Documentário
Wolverine – Demônio do Norte
Não é um filme sobre o herói dos quadrinhos, dos desenhos e do cinema. É um documentário sobre o animal que origina seu nome. Sim, porque Wolverine, o pseudônimo de James “Logan” Howlett, o “selvagem” mutante dos X-Men, vem deste mamífero que vive no norte do planeta, especialmente no Canadá. Com o nome científico de Gulo gulo, aqui no Brasil o bicho é conhecido como Glutão. No mundo, são estimados 18 mil. É dele a mordida mais forte entre os
Bola do Inferno
Quatorze de outubro de 2003. No Wrigley Field, estádio em Chicago, uma das equipes locais, os Cubs, enfrentavam o Florida Marlins. Não era uma partida comum. Era o jogo que levaria o time à World Series, a final do campeonato de beisebol dos Estados Unidos. 3 a 0 na partida quase liquidada, torcida já comemorando. Os Cubs não se classificavam para as finais desde 1945. E não ganhavam o campeonato desde 1908! Em um minuto tudo mudou, para o time
Hiroshima
É sempre relevante assistir a um documentário que traga novidade sobre algum fato. Fica mais chato quando o filme relata algo de conhecimento geral, sem que venha à tona algo inusitado. Hiroshima não tem essa característica, e por isso pode não ser o melhor documentário já lançado. Mas ao mesmo tempo é importante que obras como essa sejam lançadas de tempos em tempos, mantendo vivas na lembrança da sociedade atrocidades cometidas pela humanidade. De 2005, quando se completaram 60 anos
Cássia Eller
Nunca fui fã de Cássia Eller, mesmo tendo acompanhado seu auge na carreira, nos anos 1990 e início dos 2000. Gosto de algumas músicas, só. Ontem assisti ao documentário Cássia Eller com essa visão. E se achei muito (mas muito) bom é porque realmente deve ser. Afinal, não tinha o olhar saudosista, nem buscava canções. O que valeu mesmo foi a história! O principal do longa é não se resignar a contar fatos já conhecidos. Traz à tona fotos, vídeos
Atari – Game Over
Um documentário que mira aqui mas acerta ali. Atari – Game Over, produção da Microsoft, tem o objetivo de relatar o fim de uma lenda urbana nos Estados Unidos: o enterro de milhões de cartuchos do jogo E.T. – O Extraterrestre, o que seria o capítulo final do maior fracasso de um jogo na história. Mas essa parte é irrelevante: o acerto é recontar a criação e o crescimento de um ícone da cultura pop mundial. A cidade de Alamogordo
Eduardo Coutinho – 7 de Outubro
Quem foi Eduardo Coutinho? Se a pergunta for feita por aí, nas ruas, sou capaz de garantir que haverá duas respostas: “o documentarista” e “o brasileiro que foi homenageado pelo Oscar”. Esta segunda descrição vem sendo recorrente quando se aborda o maior documentarista brasileiro de todos os tempos. É algo honroso, claro, porém limitado. Coutinho teve sua morte lembrada no maior prêmio do cinema mundial, em 2014, porque deixou um legado de primeira linha, com filmes como Edifício Master, Jogo
Bigger, Stronger, Faster
Fiquei surpreso com o documentário “Bigger, Stronger, Faster”. Não que pensasse ser ruim – aí não teria assistido. Mas o filme foi além de minha expectativa de uma maneira positiva. Produzido e narrado por Chris Bell, o longa discute o uso de anabolizantes, por atletas profissionais ou não. O assunto despertou o interesse do cineasta devido a seus dois irmãos, usuários dessas substâncias para ganhar músculos. Além da dupla familiar, e de seus pais (que são os com mais cérebro
A Pior Seleção do Mundo
Documentários são geralmente em retrospectiva, ou seja, apresentam entrevistas, fatos novos ou memórias sobre algo importante do passado: a ascensão ao estrelato de algum cantor, o assassinato de alguém famoso, um acidente da natureza. Há, claro, documentários comportamentais, sobre, por exemplo, fãs de determinada banda, o crescimento da criminalidade em uma cidade ou uma família estranha. É raro, muito raro, “cair no colo” de um cinegrafista um fato marcante e ele estar com a câmera ligada. A Pior Seleção do
Ilegal
Acabo de assistir a Ilegal, documentário brasileiro. Devo ser a primeira pessoa (do mundo!) a escrever sobre ele após a estreia. Mas não é por isso que eu corri para o computador. Estou agora teclando, uns 30 minutos depois de a sessão de estreia no cinema acabar, porque o filme me impressionou. Produzido pela revista Superinteressante, é daqueles longas que precisam ser vistos. Não pela qualidade técnica (bacana, diga-se de passagem), mas especialmente pela lição que apresenta. “Se desse na

