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Bola do Inferno
Quatorze de outubro de 2003. No Wrigley Field, estádio em Chicago, uma das equipes locais, os Cubs, enfrentavam o Florida Marlins. Não era uma partida comum. Era o jogo que levaria o time à World Series, a final do campeonato de beisebol dos Estados Unidos. 3 a 0 na partida quase liquidada, torcida já comemorando. Os Cubs não se classificavam para as finais desde 1945. E não ganhavam o campeonato desde 1908! Em um minuto tudo mudou, para o time
Virando o Jogo
O elenco é bom: Keanu Reeves, Gene Hackman e Jon Favreau. O tema é esporte, que eu gosto. A sinopse… até interessante. Mas quando Virando o Jogo começa já se vê que tudo isso é engolfado por um roteiro (do pouco conhecido Vince McKewin) para lá de ruim. Logo de cara o filme começa mal. Há uma greve no futebol americano e o dono de um time em Washington tem a solução: trocar de técnico e “convocar” jogadores amadores. Vem
Hiroshima
É sempre relevante assistir a um documentário que traga novidade sobre algum fato. Fica mais chato quando o filme relata algo de conhecimento geral, sem que venha à tona algo inusitado. Hiroshima não tem essa característica, e por isso pode não ser o melhor documentário já lançado. Mas ao mesmo tempo é importante que obras como essa sejam lançadas de tempos em tempos, mantendo vivas na lembrança da sociedade atrocidades cometidas pela humanidade. De 2005, quando se completaram 60 anos
300 – A Ascensão do Império
Nove anos atrás Rodrigo Santoro foi louvado e criticado por 300. Crescia internacionalmente, vivendo o vilão de uma superprodução. Mas dizia-se que ele pouco aparecia; e era tão ruim que sua voz precisava ser dublada. Inveja. Santoro era, e ainda é, o mais importante ator brasileiro no exterior. Agora chega a continuação 300 – A Ascensão do Império, novamente com ele na pele de Xerxes. O certo é que há um abismo de qualidade entre os dois filmes… e neste
Minions
Acabo de voltar da sessão de cinema. E já resolvi escrever sobre Minions, a nova animação dos estúdios Universal e Illumination. Tamanha ansiedade tem motivo: o filme é sensacional! Li umas críticas por aí… e os “especialistas” não gostaram muito. Esqueça. Vá ao cinema e se divirta a valer. Minions é risada do começo ao fim. E olha que se trata de uma animação em que os personagens principais praticamente não falam, grunhindo poucas palavras (talvez a maior graça deles).
Golpe Duplo
Entreter o espectador. Essa é a função de Golpe Duplo, o mais recente filme de Will Smith, com Rodrigo Santoro como coadjuvante. Cumprido o objetivo. É o típico longa-metragem sobre golpes, que tanto o cinema já explorou. Will Smith interpreta Nicky, um trapaceiro profissional que tem como estratégia aplicar pequenos golpes, o que, segundo ele, impede que seja pego. Mas são pequenas tramoias em larga escala, com uma vasta equipe. Ele conhece uma outra golpista, Jess, vivida por Margot Robbie.
Cássia Eller
Nunca fui fã de Cássia Eller, mesmo tendo acompanhado seu auge na carreira, nos anos 1990 e início dos 2000. Gosto de algumas músicas, só. Ontem assisti ao documentário Cássia Eller com essa visão. E se achei muito (mas muito) bom é porque realmente deve ser. Afinal, não tinha o olhar saudosista, nem buscava canções. O que valeu mesmo foi a história! O principal do longa é não se resignar a contar fatos já conhecidos. Traz à tona fotos, vídeos
As Tartarugas Ninja – 2014
Nostalgia. Só pode ter sido este o motivo para eu assistir ao mais recente As Tartarugas Ninja. Preciso aprender a controlar isso. Fenômeno pop nos anos 1990, As Tartarugas Ninja surgiram nos quadrinhos em 1984 (sob a pena de Peter Laird e Kevin Eastman). Migraram para os desenhos animados, explodindo em sucesso. Viraram fliperama, ganharam jogos de videogame. Em 1990 o caminho foi o cinema em uma versão com atores: surgiu As Tartarugas Ninja, replicado em As Tartarugas Ninja II
A Bela e a Fera – 2014
Uma grata surpresa este novo A Bela e Fera. Francês, o filme de 2014 traz atores reais e altera a versão mais conhecida da história, a animação produzida pela Disney indicada ao Oscar de melhor filme em 1992. Com Léa Seydoux (Azul É a Cor Mais Quente e Adeus, Minha Rainha), a Bela, e Vincent Cassel (Cisne Negro e Irreverssível), o Fera, o longa vale-se de efeitos especiais muito bacanas, mas também de uma fábula que cativa. Uma vida por
O Poderoso Chefão – Parte III
Al Pacino está lá. Diane Keaton e Talia Shire também, junto a alguns secundários remanescentes dos filmes anteriores. Mas Al Pacino está lá! O espetacular ator sustenta a terceira parte de O Poderoso Chefão, 26 anos após a segunda ter sido lançada. Uma falta é sentida: Robert Duvall não dá as caras como o “irmão” dos Corleone (dizem que por ter pedido cachê lá em cima). Ele faz muita falta. É evidente que o desfecho da trilogia de maior sucesso

