Aventura
Mulher-Maravilha
Essa tal da expectativa… Neste fim de semana fui assistir a Mulher-Maravilha no cinema, cheio de esperança de ver o melhor filme de super-heróis da história. Essa foi a avaliação que ouvi de muita gente. “Agora”, disseram e escreveram, “a mulher está representada”. “É o fim da submissão feminina na telona”, alardearam. Que nada. O filme é comum. E o tal “empoderamento” feminino aparece só para quem deseja, se houver muito boa vontade, pois é um dos pontos fracos da
Guardiões da Galáxia – Volume 2
Em time que está ganhando não se mexe. A premissa futebolística vale para Guardiões da Galáxia – Volume 2. Sequência de uma bem-sucedida investida de humor com super-heróis, o filme tem a exata cara de seu antecessor. E isso é ótimo! Produzido pela Marvel, o primeiro Guardiões inverteu a lógica de então. Os filmes de super-heróis eram uma mistura de pancadaria e drama. Até que chegou o humor de um grupo aventureiro muito estranho. Nesta sequência estão juntos novamente o
Mogli – O Menino Lobo
A Disney tem acertado ao refilmar em live-action, com pessoas, suas famosas animações. Com A Bela e a Fera foi assim. Mogli – O Menino Lobo também. Os efeitos especiais constituem o melhor e mais surpreendente aspecto desse filme. Merecidíssimo o Oscar na categoria. Os animais são incríveis… e olha que Mogli (interpretado pelo garoto Neel Sethi) é acompanhado por eles o tempo todo. É uma aventura, bem tocada por Jon Favreau (já escalado para o novo O Rei Leão).
Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 2
Enfim o fim! Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 2 encerra de maneira melancólica a saga de Katniss Everdeen. É verdade que não se trata do pior episódio, mas é apenas melhor que o anterior. Em sequência aos eventos da Parte 1, este derradeiro Jogos Vorazes começa com Katniss ferida, cheia de hematomas no pescoço e dificuldade em falar. O choque pelo súbito ataque de Peeta é um elemento importante neste novo longa. E começa-se a guerra. Há bem
Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1
Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1 é fraco. Outro adjetivo: forçado. Nem Jennifer Lawrence vai bem. Primeiro ponto: não há mais os tais “Jogos Vorazes”, ou seja, a disputa pela vida. Aí a ação mingua. O tom é mais pausado, até contemplativo em certos momentos, e o foco mira o psicológico. É um erro especialmente criado pela separação do capítulo final em duas partes. Após ser resgatada do Massacre Quaternário pela resistência ao governo tirânico do presidente Snow
Os Últimos Cavaleiros
Morgan Freeman é bom em todo papel. Os Últimos Cavaleiros é a prova disso. Mesmo com uma pequena, mas importante, participação, ele mostra o quão capaz é. Freeman é Bartok, um mestre na Idade Média, um homem que não trai suas convicções. Ao manter-se incorruptível, é assassinado de uma forma trágica. Raiden, vivido por Clive Owen (que vai bem no papel), é o líder de um grupo de guerreiros que tem sua vida alterada do dia para a noite com
O Físico
O que sobressai em O Físico é a polêmica em torno de seu título traduzido para português. O original The Physician literalmente seria O Médico. Mas a tradução do livro de Noah Gordon no Brasil já cravou O Físico. Mais: há quem defenda a tradução, já que na época apresentada pela história não existiam médicos e a pessoa que se dedicava a cuidar das doenças era chamada físico. Bom… tradução à parte, o longa começa animador, mas a cada minuto só
Evereste
Pelo nome já se percebe o que vem. Evereste é daqueles filmes sobre um grupo de alpinistas. Claro, algo vai dar errado e eles vão sofrer. Mas por mais previsível que seja, o longa consegue gerar tensão, deixando o melodrama de lado. Há um problema: são muitos personagens. Há as esposas dos alpinistas, os grupos vizinhos, o pessoal que fica na base, em baixo da montanha. Aliás, é “a” montanha. As cenas são muito bem produzidas e levam o espectador
Homem-Formiga
Homem-Formiga tem bom ritmo, boas atuações… e um prelúdio de Capitão-América – Guerra Civil. Assim, não tem como ser ruim. É mais um filme da Marvel calcado no humor. E isso é bacana. Não chega a ser uma sátira como Deadpool, mas é muito menos ação e muito mais aventura com um toque de graça. Hank Pym (Michael Douglas), o inventor da fórmula/ traje que permite encolhimento do corpo, anos depois da descoberta, precisa impedir que seu ex-pupilo Darren Cross
Cidades de Papel
John Green é o cara do megassucesso A Culpa é das Estrelas. É inegável que ele tem a manha de falar com os públicos adolescente e jovem. Mais um de seus livros, agora Cidades de Papel, chega ao cinema. E mais uma vez de maneira acertada. Na sinopse, a história parece bobinha. Um garoto tímido se apaixona pela garota mais popular do colégio. Mas o roteiro de Scott Neustadter e Michael H. Weber, baseado no texto de Green, vai além.

