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Hellboy – 2019
Dez anos depois de assistir a Hellboy 2, lá fui eu insistir, agora com a versão de 2019. Hellboy continua fraco… e depois da sessão o único pensamento é “por que diabos eu dei mais uma chance?”. Há muitas diferenças entre este Hellboy e os dois filmes anteriores, especialmente em comparação ao original. Se nas duas versões de Guilhermo del Toro os efeitos especiais eram um diferencial, agora, na de Neil Marshall (cultuado por obras de terror), nem isso. Pior:
Hair Love
Vencedor do Oscar de curta-metragem de animação, Hair Love aborda o amor pelo cabelo crespo. Mas é mais que isso: é sobre orgulho. O filme narra a fofa história de um pai que precisa ajudar a filha a fazer um penteado para uma ocasião especial. O projeto foi co-dirigido por Matthew A. Cherry, ex-jogador de futebol americano, que desejava “ver mais representatividade nas animações e normalizar o cabelo negro”. “Essa foi uma oportunidade de levar positividade às animações. Quando fizemos
Parasita
Classificar o gênero de Parasita, o sul-coreano que concorre ao Oscar em seis categorias, incluindo melhor filme, é das tarefas mais difíceis. Drama, suspense e até comédia. O longa é surpreendente a cada minuto e delicia o espectador com mudanças a cada instante. É uma pancada! As viradas de roteiro e tom acontecem de maneira harmônica. No início, acompanhamos uma família pobre de Seul, que vive em uma casa abaixo do nível, literalmente: a casa fica abaixo do asfalto. Pai,
The Notebook
Filmes em curta-metragem geralmente são agradáveis porque mesmo ruins passam rápido. Este The Notebook tem 6 minutos de duração… mas foge à regra, pois é horroroso. Em uma pegada modernista, a animação tenta demonstrar um cotidiano escolar problemático. Um diário rabiscado aparece em tela, em um entra e sai de personagens com música. É irritante. Não vale nem por acabar logo o sofrimento. ______________________________________________________________________________ The Notebook / Zeszyt CLASSIFICAÇÃO: NEM A PAU, JUVENAL! Ficha técnica: Duração: 6 min. Gênero: Animação
Dois Papas
Ser papa não é, necessariamente, ser santo. E tudo bem com isso. Essa é a mensagem que fica ao assistir a Dois Papas, filme do diretor brasileiro Fernando Meirelles que está bombando em todo o mundo, concorrendo com 3 indicações ao Oscar: melhor ator (Jonathan Pryce), melhor ator coadjuvante (Anthony Hopkins) e melhor roteiro adaptado. Estes três pontos – os dois atores e o roteiro (de Anthony McCarten) – realmente são os que se destacam no longa metragem que conta
Viver Duas Vezes
O trunfo de Viver Duas Vezes é o protagonismo de Oscar Martínez, ator que já brilhou em O Cidadão Ilustre e Relatos Selvagens. Agora, em Viver Duas Vezes ele interpreta um homem que precisa enfrentar o Alzheimer. E decide fazer isso buscando seu grande amor na vida. A princípio pouco se entende a ligação entre o amor e a doença. E essa falta de compreensão é de sua família também: ele tem uma filha pouco próxima, uma neta arredia e
A Lavanderia
O melhor termo para definir A Lavanderia é “sarcasmo”. O diretor Steven Soderbergh utiliza esta “ironia cáustica” para trazer ao público uma complicada história de roubalheira que em 2016 foi jogada no ventilador pelos chamados “Panama Papers”. Antonio Banderas e Gary Oldman aparecem logo de cara trajados de smoking e com martinis nas mãos, dialogando diretamente com o espectador em cenários distintos. Banqueiros, eles anunciam uma história que parece ter final feliz, afinal estão ricos. Até que surge a personagem
Adoráveis Mulheres
Menos de três décadas após a última adaptação, Adoráveis Mulheres retorna aos cinemas com um elenco chamativo. Saiorse Ronan é a protagonista, acompanhada de Emma Watson, Meryl Streep, Chris Cooper e Laura Dern, entre nomes menos famosos. Mas a principal estrela é a diretora Greta Gerwig, de Lady Bird – A Hora de Voar, que desta vez testa a imortalidade de uma obra com mais de 150 anos de idade, de Louisa May Alcott. Se em seu primeiro filme Greta
Babu Frik é a nova fofura de Star Wars
Star Wars – A Ascensão Skywalker é cheio de novos personagens, muitos fundamentais para a trama e com bons minutos em tela. Nenhum deles, porém, ganha em fofura de Babu Frik, já “eleito” pelos fãs como uma espécie de “Bebê Yoda”. A criatura é pequena, tem mãos grandes desproporcionais a seu corpo, e olhos igualmente grandes, que lhe dão uma sensação de tristeza. São estes olhos que conquistam. Com um idioma de difícil entendimento, oriundo de Anzell, e voz fina
Diretor diz que Arthur Fleck pode não ser o verdadeiro Coringa
Em entrevista recente ao site Cinema Blend, o diretor Todd Phillips afirmou que Arthur Fleck, personagem de Joaquin Phoenix, pode não ser o verdadeiro Coringa. Segundo ele, há várias formas de interpretar o que é mostrado no filme: “Talvez ele não seja o Coringa. Essa é apenas uma versão da história de origem do Coringa. É a versão que esse cara está contando de dentro da sala de uma instituição de saúde mental. Não sei se ele é o narrador mais confiável do mundo. Entende

