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O Garoto de Liverpool
Simples, objetivo e correto. Características de O Garoto de Liverpool, filme sobre a adolescência de um rapaz chamado John Winston… Lennon. Precisava de algo mais? Não. O filme não inventa, e esse é seu ponto positivo. Praticamente todo mundo conhece Lennon (“praticamente” porque deve haver algum tonto por aí), já ouviu falar pelo menos algo de sua vida durante e depois dos Beatles. Mas retratar a fase dos 15 aos 20 anos de idade, pré-fama, é inusitado e fica ótimo
Machete
Imagine aquela voz gutural, que vem lá do fundo, rouca. Aquela que surge nos melhores trailers. Agora, coloque-a neste texto: “Ele conhece as regras. Ele conquista as mulheres. Ele mata os homens maus. Ele é… MA – CHE – TE”. Aí o filme começa. E realmente ele conhece as regras, conquista as mulheres (as lindas) e mata os maus (e as más). Ah, e, sim, o nome dele é Machete. Simples, objetivo… e ótimo! O mais recente filme do diretor
O Cheiro do Ralo
Caramba, como é bom O Cheiro do Ralo. Não… não que eu tenha entrado na onda do protagonista Lourenço, que adora, depois de odiar, o cheiro nauseabumbo do ralo em seu “banheirinho”. Refiro-me ao filme mesmo, à obra de Heitor Dhalia baseada no livro homônimo de Lourenço Mutarelli. Está aí um filmaço brasileiro. Na trama, Lourenço (Selton Mello) é comprador de objetos usados. Vive enfurnado em um galpão, recebendo gente de toda a sorte, quase sempre desesperada para vender algum
O Quarto Verde
Este domingão foi atípico na tela de minha casa. Havia duas opções de filmes totalmentes opostas. Estavam lá na “prateleira” Rejeitados pelo Diabo e O Quarto Verde. O primeiro foi dirigido e roteirizado por Rob Zombie, o ex-líder do White Zombie. O segundo é do célebre francês François Truffaut, com ele, inclusive, atuando. Sobre Rejeitados a Má Sampaio já postou aqui (quero deixar claro que estou com medo dela… muito!), e minha opinião está nos comentários. Mas o que adianto
A Ilha de Bergman
Para ver A Ilha de Bergman você precisa estar bem disposto. De 2006, é um documentário lento, devagar como um senhor de 88 anos. Ingmar Bergman pela primeira vez fala para a diretora Marie Nyreröd e para o mundo sobre as suas obras e seu estilo de vida, na Ilha de Faro, na costa da Suécia, onde faleceu alguns anos depois. Para todos aqueles que são fãs de sua obra é um prato cheio. Ele está bem intímo com a
O Segredo de Brokeback Mountain
Obra de arte. Deixe para trás teorias e preconceitos, definições a respeito do amor, da solidão, da vida. O Segredo de Brokeback Montain remonta pra mim a definição perfeita de uma paixão idealizada, muito longe da vida real e talvez, e principalmente, por isso seja tão fascinante. A polêmica em torno do filme de Ang Lee fez com que a crítica e a opinião pública se voltasse tão fortemente para a temática gay que acabaram deixando passar quase que despercebido
As Aventuras de Tom Jones
Quem tem interesse por cinema precisa assistir a As Aventuras de Tom Jones. Não que seja o melhor filme de todos os tempos. Mas, sim, porque, além de bom, já entrou para a história da Sétima Arte, seja por seu apanhado de prêmios, seja pelo ineditismo. De 1963, a comédia é baseada no livro homônimo de Henry Fielding, de 1749. É a grande obra do escritor, a que lhe deu o título de “o pai das histórias de ficção inglesas”.
Crash – No Limite
“Que filmaço”! Assim pensei quando assisti a Crash – No Limite. Muitos dizem que o filme é nada demais. Outros, que é semelhante a Magnólia, com Tom Cruise. Ou pior, há até gente que afirme ser cópia de Babel (um absurdo, pois Babel é posterior a este). Pois bem: para mim é um dos melhores filmes da história. Mais: tem a melhor cena de filme que já vi. Grande vencedor do Oscar de 2006, Crash é cinema para pensar e
Vestida para Casar
(Ainda estou no clima, tá?) Katherine Heigl, assim como Ben Stiller, faz sempre o mesmo papel. Mulherzinha com problemas sentimentais, que acaba sendo salva por um bonitão rude/insensível. Foi assim em Juntos pelo Acaso, Par Perfeito e A Verdade Nua e Crua. Neste filme não é diferente. Ela é Jane, viciada em casamentos. Ela guarda os vestidos de todos em que foi madrinha (por isso o título 27 Dresses), mas na sua vida real este sonho está muito distante, pois
E.T. – O Extraterreste
Por Marcelo Paradella Vai daí que durante o casamento da Renata Rogatto acabei conhecendo o pessoal do blog. Batemos um papo rápido (em que fiquei boa parte cuidando para não enfiar o pé num buraco) e, de repente, no meio de uma frase, o Danilo me pergunta qual meu filme preferido. “E.T.”, respondo, e ele vira: “Escreve sobre ele pro blog!” É muito complicado escrever sobre seu filme favorito. Muito complicado. Principalmente para quem, como eu, tem a irritante mania

