Romance
Antes da Meia-Noite
Antes do Amanhecer, Antes do Pôr do Sol e Antes da Meia-Noite, a trilogia do diretor e roteirista Richard Linklater e dos atores Ethan Hawke e Julie Delpy (que desde o segundo co-assinam o roteiro). Vi os três filmes de supetão, de uma só vez. Mérito do primeiro, que me levou ao segundo, que me levou ao terceiro. Os três são muito bons… mas o último é, digamos, um tanto “menos bom”. Não, não é ruim. Ao contrário! Mas os
Antes do Pôr do Sol
É raro que a continuação de um filme seja tão boa ou melhor que o original. Mas este Antes do Pôr do Sol é assim. Novamente, como Antes do Amanhecer, é uma ótima pedida. Quem viu o primeiro sabe da história. Um jovem americano se encontra ao acaso com uma estudante francesa. E eles passam a noite e a madrugada juntos, em romance. O forte são os diálogos, o tempo todo, sem parar. Nesta sequência o esquema é o mesmo,
Antes do Amanhecer
Recentemente Antes da Meia-Noite chegou aos cinemas. Pensei: só vou ver depois de assistir aos dois anteriores. Comecei ontem a saga, com Antes do Amanhecer. E me dei bem. Fruto da cabeça do diretor e roteirista Richard Linklater, o filme é todo diálogos. Jesse (Ethan Hawke), um jovem americano, e Celine (Julie Delpy), uma estudante francesa, se encontram casualmente no trem para Viena e logo começam a conversar. Ele a convence a desembarcar em Viena e gradativamente eles se envolvem.
À Procura do Amor
À Procura do Amor é uma oportunidade rara. Um bom filme, que vale o ingresso. Mas a raridade não é pela qualidade da obra. É por ter em tela Julia Louis-Dreyfus, a Elaine da série de TV Seinfeld, e, pela última vez, James Gandolfini, morto em junho de 2013. Com força nos diálogos, o filme retrata o amor entre a massagista Eva (Julia), mãe solteira que sofre por antecipação devido à partida de sua filha para a faculdade em outra
Ela
Spike Jonze dirigiu Quero Ser John Malkowich e Onde Vivem os Monstros. O primeiro é ótimo. O segundo, meia-boca. Agora ele acerta de novo com Ela, um belo filme. Ela recebeu cinco indicações ao Oscar 2014 – Filme, Roteiro Original, Trilha Sonora, Canção Original (The Moon Song, de Karen O) e Design de Produção. Levou Roteiro Original. Mas deveria ter Joaquin Phoenix, com seu bigode e óculos com armações fortes, pelo menos indicado. O filme é todo ele… e a
Diana
Diana é um filme sobre a princesa, ex-mulher de Charles, o herdeiro do trono inglês. Mas não espere um apanhado sobre sua vida. É muito mais uma homenagem à mulher que no fim da vida optou por ser feliz do que um histórico sobre ela. Um romance com pitadas de drama, o longa-metragem foca na paixão de Lady Di por Hasnat, um cirurgião cardíaco. Ainda princesa, mas sem morar junto com Charles, ela o encontra ao visitar o marido de
Azul é a Cor Mais Quente
*Por Juliana Santiago, enviada especial ao cinema Muito se ouviu e leu sobre as cenas de sexo (quentíssimas, diga-se de passagem) em Azul é a Cor Mais Quente (La Vie d’Adèle), mas o longa francês não é só isso e merece todos os prêmios que recebeu até agora. Além de agradar àqueles que fantasiam duas belas mulheres no ato, o filme chega a ser inquietante, e nos leva para uma trama de descobertas e desafios da passagem da adolescência para
Celeste e Jesse para Sempre
A cada dia surge um filme indie por aí. São aqueles independentes, produzidos sem ajuda de grandes estúdios, com recursos e verbas próprias… Celeste e Jesse para Sempre, apesar de não ser, tenta se passar por indie. E aí pode estar o grande erro. Amigos desde a infância, Celeste (Rashida Jones) e Jesse (Andy Samberg) não parecem estar prontos para deixar um ao outro: eles moram juntos, dividem um carro, têm os mesmos amigos, não se aventuram em outros relacionamentos…
A Delicadeza do Amor
Audrey Tautou jamais deixará de ser lembrada por O Fabuloso Destino de Amelie Poulain. Os grandes olhos pretos, uma certa timidez e até o jeito sonhador fazem parte de sua imagem. Ela bem que tentou mudar isso, com O Código da Vinci. E recentemente anunciou que não faz questão de Holywood. Faz muito bem! Tem feito ótimos filmes, como Coco Antes de Chanel e, agora, A Delicadeza do Amor. É, como o nome indica, um filme sobre o amor, mas,
Paris-Manhattan
Woody Allen é uma lenda viva do cinema. Carrega devotos a seus 45 filmes como diretor e outros 13 apenas como ator. Neste Paris-Manhattan ele é o homenageado. A diretora Sophie Lellouche, em seu primeiro filme, traz o diretor, roteirista e ator como peça central de um romance, mesmo que apenas em pensamento da protagonista. Não é um grande filme… mas entretém. A história parte de uma premissa simpática. A linda Alice (Alice Taglioni) é solteira e não tem qualquer

