da cova que Beatriz Kiddo é enterrada viva em Kill Bill – Volume 2 (quem assiste à novela Avenida Brasil agora já sabe de onde veio a cena com a protagonista Nina). Beatrix é também chamada de A Noiva e de Mamba Negra. Mas o nome não importa. Ela é, enfim, a vingativa que deseja matar Bill em Kill Bill. Fiquei louco para saber “quem, diabos, é
Intocáveis
A história de um milionário tetraplégico que conta com os cuidados de um imigrante senegalês recém-saído da prisão é o filme francês de maior sucesso no mundo, em todos os tempos. Intocáveis já tem público de 23 milhões de pessoas nas salas internacionais, deixando para trás O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. Acaba de estrear no Brasil com altos elogios. Todo mundo que assistiu, gostou. Ok, depois de ouvir tantos agrados, não achei o melhor filme de todos os tempos.
À Beira do Abismo
Um homem recém-fugido da prisão está à beira de um prédio, pronto para se jogar. Lá vai o esquadrão da polícia de Nova York evitar o trágico desfecho. Ele exige que determinada policial seja a negociadora, a pessoa que vai evitar que se espatife no chão. Mas se quer se jogar, por que deseja esta mulher conversando ali perto? Esse é um dos pontos fracos – que tentam ser surpresas – de À Beira do Abismo. Não apenas o personagem
Borboletas Indômitas
“Saber atuar é importante em qualquer profissão, principalmente a tua”. A frase é de um senador para uma prostituta, no quarto de um flat, momento antes do desfecho de Borboletas Indômitas. É a deixa para a história virar de cabeça para baixo e passar de um corriqueiro dia a dia em Brasília para a pura vingança. O político estava certo. Nathália Rodrigues – a sensação do cabaré na novela global Gabriela, capa da Playboy de agosto -, Ana Carolina Lima
Paraísos Artificiais
Paraísos Artificiais tem o mérito de ser um filme diferente. É uma ficção focada nas festas raves, com um romance por trás. Aborda o tráfico e o consumo de drogas, mas com foco na classe média (“uma história de amor e êxtase”, segundo o subtítulo no cartaz, nos dois sentidos). Não é o melhor filme nacional da história, mas, sim, é bom. Erika (Nathalia Dill) é uma DJ em começo de carreira, muito amiga de Lara (Lívia de Bueno). Juntas,

