Aventura
As Tartarugas Ninja – 2014
Nostalgia. Só pode ter sido este o motivo para eu assistir ao mais recente As Tartarugas Ninja. Preciso aprender a controlar isso. Fenômeno pop nos anos 1990, As Tartarugas Ninja surgiram nos quadrinhos em 1984 (sob a pena de Peter Laird e Kevin Eastman). Migraram para os desenhos animados, explodindo em sucesso. Viraram fliperama, ganharam jogos de videogame. Em 1990 o caminho foi o cinema em uma versão com atores: surgiu As Tartarugas Ninja, replicado em As Tartarugas Ninja II
Hércules – 2014
Hércules é só mais um filme com Dwayne Johnson. Embora com um musculoso ator no comando, a história do longa é fraca, totalmente diferente da original. E até os efeitos especiais são muito mal feitos. Baseado na história em quadrinhos The Thracian Wars, o diretor John Muske segue o herói no deserto, lutando com contra leões, um búfalo de três cabeças e exércitos. Ele e seu grupo “trabalham” por dinheiro. E essa é uma grande diferença para a peça original.
Os Vingadores – Era de Ultron
Os Vingadores – Era de Ultron é muito bom, que fique claro. Mas não como seu antecessor, Os Vingadores. A comparação deve ser injusta, já que o primeiro pode ser considerado um marco nos filmes sobre super-heróis, ação, aventura…porém, é inevitável. Neste segundo capítulo da saga que junta Capitão América, Homem de Ferro, Hulk, Thor, Viúva Negra e Gavião Arqueiro o inimigo, como indica o título, é o tal Ultron, um androide com inteligência artificial criado pela dupla Tony Stark
Godzilla – 2014
Tenho nada contra filmes de monstros, catástrofes etc. Adoro ficção. Efeitos especiais, acho bacanas quando bem produzidos. Mas esse Godzilla, o mais novo remake do famoso filme japonês de 1954, é intragável! Primeiro ponto: o longa é escuro! Seria vergonha da produção? Não pode ser, pois os efeitos especiais são bons – mostrando-se a única característica a ser destacada. Segundo ponto: cadê o Godzilla? Demora uma eternidade para que apareça na tela. E quando surge, com a tela quase sempre
Capitão América 2 – O Soldado Invernal
Já há algum tempo assisti a Capitão América 2. Não me empolgou, nem me indignou. Talvez por isso tenha demorado a escrever sobre ele. Confesso que o super-herói jamais me agradou. Aquela história de defender os Estados Unidos vestido de bandeira e contra os comunistas sempre soou antiquada. Mas o primeiro filme da série, Capitão América – O Primeiro Vingador, me surpreendeu. Cheio de aventura, conseguiu deixar de lado o patriotismo do herói. É verdade que esta segunda empreitada também
Lawrence da Arábia
Lawrence da Arábia é certamente um dos mais aclamados filmes da história. Só de Oscar, levou sete: Filme, Diretor (David Lean), Fotografia, Direção de Arte, Edição, Música e Som. Nas categorias Ator (Peter O’Toole), Ator-Coadjuvante (Omar Sharif) e Roteiro Adaptado foi indicado, mas não levou. E realmente merece a fama. Baseado na história de T. E. Lawrence, descrita em sua biografia Os Sete Pilares da Sabedoria (cuja veracidade é sempre colocada à prova), o longa (e bota longa nisso, pois
X-Men – Dias de Um Futuro Esquecido
Não tenho medo de errar. X-Men – Dias de Um Futuro Esquecido é o pior de toda a sequência com os heróis mutantes no cinema. De X-Men – O Filme a X-Men – Primeira Classe, todos podem ser considerados bons, no mínimo, incluindo os longas exclusivos de Wolverine. Já esse mais recente é fraco demais. O longa usa uma muleta que não era necessária: a volta ao passado para mudar o futuro. Aí fica fácil, pode-se tudo. Basta apertar o
Noé
Noé é um blockbuster. E neste quesito manda muito bem, com cenas de cair o queixo (apesar de oscilar muito, com algumas bem fracas em efeitos especiais). É ainda um filme religioso, também acertando neste ponto, pois apresenta a passagem bíblica do Dilúvio de maneira bem interessante. Mas nos dois pontos falta algo… algo para empolgar. São 138 minutos que passam rápido. No princípio, nada havia, já avisa o longa. A história começa no Gênesis. É no furto da maçã proibida que
Percy Jackson e o Mar de Monstros
Percy Jackson e o Mar de Monstros é a continuação de Percy Jackson e o Ladrão de Raios, que em 2010 chegou com alguma esperança de substituir a saga Harry Potter, marcada para terminar dois anos depois. Sem chance! Se o primeiro já foi fraquinho, este segundo é um horror! É de se esperar, hoje em dia, que uma superprodução tenha efeitos especiais bacanas. Nem isso. O novo Percy Jackson consegue entregar um material que só atrai crianças, e olhe
Colegas
É sensacional a ideia de Colegas! Três atores com Síndrome de Down protagonizam um filme sobre um trio de amigos que sai em busca de liberdade e realização de sonhos. Pena, mas uma pena mesmo, que o filme é ruim. Não consegui achar uma resenha que analisasse o filme como ele deve ser analisado: como um filme. Todo mundo escreveu sobre a maravilha de se pular o obstáculo da Síndrome de Down e lançar uma inédita obra com três atores

