Blog
Mad Max – Estrada de Fúria
As críticas a Mad Max – Estrada de Fúria têm sido praticamente unânimes: filmaço. É mesmo. Confesso que fiquei um pouco saudosista. Talvez por isso não tenha gostado de Max ser quase mudo – o filme deveria se chamar Furiosa, a personagem secundária de Charlize Theron que assume o protagonismo. Mas não há como negar que é o longa com mais ação realista que já vi. Sem descanso. Insano. E, por isso, precisa ser visto… because we don’t need another
Boyhood – Da Infância à Juventude
Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Nem péssimo, nem ótimo. Gostei de Boyhood – Da Infância à Juventude, mas está longe de ser o melhor filme de Richard Linklater. É evidente que o jeito de fazer é o melhor do filme, o que o diferencia (não que tenha sido o primeiro). O diretor filmou ao longo de 12 anos os atores que interpretam uma família comum americana. No total, 39 dias em frente às câmeras, cerca de três
Um Braço de Um Milhão de Dólares / Arremesso de Ouro
Já se percebe que o filme não é grande coisa quando tem dois títulos em português. Um Braço de Um Milhão de Dólares, ou Arremesso de Ouro, dependendo do local que o guarda, é a típica produção de superação da Disney. Não é ruim… mas também não passa da média. J. B. Bernstein (Jon Hamm), agente esportivo que está quase falido, tem a ideia de ir à Índia para encontrar talentosos jogadores de críquete e transformá-los em grandes arremessadores de
Magia ao Luar
Magia ao Luar é um dos filmes fracos de Woody Allen. Pode até divertir em um momento ou outro, mas tem um roteiro pouco inspirado. Nem os dois protagonistas de peso, Colin Firth e Emma Stone, conseguem salvar o longa. Firth, sempre competente, interpreta Stanley, que ganha a vida como um mágico travestido de chinês e nas horas de folga desmascara charlatões que se dizem médiuns. Ele é informado por um amigo (vivido por Simon McBurney) sobre uma mulher que
Bigger, Stronger, Faster
Fiquei surpreso com o documentário “Bigger, Stronger, Faster”. Não que pensasse ser ruim – aí não teria assistido. Mas o filme foi além de minha expectativa de uma maneira positiva. Produzido e narrado por Chris Bell, o longa discute o uso de anabolizantes, por atletas profissionais ou não. O assunto despertou o interesse do cineasta devido a seus dois irmãos, usuários dessas substâncias para ganhar músculos. Além da dupla familiar, e de seus pais (que são os com mais cérebro
Casamento às Avessas
Australiano, Casamento às Avessas poderia ser brasileiro, americano, francês, inglês… Em qualquer país há este tipo de filme, bonitinho, com final previsível, sem grande surpresa. Steve está passando por um difícil momento financeiro. Quando conhece Anna, uma russa que precisa se casar na Austrália para conseguir seu visto, ele vislumbra uma possibilidade de acabar com as dívidas. Ambos têm namorados, e o enlace pode acabar com os relacionamentos. Tudo acabará bem, certamente. A dúvida fica sobre quais casais chegarão formados
O Diário de Carson Phillips
De vez em quando surge um bom filme sobre colégio americano. Sabe como é este gênero? Alunos rejeitados, a turma popular, meninos e meninas se digladiando para ter reconhecimento… O Diário de Carson Phillips é sobre isso, mas tem um toque diferente. Não que seja um espetáculo, como As Vantagens de Ser Invisível, mas até vale o ingresso. Carson Phillips (Chris Colfer) tem o sonho de se tornar um jornalista de sucesso, mas é atingido e morto por um raio.
O Segredo de Berlim
Filme com George Clooney, Cate Blanchett e Tobey Maguire sobre a Segunda Guerra Mundial só pode ser bom. Apostei. E perdi. Baseado no livro The Good German, de Joseph Kanon (espero que a publicação seja melhor, pois a tenho em casa), O Segredo de Berlim conta a história de Jake Geismar (George Clooney), um jornalista correspondente de guerra americano que retorna a Berlim logo após o fim da guerra. Seu objetivo oficial é cobrir a Conferência de Potsdam, que reúne
Quando Eu Era Vivo
Filme brasileiro geralmente é um horror, diz a opinião geral do público. Mas este Quando Eu Era Vivo é um tanto diferente. É “sobre” horror. E, seguindo os melhores, e poucos, exemplos nacionais, é uma bela opção. Nada de comédia, tiroteio, palavrões. Quando Eu Era Vivo (baseado no livro A Arte de Produzir Efeito Sem Causa, de Lourenço Mutarelli, de O Cheiro do Ralo) narra a história de um rapaz desempregado que se abriga da separação conjugal na casa do
Hércules – 2014
Hércules é só mais um filme com Dwayne Johnson. Embora com um musculoso ator no comando, a história do longa é fraca, totalmente diferente da original. E até os efeitos especiais são muito mal feitos. Baseado na história em quadrinhos The Thracian Wars, o diretor John Muske segue o herói no deserto, lutando com contra leões, um búfalo de três cabeças e exércitos. Ele e seu grupo “trabalham” por dinheiro. E essa é uma grande diferença para a peça original.

