Romance
La La Land – Cantando Estações
Por ANGELICA VILELA DE MORAIS, enviada especial ao cinema O musical La La Land é uma metalinguagem do mundo hollywoodiano. É um filme que fala sobre a indústria do cinema e também da música. De forma leve, mas sem deixar de ser crítico. Na história, Mia (Emma Stone) “esbarra” em Sebastian (Ryan Gosling). Ela, aspirante à atriz. Ele, pianista de Jazz tradicionalista que sonha em manter o gênero intacto em um pedestal. Da relação improvável surge um relacionamento amoroso que
Requisitos Para Ser Uma Pessoa Normal
Requisitos Para Ser Uma Pessoa Normal é uma mistura de romance, comédia e drama. É leve, divertido, daquela diversão que não gera gargalhadas, mas, sim, um sorriso contínuo. Espanhol, o filme é, digamos, sensível. A trama é sobre Maria, mulher de 30 anos que acredita ser um fracasso. Em uma entrevista de emprego ela é levada a criar uma lista de critérios para ascender na vida: ter trabalho, casa, vida social, namorado, hobbies e ser feliz. É então que ela
O Maravilhoso Agora
Miles Teller não tem ainda seu nome reconhecido de primeira. Ele apareceu em Divergente, depois no mais recente Quarteto Fantástico. Seu primeiro filme foi Reencontrando a Felicidade, seguido do remake de Footloose. Marcou mesmo por Whiplash. Este O Maravilhoso Agora é todo colocado em suas costas – e ele segura a bronca. Ao lado de Shailene Woodley, de A Culpa é das Estrelas e também Divergente, o ator comanda um filme que de início parece mais um romance adolescente. Parece
A Incrível História de Adaline
A Incrível História de Adaline é uma espécie de O Curioso Caso de Benjamin Button. Também se parece com O Retrato de Dorian Gray. Em todos os casos há uma relação íntima com o envelhecimento do protagonista, ou invertendo o relógio ou parando no tempo. Adaline é assim, mas, bem realizado, não perde ponto por bater na mesma tecla. Sua dificuldade é o imenso número de coincidências que atropelam a trama. Adaline se difere de Button ou Gray por parar
Elsa & Fred
Shirley MacLaine e Christopher Plummer são dois baluartes do cinema mundial. Protagonizam Elsa & Fred, versão hollywoodiana do espanhol Elsa & Fred – Um Amor de Paixão. Pena que só haja valor nas interpretações de ambos. Pois o resto do filme… Elsa & Fred tem uma história já batida, mas nem por isso ruim. A idosa Elsa recebe um novo vizinho, Fred, recém viúvo. Já se imagina o que virá. Mas, se bem construído, pode ser um roteiro cativante. Não
O Grande Gatsby – 2013
Quase todos os críticos foram negativos ao abordar o mais recente O Grande Gatsby, de 2013. Isso sempre aconteceu por compara-lo ao livro de F. Scott Fitzgerald, de 1925, ou aos filmes de 1926, 1949 e, especialmente, 1974 (com Robert Redford, roteirizado por Francis Ford Coppola). Pode até ser que os mais antigos sejam melhores ou que o livro dê um banho. Mas avaliar o filme só por ele, sem interferência das peças anteriores, revela que é uma belezura. Pelo
Será que?
“Será que?” é uma comédia romântica. Mas não é uma típica comédia romântica. É bem verdade que o tema “amizade que vira algo mais sério” já foi abordado algumas vezes no cinema. Mas o roteiro de Elan Mastai, baseado no livro de T.J. Dawe e Michael Rinaldi, escapa a todo instante de clichês. Daniel Radcliffe (o Harry Potter) e Zoe Kazan (Ruby Sparks – A Namorada Perfeita e Eu Odeio o Dia dos Namorados) formam um casal com ótima química
Magia ao Luar
Magia ao Luar é um dos filmes fracos de Woody Allen. Pode até divertir em um momento ou outro, mas tem um roteiro pouco inspirado. Nem os dois protagonistas de peso, Colin Firth e Emma Stone, conseguem salvar o longa. Firth, sempre competente, interpreta Stanley, que ganha a vida como um mágico travestido de chinês e nas horas de folga desmascara charlatões que se dizem médiuns. Ele é informado por um amigo (vivido por Simon McBurney) sobre uma mulher que
Casamento às Avessas
Australiano, Casamento às Avessas poderia ser brasileiro, americano, francês, inglês… Em qualquer país há este tipo de filme, bonitinho, com final previsível, sem grande surpresa. Steve está passando por um difícil momento financeiro. Quando conhece Anna, uma russa que precisa se casar na Austrália para conseguir seu visto, ele vislumbra uma possibilidade de acabar com as dívidas. Ambos têm namorados, e o enlace pode acabar com os relacionamentos. Tudo acabará bem, certamente. A dúvida fica sobre quais casais chegarão formados
Os Homens São de Marte… E É Pra Lá Que Eu Vou
Sucesso no teatro, com dois milhões de espectadores, Os Homens São de Marte… E É Pra Lá Que Eu Vou chegou ao cinema sendo uma comédia acima da média. Da média nacional, já que por aqui as comédias geralmente têm sido fracas. É comédia romântica. E daí se espera que um casal chegue ao fim da história feliz para sempre. Isso acontece – e aqui não vai qualquer spoiler. Mas até lá não se trata da busca de um homem

