Aventura
Pantera Negra
Pantera Negra está sendo classificado como um marco para o cinema. Pela primeira vez um super-herói negro da Marvel chega às telonas com um elenco quase que totalmente negro. Não é o primeiro super-herói a chegar ao cinema, já que Blade (com Wesley Snipes) teve este papel. Mas há de se concordar que Pantera Negra é muito mais assertivo em atender à necessidade por diversidade e representatividade no mundo contemporâneo. Só por isso o filme já valeria. Porém, o que
Kong – A Ilha da Caveira
Pouco se espera de um novo filme sobre King Kong. O ícone do cinema já foi à telona três vezes, a mais recente em 2005. Mas este Kong – A Ilha da Caveira é a prova de que, mesmo com a expectativa baixa, pode vir algo pior que o esperado. O longa chega ao Oscar 2018 disputando o prêmio de Efeitos Visuais. Neste quesito a indicação é válida, mas, acredito, não o prêmio. Na tela, nada diferente do que já
Spartacus
Sou fã de Stanley Kubrick. Já havia assistido a quase todos os seus filmes. Faltava este, o mais renegado por ele, porém um megassucesso, a produção que escapa de sua linha de filmes. Spartacus. Há muito a se falar, ou escrever, sobre Spartacus. Talvez a mais interessante história não seja ligada diretamente a Kubrick. Em 19 de outubro de 1960, data da estreia do longa, o nome de Dalton Trumbo voltou a Hollywood. Quem assistiu a Trumbo – Lista Negra sabe
Liga da Justiça
Está faltando imaginação na casa de Batman, Mulher-Maravilha e Super-Homem, a Warner/DC Comics. Liga da Justiça, primeiro filme do estúdio a reunir o trio a outros nomes de peso – Ciborg, Flash e Aquaman – é uma bela cópia do que Os Vingadores já apresentou, de maneira avassaladora. O tom dramático e sombrio estabelecido em Homem de Aço, filme que retratou Super-Homem para dar origem agora ao grupo que salvará o mundo, ficou para trás. O clima de aventura com
Mulher-Maravilha
Essa tal da expectativa… Neste fim de semana fui assistir a Mulher-Maravilha no cinema, cheio de esperança de ver o melhor filme de super-heróis da história. Essa foi a avaliação que ouvi de muita gente. “Agora”, disseram e escreveram, “a mulher está representada”. “É o fim da submissão feminina na telona”, alardearam. Que nada. O filme é comum. E o tal “empoderamento” feminino aparece só para quem deseja, se houver muito boa vontade, pois é um dos pontos fracos da
Guardiões da Galáxia – Volume 2
Em time que está ganhando não se mexe. A premissa futebolística vale para Guardiões da Galáxia – Volume 2. Sequência de uma bem-sucedida investida de humor com super-heróis, o filme tem a exata cara de seu antecessor. E isso é ótimo! Produzido pela Marvel, o primeiro Guardiões inverteu a lógica de então. Os filmes de super-heróis eram uma mistura de pancadaria e drama. Até que chegou o humor de um grupo aventureiro muito estranho. Nesta sequência estão juntos novamente o
Mogli – O Menino Lobo
A Disney tem acertado ao refilmar em live-action, com pessoas, suas famosas animações. Com A Bela e a Fera foi assim. Mogli – O Menino Lobo também. Os efeitos especiais constituem o melhor e mais surpreendente aspecto desse filme. Merecidíssimo o Oscar na categoria. Os animais são incríveis… e olha que Mogli (interpretado pelo garoto Neel Sethi) é acompanhado por eles o tempo todo. É uma aventura, bem tocada por Jon Favreau (já escalado para o novo O Rei Leão).
Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 2
Enfim o fim! Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 2 encerra de maneira melancólica a saga de Katniss Everdeen. É verdade que não se trata do pior episódio, mas é apenas melhor que o anterior. Em sequência aos eventos da Parte 1, este derradeiro Jogos Vorazes começa com Katniss ferida, cheia de hematomas no pescoço e dificuldade em falar. O choque pelo súbito ataque de Peeta é um elemento importante neste novo longa. E começa-se a guerra. Há bem
Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1
Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1 é fraco. Outro adjetivo: forçado. Nem Jennifer Lawrence vai bem. Primeiro ponto: não há mais os tais “Jogos Vorazes”, ou seja, a disputa pela vida. Aí a ação mingua. O tom é mais pausado, até contemplativo em certos momentos, e o foco mira o psicológico. É um erro especialmente criado pela separação do capítulo final em duas partes. Após ser resgatada do Massacre Quaternário pela resistência ao governo tirânico do presidente Snow
Os Últimos Cavaleiros
Morgan Freeman é bom em todo papel. Os Últimos Cavaleiros é a prova disso. Mesmo com uma pequena, mas importante, participação, ele mostra o quão capaz é. Freeman é Bartok, um mestre na Idade Média, um homem que não trai suas convicções. Ao manter-se incorruptível, é assassinado de uma forma trágica. Raiden, vivido por Clive Owen (que vai bem no papel), é o líder de um grupo de guerreiros que tem sua vida alterada do dia para a noite com

