Posts From Danilo Vicente

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Ação

Capitão Phillips

É possível um filme de ação ser daqueles inesquecíveis, que estão na lista dos cinco melhores da gente? Sim, é possível, acredito. Ontem assisti a Capitão Phillips. Não está no meu “top 5”. Mas é um filmaço. Estrelado por Tom Hanks, o longa sabe juntar duas características que marcam. (Mais) Uma estupenda interpretação do protagonista e um roteiro de tirar o fôlego. É incrível como Hanks é bom. Não entro nesta onda de dizer que Capitão Phillips é sua volta

Drama

O Último Elvis

Decidi começar 2014 escrevendo sobre um bom filme. Não é alegre, nem tem uma história de superação, temas recorrentes em inícios de anos, quando as pessoas estão, em geral, mais felizes. É simplesmente um bom filme, que pode servir para passar uma boa hora e meia em frente ao DVD nos primeiros passos no novo ano. O Último Elvis é, no mínimo, pitoresco. Com um ótimo achado como protagonista, músicas do rei do Rock’n’roll e uma história que cativa, é

Aventura

Colegas

É sensacional a ideia de Colegas! Três atores com Síndrome de Down protagonizam um filme sobre um trio de amigos que sai em busca de liberdade e realização de sonhos. Pena, mas uma pena mesmo, que o filme é ruim. Não consegui achar uma resenha que analisasse o filme como ele deve ser analisado: como um filme. Todo mundo escreveu sobre a maravilha de se pular o obstáculo da Síndrome de Down e lançar uma inédita obra com três atores

Drama

Ginger & Rosa

Ginger & Rosa tem a vantagem de contar com um elenco de qualidade, recheado de atores que seguram a bronca mesmo quando a obra é ruim. Só isso. Os atores e atrizes são competentes. Pena que a história é devagar demais, chata. Quem curte um filme com pegada mais existencialista pode até dar uma chance ao longa. Mas terá de se esforçar para gostar dele. Estamos em Londres, 1962. Ginger (Elle Fanning) e Rosa (Alice Englert, de Dezesseis Luas) são

Ficção

Dezesseis Luas

Dezesseis Luas parece ser mais do mesmo. E até é. Mas nem por isso é ruim. Produzido de maneira competente, entretém. Um casal de adolescentes se apaixona, um deles tem poderes mágicos e uma família estranha. Os dois  apostam na força do amor para enfrentar os percalços que surgem. Nada realmente novo: um Crepúsculo, sem dúvida. Mas Dezesseis Luas é mais bem acabado, com um roteiro menos meloso. E definitivamente com melhores atuações. Jeremy Irons, Viola Davis e Emma Thompson

Drama

Adeus, Minha Rainha

Adeus, Minha Rainha começa no dia da Queda da Bastilha, 14 de julho de 1789, estopim da Revolução Francesa. Mas é mais sobre os três dias que antecedem a chegada dos revolucionários ao palácio de Versalhes, onde estavam rei, rainha e corte, do que sobre a tomada do símbolo da monarquia. Este é o grande acerto do filme, ao mostrar uma visão diferente do acontecido. Mas o grande erro é também este: só há esta visão, nada mais. Na tela,

Drama

Elefante Branco

Ricardo Darín é “o cara” do cinema Argentino. Não que ele seja a única expressão artística do país vizinho, longe disso. Mas é inegável que o ator virou sinônimo de bons e ótimos filmes: O Segredo dos Seus Olhos, Nove Rainhas e Um Conto Chinês, por exemplo. Não à toa foi considerado recentemente a personalidade mais importante do entretenimento argentino da última década. Mas não só lá ele faz sucesso. Quem acompanha cinema aqui no Brasil sabe quem ele é.

Drama

No

Pablo Larraín é o diretor de Tony Manero. Ainda bem que eu só soube disso agora, pois achei o filme terrível. Ainda bem mesmo, senão nunca teria assistido a No. Mesmo os dois sendo parte de uma trilogia sobre a ditadura chilena, com Post Morten abrindo, não há comparação. O ultimo é 1.000 vezes melhor. No é passado no fim da ditadura de Augusto Pinochet, em 1988. Após 15 anos no comando do país e sob pressão internacional, o ditador

Drama

Bling Ring – A Gangue de Hollywood

Sofia Coppola é tida como uma das grandes diretoras contemporâneas. Estourou ao receber o Oscar de melhor roteiro em 2004, com Encontros e Desencontros. Antes já havia feito As Virgens Suicídas. Logo em seguida lançou Um Lugar Qualquer. Este Bling Ring – A Gangue de Hollywood foi elogiadíssimo pela imprensa. Não sei, não. Para mim, todos os filmes da Coppola têm a mesma lerdeza, a “falta de sal”. Este é mais um. Na tela está um grupo de garotas (Emma

Ação

Linha de Ação

Mark Wahlberg, Russell Crowe e Catherine Zeta-Jones em um filme sobre chantagem, traição e crimes, tudo isso em meio a dois candidatos à Prefeitura de Nova York. A propaganda prometia. E lá fui eu assistir a Linha de Ação (título mais genérico que esse é praticamente impossível). A promessa ficou somente na promessa. Não é ruim. Mas também não é ótimo. O filme engata uma trama que começa a se perder e ficar óbvia demais. Billy Taggart é um ex-policial