Suspense
Tirando a Sorte Grande
Já ouviu falar dos Pelayo? Eu não tinha ideia quem eram. Neste filme novinho, de 2012, conhecemos a família Pelayo, que descobriu uma forma de ganhar legalmente nas roletas, acumulando milhares de dólares em jogatinas na Espanha. A história real é tema do longa. Com um método infalível, baseado nas imperfeições do equipamento, o patriarca da família, Gonzalo, convence seu filho Iván a montar um grupo para jogar noite após noite em um cassino. O método demanda estudo e tempo,
O Corvo – 2012
A morte de Edgar Allan Poe ocorreu em 7 de outubro de 1849, aos 40 anos de idade. Cercada de mistério, um século e meio depois, sua causa ainda é discutida. Quatro dias antes, Poe foi encontrado em uma rua de Baltimore, Estados Unidos, em estado delirante. A pessoa que o encontrou disse que ele estava “muito angustiado, e precisava de ajuda imediata”. Poe foi levado ao hospital da Universidade Washington (Washington College Hospital), onde morreu. Em nenhum momento o
Nove Rainhas
Cinema argentino precisa ter… Ricardo Darín. Só dá ele nos filmes dos hermanos. Não que isso seja ruim – ao contrário, o cara é muito bom. Depois de 11 anos consegui assistir a Nove Rainhas, mais um que ele protagoniza. Novamente o resultado satisfaz. Mas, como havia lido que este era um dos melhores títulos da história do país vizinho, fiquei um tanto decepcionado. O filme é bom. Surpreende seu enredo de trapaças e conjecturas. Mas a surpresa vai até
À Beira do Abismo
Um homem recém-fugido da prisão está à beira de um prédio, pronto para se jogar. Lá vai o esquadrão da polícia de Nova York evitar o trágico desfecho. Ele exige que determinada policial seja a negociadora, a pessoa que vai evitar que se espatife no chão. Mas se quer se jogar, por que deseja esta mulher conversando ali perto? Esse é um dos pontos fracos – que tentam ser surpresas – de À Beira do Abismo. Não apenas o personagem
Reféns
Nicolas Cage e Nicole Kidman formam o casal podre de rico Miller, que passa a sofrer o terror de uma invasão em sua casa. A dupla vira refém de bandidos que querem a combinação de um cofre, o que o personagem de Cage teima em não passar. A dúvida dele é: se passar a senha, serão mortos depois; se não passar, podem morrer a qualquer momento. Pareceu-me uma boa história de suspense. Pena que não é. Dirigido por Joel Schumacher
Entre Segredos e Mentiras
O ano é 1971. David Marks é filho de um influente empresário, Sanford Marks, mas nada quer com as empresas da família. Ele se casa com Katie Mars, com quem abre uma loja de produtos orgânicos em uma cidade no interior dos Estados Unidos. O problema é que David ainda depende da mesada do pai, que o força a voltar a Nova York. De um começo feliz, Entre Segredos e Mentiras passa a, em Nova York, uma trama que honra
12 Horas
Não é possível que Heitor Dhalia – o homem do ótimo O Cheiro do Ralo – tenha feito um filme horrendo como este. 12 Horas é ruim… muito ruim. Ok, é a primeira incursão do diretor em Holywwood. E ele mesmo reclamou da falta de liberdade, de não ter o controle criativo da obra. Mas seu nome está lá, em destaque, como diretor. Aí não tem desculpa. Não há uma cena de 12 Horas que não seja previsível. E tudo
Millennium 3: A Rainha do Castelo de Ar
Pare tudo e vá ver a trilogia sueca Millennium. Cheguei agora ao capítulo final. É o auge de uma história de suspense e crime bem contada. Millennium 3: A Rainha do Castelo de Ar fecha com chave de ouro os episódios Os Homens que Não Amavam as Mulheres e A Menina que Brincava com Fogo. Curiosamente, a saga completa supera os três filmes se assistidos separados. Neste último episódio o jornalista Mikael Blomkvist está furioso com o serviço secreto sueco,
Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres – versão americana
Assisti ao filme sueco Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres em setembro de 2010. E adorei. Lá se vão quase dois anos, e ontem assisti à versão americana homônima. É também muito boa. Mas, como diz o ditado, a primeira impressão é a que fica. Os dois filmes são bem bacanas. Mas, acredito, isso se deve especialmente ao livro de Stieg Larsson, que dá base aos longas. Nos dois há tensão, suspense e violência. Mas o primeiro
Apollo 18 – A Missão Proibida
Por que os Estados Unidos nunca mais lançaram naves para passeios de humanos pela Lua? A última foi a Apollo 17. O filme Apollo 18 – A Missão Proibida tenta criar uma ficção para responder a esta pergunta, no estilo A Bruxa de Blair. Não cola. O filme é rodado com supostas imagens perdidas da tal Apollo 18, “recentemente” descobertas. Há dois pontos positivos no longa: não é terror, mas, sim, suspense – o terror seria demais; e não é

